terça-feira, 26 de maio de 2009

Alunos do 1º ano inventam circuitos para as aulas de E.F.


Durante o Pré 1 e 2, José Plácido Nogueira (Zé), o professor de Educação Física, constrói circuitos nas aulas com vários tipos de material para os alunos brincarem. Então, no 1º ano, os professores de classe e o Zé decidiram fazer um projeto que envolve as áreas de Geometria e Educação Física.

Os alunos do 1º ano pensaram, inventaram e desenharam um circuito em pequenos grupos, fizeram sua maquete em três dimensões com sucata, e depois cada classe escolheu o melhor deles. O professor montou o circuito escolhido por cada uma das classes e, em seguida, as crianças fizeram uma legenda explicativa para montá-lo na aula de Educação Física. Finalmente, cada classe fez seu percurso.

Depois que isso foi feito em todas as classes, a série escolheu o melhor circuito e ele foi montado para todos os alunos do 1º ano percorrê-lo nas aulas.

Todos gostaram de preparar os circuitos, depois brincar neles e aprenderam a se mover bastante e perder o medo. Pedro Luiz do 1ºA disse: ‘Eu achei legal, e foi uma boa idéia o melhor circuito da classe. “Eu aprendi a superar meu medo de altura”.
Alice do 1º ano D, disse: ”Eu achei legal, porque foi merecida a vitória de meu grupo e aprendi a ter mais idéias para desenhar circuitos.”.Luis Eduardo do1º ano C disse: ”Eu achei legal, pois gostei de pular nos colchões e achei interessante.Eu aprendi a fazer o corpo se mover mais.”


Veja o vídeo com o circuito vencedor!

Enrico Blasotti, Francisco Pereira e Matheus Addor - 4ª C.

quarta-feira, 20 de maio de 2009

Você sabe o que é feito com o lixo na escola?

Descubra o que acontece com ele.

Em uma entrevista exclusiva com nossa equipe, Marcelo Oliveira, Gerente de Serviços do colégio, deu algumas informações muito importantes sobre o que é feito com o lixo, qual a quantidade recolhida mensalmente, e muito mais.

Marcelo coordena e administra a manutenção da escola. Ele sabe tudo o que acontece com o lixo que nós produzimos e, pelo que disse, existe todo tipo de lixo aqui, mas o mais comum são folhagens, pela grande quantidade de árvores e plantas que temos no colégio, papelão e todo tipo de lixo orgânico. Tudo isso é levado a um aterro sanitário financiado pela Prefeitura de São Paulo.

Por mês, são recolhidos 64 metros cúbicos, ou 9 toneladas de lixo pelos funcionários que trabalham aqui. Isso tudo engloba lixo dos restaurantes, grama, e muitas outras coisas.
Aqui também temos coleta seletiva, realizada pelo funcionário Mauriene, que faz a triagem dos materiais recicláveis. O lixo recolhido na coleta seletiva é vendido e a verba arrecadada é revertida em prendas, que são sorteadas para os funcionários na festa de confraternização do fim do ano. O material mais caro vendido é o alumínio, a maior arrecadação é a da sucata, composta principalmente por resíduos de construção, fios de cobre, cabos de telefonia, e o ferro em geral.
Para diminuir o lixo jogado no chão, foram espalhadas placas de aviso por toda a escola, e esse procedimento (ou essa ação) teve um ótimo resultado, o que é muito bom para o Santa.

E vocês, que estão lendo a nossa reportagem, também podem contribuir para a limpeza e despoluição do colégio, e até do mundo inteiro. Respondam na enquete ao lado sobre o que vocês poderiam fazer pelo Santa.

Julian Navarro, Leonardo Bortoletto e Victor Leal Neto - 4ª C.

“Série Bastidores do colégio”: sem o CPD o colégio para!


Você sabia que o CPD é muito importante para o funcionamento do colégio? Pois é, nós fomos conhecer suas instalações e as pessoas que trabalham lá, e entrevistamos o coordenador do CPD, Rogério. Ele nos disse que CPD significa Centro de Processamento de Dados e que era um termo muito usado antes, quando em cada empresa havia uma sala especial onde ficavam todos os grandes computadores, e todos os dados eram processados naquela sala. Hoje não se usa tanto esse termo porque cada departamento tem seu pequeno CPD com seus computadores e suas impressoras e cada um faz as suas coisas dentro do seu próprio departamento.

São cinco pessoas que trabalham no CPD: Rogério, Dalberson, Renato, Denis e Humberto. A maioria trabalha com a manutenção dos equipamentos que estão sendo usados: computadores e impressoras. Eles têm uma pessoa que desenvolve os programas que nós usamos aqui o Humberto. E o Rogério é o Analista de Sistemas, a pessoa que olha para os programas, os softwares, que estão com problemas e busca de uma solução com informática.

