quinta-feira, 15 de maio de 2008

Aulas de música chegam ao EF2













A turma das 5ª e 6ª séries do Colégio Santa Cruz foi presenteada com aulas de música, para que os alunos tenham um maior desenvolvimento nas técnicas de percussão e canto, aumentando assim o gosto pela música.

As aulas acontecem uma vez por semana e são dadas pelos professores Vicente Valery de Paiva Junior e Marcus Siqueira. A parte de percussão possibilita aos alunos um trabalho de coordenação motora, enquanto na aula de canto é pr
aticado o trabalho em grupos. Acredita-se que os alunos estejam empolgados com as aulas.

Segundo o professor Marcus, da 5ª série, espera-se que os alunos entendam a música não só como uma forma de diversão, mas que percebam que ela possui seus códigos, sua gramática musical. Ele diz que o foco da aula não é apenas a flauta, mas todos os instrumentos que se encontram na sala: os de sons definidos, como o teclado, o metalofone e o violão; e os de sons indefinidos, como os tambores, pratos e chocalhos.

Como o curso desperta a criação musical, as canções são compostas pelos alunos, em trios ou duplas, e são tocadas por todos da classe. Eles têm se mostrado interessados. Cada classe tem uma média de oito trabalhos, o que oferece oportunidade a todos de tocar e compor.

Vicente, professor da 6ª série, disse esperar que o aluno se torne mais criativo em relação à matéria sonora. O curso tem o enfoque de propiciar um trabalho onde os alunos criem sonoramente e também peças rítmicas. Ele completou dizendo que nas aulas de música da 6ª série o desafio é maior, pois as aulas exigem mais criação do aluno.



(5ª série)



(6ª série)

Caio Villela, Lucca Zampolli, Tomaz Tavassi – 4ª C.

TARSILA VIAJANTE

“O 2º ano do EF estuda a grande brasileira Tarsila do Amaral”

Durante o 1º período, nas aulas de artes, os alunos do 2º ano estudaram a vida e obra da artista Tarsila do Amaral. O objetivo do estudo foi conhecer o trabalho da pintora em suas diferentes fases.

A professora de artes, Luciana Camargo, viu um dia uma exposição com releituras variadas muito interessantes do quadro Abaporu. Então, decidiu propor um trabalho semelhante com as crianças do segundo ano. Aproveitou para levá-las à Pinacoteca onde se realizava a exposição “Tarsila Viajante”.

Segundo Luciana, foi mais emocionante para os alunos ver a obra real do que ver a gravura. O Abaporu pertence a um museu da Argentina e foi emprestado para a exposição. Na opinião de alguns alunos, foi o quadro que mais gostaram por ser o mais famoso e por causa das cores vivas, as mesmas da bandeira brasileira: azul, amarelo e verde.

Após a circulação pelo museu, Luciana propôs que os alunos montassem as obras com tecido no chão do parque da Luz. Depois da visita à exposição, os alunos iniciaram a produção de suas próprias obras. Fizeram transposições das telas para trabalhos tridimensionais do Abaporu, A Cuca, Auto-retrato e O vendedor de frutas, com massinha, argila, tinta e outros materiais. Ficaram muito bonitos e criativos, e mostram que as crianças conheceram de fato a artista.
veja as fotos

Cecília Barreto e Laura Loeb – 4ª C

VOCÊ SABIA QUE OS MINI LAPTOPS PODEM SER USADOS NA BIBLIOTECA?

O colégio Santa Cruz comprou, há pouco tempo, 47 mini laptops - 7 para a biblioteca e 40 para o CEI.

Entrevistamos a coordenadora da biblioteca, Maria Flora Guimarães, para saber como a biblioteca orienta os alunos para explorar seu espaço e como fazem uso dos mini laptops comprados pelo colégio.

O primeiro grande objetivo da biblioteca é, segundo ela, fazer com que todos os alunos estejam familiarizados com os livros do acervo. Que tipos de livros o acervo tem, como podem ser usados e como podem ser localizados. Na 5ª série há uma seqüência de aulas para que o aluno aprenda a usar a biblioteca central, o que acontecerá até o terceiro ano do Ensino Médio.

Os mini laptops adquiridos há pouco tempo pelo colégio podem ser usados para ajudar na localização dos livros. Através deles, o aluno acessa o sistema da biblioteca, o Alexandria, e procura os livros de seu interesse. Com isso, um número maior de alunos pode acessar ao mesmo tempo o acervo e descobrir onde está o livro que quer ler ou pesquisar.

O mini laptop pode ser usado também para se fazer o fichamento do livro pesquisado. Os alunos podem registrar o que leram diretamente no Word, deixando seu material bem organizado. Na biblioteca já há alguns laptops para o aluno fazer sua pesquisa e produzir seu resumo ou até escrever o seu trabalho. Assim, os registros dos dados levantados podem ser feitos na hora da leitura.

A consulta em sites na internet é mais aconselhável de se fazer nos computadores do CEI ou em casa. Já acessar o catálogo da biblioteca e realizar resumos no Word é perfeitamente possível no mini laptop. A intenção é ensinar o aluno, sozinho, a mexer no programa de busca de livros da biblioteca. Para isso, o procedimento é quase o oposto do que é feito numa pesquisa na Internet. Nesses sites, temos de colocar um termo bem especifico para não ficarmos atolados de informações pouco úteis. Na biblioteca é o contrário: temos que escrever o termo mais geral para conhecer tudo o tem sobre aquele tema, a não ser que estejamos procurando um livro específico, como o Guiness ou Harry Potter. Por maior que seja a nossa biblioteca (e 33.000 títulos é muito para uma biblioteca escolar!), toda essa pesquisa pode ser feita através de um mini laptop.

Em algumas atividades, os mini laptops do CEI serão usados nas salas de aula. Nesse caso, eles serão levados em uma estante até a classe e o professor poderá trabalhar com os alunos. Até agora, os mini laptops estão funcionando como previsto, tanto em classe quanto na biblioteca.


André Crescenzo e Gustavo Borklian - 4ª C.

O CAMINHO DO PAPEL NO COLÉGIO

Do cesto de lixo à reciclagem: saiba o que acontece


Desde 2006, o papel usado nas secretarias do Colégio Santa Cruz vem sendo levado para a reciclagem, mas alguns alunos da 5ª série (atual 7ª série), desde o ano passado, acharam que a iniciativa de recolher também papéis das salas de aula e vendê-los para serem reciclados, poderia ser muito bem-vinda. Como apoio a essa idéia, a Profª de Ciências da 5ª série, Cristiane Pires da Motta, estruturou o projeto com o grupo de alunos e providenciou para que fossem instaladas caixas coletoras nas classes do Ensino Fundamental.

Porém, muitos alunos ainda não sabem do projeto e por isso não contribuem como poderiam. “As caixinhas foram colocadas antes mesmo de nós organizarmos a divulgação, um pouco como estímulo para os alunos irem pensando nessa missão”, conta Cristiane. Em breve, os responsáveis pela idéia da reciclagem nas salas de aula irão informar a todos os alunos do EF1 e EF2 o que está sendo feito.

Uma das coisas interessantes é que o papel colorido pode ser reciclado, mas há uma diferença de preços. Ele tem de ficar separado do papel branco. O papel branco pode ser reciclado para fazer mais papéis, mais apostilas etc. O papel colorido pode ser reutilizado como papel higiênico e outros... Por isso, o papel colorido é separado do branco. Quem faz isso é o funcionário do colégio Francisco Mauriene Costa.