O CPD cuida de tudo o que e, está relacionado com tecnologia: da gráfica do colégio, que usa impressoras digitais de grande capacidade e que têm muita tecnologia nelas; cuidam das câmeras de segurança do colégio, que estão nas portarias e nos setores; cuidam da telefonia do colégio, de todo o sistema de comunicação e também de contato a internet nas salas de aulas.

Rogério nos disse que o CPD é importante para o funcionamento do colégio porque “...guarda, organiza e disponibiliza a informação de maneira atualizada: do CEI, da cantina, da Secretaria e dos outros departamentos”.

Ele trabalha no colégio faz 15 anos, ou seja, desde 1994, e naquela época tinham apenas 12 computadores em funcionamento no CPD. Agora têm 420, isto é 408 computadores a mais. Os cincos funcionários do CPD devem ter um trabalhão.

Uma das maiores mudanças no colégio foi a internet, que começou há 10 anos, quando o CPD ainda ficava no saguão principal do colégio (no prédio do Ensino Médio). Ele também nos disse que nos últimos 15 anos a maior mudança aconteceu nos computadores, dos “tijolões’’ aos laptops, que são hoje 286 no Santa. Agora está sendo instalada a rede Wireless para os pequenos computadores de internet sem fio, que vai funcionar por todo o Santa Cruz. Em breve você poderá usar seu laptop nesses lugares.

A data de término da instalação ainda não foi programada, mas a rede já foi instalada em alguns lugares, como o pátio azul e a biblioteca, e estão acabando de instalar no prédio do Ensino Médio

O CPD é muito importante para o funcionamento do colégio, por exemplo, se um sistema de computação quebra, eles ajustam; ou quando o sinal da internet não funciona eles arrumam. Então, agora vocês já sabem porque o colégio não funciona sem o CPD.

Conheça o CPD em vídeo!!

Antônio Paiva, Otávio Ohno e Yuri Carvalho– 4ª C.

Ano da França no Brasil...e no Santa

2009 é o ano da França no Brasil. Na biblioteca central do colégio foi montada uma exposição sobre isso. Conversamos com a Odete, uma das bibliotecárias responsáveis, ela nos disse que o objetivo deste evento é homenagear as palavras e a cultura francesa. Mostrando alguns exemplos da cozinha francesa que usamos no Brasil, como: couvert, crepe, petit-gateau e flambé, e algumas palavras do galicismo, ou seja, o modo de falar ou escrever da língua francesa também utilizados no Brasil, como: habitué, chofer (chauffeur), dossiê (dossier), corbeille e debut.

Na biblioteca, há duas salas com várias coisas expostas. Em uma delas há seis painéis sobre a cultura francesa, entre eles: música, moda, gastronomia, arquitetura, pintura e galicismo. E na outra sala, há exemplos da literatura francesa sobre romance, teatro, poesia, filosofia, história e ciência. E também revistas e jornais.

A idéia de intercâmbio entre a França e o Brasil foi dos dois governos, para as culturas se conhecerem mais. Em 2005 foi exatamente o contrário, teve o ano do Brasil na França: vários artistas, cantores, grupos de teatro e escolas de samba brasileiras foram lá.

Ao longo do ano, acontecerão vários eventos na cidade de São Paulo sobre o ano da França no Brasil. Veja abaixo:




A professora de francês Cássia, da 5ª série do EF2, realizou uma atividade com seus alunos sobre palavras de origem francesa, usadas no nosso cotidiano. Em primeiro
lugar, a professora Cássia organizou com os alunos, um levantamento do seu conhecimento prévio sobre o galicismo. Depois ela pediu para pesquisarem em casa outras palavras da origem francesa. Na aula seguinte a professora entregou um texto para os alunos grifarem palavras que achavam ser galicismos. A próxima tarefa, era procurarem no dicionário Houaiss, as palavras grifadas por eles, para terem certeza de que eram galicismos. Para finalizar esse trabalho, Cássia foi com os alunos para a Biblioteca Central do Colégio, para mostrar a exposição. Depois eles teriam que escolher um galicismo da árvore e criar um caligrama, ou seja uma figura formada pela palavra escolhida várias palavras relacionadas entre si.

Esse trabalho foi muito interessante, pois os alunos puderam aprender mais sobre a cultura francesa, seus galicismos e sua culinária. Com essa exposição comemorativa, conseguiram se divertir enquanto aprendiam.
Assista a aula em vídeo!

Manuela Allegro, Sofia Mendonça e Fernanda Moretto - 4ª C.