Conversamos com a Profª Cristiane e o Mauriene, que trabalha no almoxarifado e é o responsável por levar os papéis para a pesagem. Ambos disseram que existem algumas condições para o papel ser levado para a reciclagem. Leia com atenção:

  1. Não pode estar amassado;
  2. O papel branco precisa ser separado do papel colorido, como já falamos;
  3. Não pode estar picado, o ideal é que tenha o tamanho de uma folha de papel sulfite, para facilitar o trabalho;
  4. Não é bom que esteja com muita tinta ou cola, pois isso dificulta o trabalho.

Clique no link para ver as etapas do caminho do papel

Clara Dessordi, Sofia Martins e Sophia Noronha – 4ª C.

ENTREVISTA COM ROBERTO BALDIJÃO

Aluno do 2º Ano do E.M. é medalhista na Olimpíada Brasileira de Física

Onde é realizada a Olimpíada Brasileira de Física?
São três fases: a primeira é realizada numa sala do Ensino Médio. A segunda é realizada numa escola que a comissão da Olimpíada escolhe. E terceira é no Instituto de Física da USP.
De quanto em quanto tempo acontecem as provas?
As Olimpíadas acontecem uma vez por ano e entre uma fase e outra há o intervalo de um mês.
Quanto tempo durou cada prova?
Quatro horas.
Foram muito difíceis, em sua opinião?
Sim, elas eram muito difíceis, principalmente a segunda fase.
Você sentiu que estava bem preparado?
No Santa Cruz a gente não se prepara apenas para a Olimpíada.
Você pretende ser físico ou engenheiro?
Sim, eu pretendo ser físico.
Como eram as provas?
Na primeira fase eram 30 questões na forma de teste, e você escolhia 20 para responder. A segunda fase era uma prova dissertativa, ou seja, escrita, e a pessoa deveria escolher 8 entre 20 questões. Essa foi uma fase surpreendente. A terceira fase foi igual à segunda.
O que é Física?
Física é uma ciência que estuda os fenômenos da natureza, assim como a Biologia e a Química. Como há inúmeros fenômenos naturais, A Física se divide em grandes áreas, como a mecânica, termodinâmica, ótica, acústica, eletricidade e eletromagnetismo.

VÍDEO

Eduardo Prado e Gustavo Lorenzi – 4ª C.

quinta-feira, 1 de maio de 2008

BEM-VINDOS AO SANTA!

Entrevistamos alguns alunos recém chegados ao Santa Cruz, que estão estudando no 3º ano e na 5ª série do Ensino Fundamental, e no 1º ano do Ensino Médio, para saber se eles se adaptaram ao novo colégio e se estão gostando.

Uma das entrevistadas foi Bruna, 14, aluna do 1º ano do Ensino Médio, que veio do Vera Cruz. Ela disse que se adaptou muito bem, que foi fácil fazer novos amigos e que foi muito bem recebida pelo grupo. Acha que o mais difícil foi o exame de seleção, e contou que estudou durante um ano inteiro para ser aprovada.

Outro entrevistado foi o aluno Carlos Eduardo, 11, da 5ª série do Fundamental, que também veio do Vera. “Vim para o Santa porque acho que a escola tem o mesmo estilo do Vera, mas é um pouco mais exigente”. Carlos falou ainda que embora a sala de aula de sua ex-escola fosse maior, o espaço do Santa é mais amplo e tem mais vegetação. Ele está feliz com a mudança e gostando muito da nova escola.

Além dos dois, entrevistamos Tom, 8, do 3º ano do Fundamental, que veio do colégio Oswald de Andrade Caravelas. ”Aqui é bem maior e tem mais matérias”, afirmou o aluno. Disse ainda que está achando muito legal estudar aqui e que já tinha dois amigos, por isso achou fácil se adaptar.

Lilá, do 3º ano, também foi entrevistada e disse que está gostando muito de estudar aqui.

VEJA AS ENTREVISTAS EM VÍDEO

Cecília Pacheco e Silva, Gabriela Giannotti e Nathalia Santiago – 4ª C.