Uma grande maneira de construir uma amizade

Na 4ª série é realizado um projeto interdisciplinar de Religião e Inglês. A idéia veio do livro Fio da Meada, de Roseana Murray, que a série lia e Maria Helena, professora de Religião, gostou e adaptou a idéia para sua aula. Os alunos iniciam o projeto fazendo um desenho deles mesmos, vestindo suas roupas favoritas e contando do que gostam e do que não gostam de comer, fazer, brincar...

Após o desenho, os alunos devem criar, em casa, uma caixa na qual mostrarão por dentro e por fora quem são e do que gostam. Quando as crianças estão fazendo suas caixas, elas conseguem parar para pensar do que realmente gostam. O mesmo objeto, posto em caixas diferentes, pode significar diversas coisas. Segundo Maria Helena, o objetivo desse trabalho é “aliviar tensões de um grupo que vem misturado e fazer com que cada aluno pense um pouquinho no tipo de pessoa que quer ser. Nesse projeto ela poderá refletir sobre se quer ser uma pessoa que gera bem estar, que convive bem com as outras, e, na etapa final, quando apresentamos uma caixa e perguntamos de quem ela é e a classe diz coisas sobre essa pessoa, ela se torna conhecida de todos e isso facilita a integração entre os alunos”.

A proposta da professora Maria Helena é de que grupinhos fechados de amigos que vêm da 3ª série, ou que pessoas que estão com poucos amigos, possam se abrir para conhecer novas pessoas que gostam das mesmas coisas.

O objetivo da professora Luciana, nas aulas de Inglês, é possibilitar com esse trabalho que os alunos pratiquem a língua inglesa oralmente, além de ter o objetivo de ajudar a Maria Helena em sua proposta. Para o Inglês é importante a junção com Religião, pois Maria Helena já havia começado um projeto que podia dar início a outro, que já estava na cabeça da Luciana.

Nas aulas de Inglês, cada aluno escolhe um ou dois objetos da sua caixa e faz um desenho dele. Em seguida, recortam retalhos com o formato do desenho, colam, bordam e continuam a fazer outros retalhos a partir do mês de maio. No final, juntarão os 170 bordados para compôr uma grande colcha.

Carolina Pascual, João Hausknecht e Maria Eduarda Ramos – 4ª C

segunda-feira, 4 de maio de 2009

Supletivo agora tem acesso a e-mail e blog próprios

Renata Ikeda, professora da Fase 3 do Curso Supletivo do colégio, gosta muito de tecnologia e teve a brilhante idéia de criar um blog com os alunos de 2008, e uma conta de e-mail para cada um dos alunos da turma de 2009, com o objetivo de que melhorassem a leitura e escrita, além de aprender a mexer com o computador.

O trabalho aconteceu assim: eles escreveram suas histórias no Word e a Profª. Renata as publicou no blog. Assim, os alunos da Fase 3 de 2008, (equivalente à quarta série do EF1), criaram seu próprio blog chamado: "Histórias da nossa terra",
www.historiasdanossaterra.blogspot.com

Renata disse que muitos alunos acharam difícil lidar com esse tipo de tecnologia, mesmo achando-a divertida. Eles não tiveram condições financeiras para estudar durante a infância, a maioria vem de outros estados. Essa experiência serviu para os estudantes lembrarem da vida em suas cidades natal. Renata começou o trabalho como uma simples atividade, mas depois resolveu ir mais longe e possibilitar, através da criação de um blog, que os alunos aperfeiçoassem sua leitura e escrita.

Os alunos disseram que a experiência foi bastante útil em seus estudos e que adoraram a idéia, eles trabalharam com muito entusiasmo. Muitos começaram a se interessar por computação e outros até compraram computadores. É claro que também tiveram dificuldade em lidar pela primeira vez com essa tecnologia.

Sobre os e-mails, depois das aulas no CEI, a maioria dos alunos já consegue utilizar seu usuário e senha, e também ver os e-mails na caixa de entrada, mas enviá-los, no início, não foi uma tarefa fácil. Uma estudante queria falar por e-mail que estava com dificuldades com o mesmo, mas acabou conseguindo enviar sozinha. A professora Renata criou contas de e-mail para cada um de seus alunos. Foi um trabalho bem interessante!

Assista entrevista com os alunos!

Gustavo Campos, João Paulo Cozac e Ricardo Schützer – 4ª C.

Aprendendo a conversar

Aprender a conversar é essencial para a vida! É esse o projeto que o Pré 1 está fazendo e que se chama Roda de Conversa. A roda ajuda as crianças a melhorarem o vocabulário e a se expressar melhor.
Entrevistamos a assistente pedagógica da Educação Infantil, Regina Clara, que nos disse: “O principal objetivo parece até óbvio, que é aprender a conversar. As crianças, quando chegam no Santa Cruz já têm quatro anos, então já sabem falar. Mas saber conversar é muito mais do que isso, é falar corretamente, articular bem as palavras, perceber o assunto que está circulando na roda de conversa... Conversar é aprender a ouvir os outros, o que é bem difícil para crianças dessa idade... Então, o objetivo é que as crianças possam desenvolver a linguagem oral em várias situações comunicativas”.

Tudo isso começa na rotina do Pré, no momento da chegada das crianças, do qual a roda sempre fez parte. Eles têm a roda de conversa para combinar o que irá acontecer no dia, para falar sobre o tema de algum estudo, e para resolver uma briga ou algum desentendimento no recreio. Essa roda agrada bastante as crianças, segundo Regina, e ela nos disse que criar um projeto sobre isso é pensar em várias situações com objetivos diferentes. “Há várias situações. Fora do contexto da escola nós conversamos de maneiras diferentes. Se você vai brincar na casa de um amigo ou almoçar com a sua família, os temas vão surgindo, você conversa um pouco com quem está do seu lado, depois conversa com quem está do outro. Aí, de repente alguém dá risada e todo mundo ri também, e você quer saber o que aconteceu. Então, a conversa tem movimentos diferentes: tem horas em que só uma pessoa está falando, tem horas em que todo mundo fala ao mesmo tempo”.

Assistimos a uma roda organizada pelas professoras Simone e Gabriela, na Sala Vermelha do Pré1, e as crianças também deram suas opiniões. “Achei a roda legal porque teve o saco surpresa, a gente não conseguia adivinhar...”, disse a aluna Beatriz. “Foi difícil adivinhar o objeto porque a Simone não falou o que era e só deu para saber quando ela mostrou a pontinha”, falou Felipe, outro aluno.

Essa idéia foi boa porque quanto mais cedo as crianças aprendem a conversar, melhor se relacionam com as outras pessoas, e isso facilita a vida delas.

Assista a Roda do Pré 1 - Sala Vermelha!

Álvaro Dias, Fernando Bruna, Guilherme Franco - 4ª C.

Você já viu a casa do João de Barro no Ensino Médio? E sabe o que diz a canção sobre ele?


No Colégio Santa Cruz há uma paineira maravilhosa e há pouco tempo um João construiu sua casinha ali e fica em frente à cantina do Ensino Médio.

Então resolvemos entrevistar 23 professores que dão aulas no prédio do Ensino Médio para saber quem já havia visto a casa do João de Barro, quem conhecia a canção gravada por Tonico e Tinoco e Sérgio Reis que conta uma história trágica vivida pelo pássaro, e saber quem concordava ou não com o que o João de Barro fez (na canção).

Para quem não sabe, a canção conta que o pássaro tinha uma companheira a quem amava, mas ela o traiu. Por isso, ele a trancou dentro de sua casinha para todo o sempre! Leia:
João de Barro
Tonico e Tinoco
Composição: Ted Vieira - Muibo Cury

O João de Barro pra ser feliz como eu
Certo dia resolveu arranjar uma companheira
Num vai e vem com o barro da biquinha
Ele fez sua casinha lá no galho da paineira

Toda manhã o pedreiro da floresta
Cantava fazendo festa praquela que tanto amava
Mas quando ele ia buscar um raminho
Para construir seu ninho seu amor lhe enganava

Mas neste mundo o mal feito é descoberto
João de Barro viu de perto sua esperança perdida
Cego de dor trancou a porta da morada
Deixando lá sua amada presa pro resto da vida

Que semelhança entre o nosso fadário
Só que eu fiz o contrário do que o João de Barro fez
Nosso Senhor me deu força nesta hora
A ingrata eu pus pra fora onde anda eu não sei

Os resultados foram: 14 professores já tinham visto a casa do João de Barro e nove não. Apenas cinco conheciam a canção, mas todos os 23 não concordam com o que o João de Barro fez. Ainda bem, era o que nós imaginávamos mesmo!

Divirta-se assistindo ao vídeo com as entrevistas!

Fontes:
www.letras.terra.com.br

Bruna Sorrentino, Carolina Pileggi e Julia Ruiz – 4ª C.

Novidade: Encontro de Jovens do EF2!

No Colégio Santa Cruz aconteceu pela primeira vez o Encontro de Jovens do Ensino Fundamental 2, nos últimos dias 7 e 8 de março. Vinte alunos das 7ª e 8ª séries participaram do evento.

Entrevistamos a professora Rita, de Ensino Religioso e coordenadora do Peace (Partilha Entre Amigos com Esperança - trabalho realizado com os alunos que já participaram da 1ª Eucaristia), que nos contou detalhes de tudo o que aconteceu naquele fim de semana.

Rita foi responsável pela organização, que começou em novembro de 2008, com o apoio da Diretoria e da equipe da Pastoral do colégio. Ela foi responsável também pela contratação das pessoas que vieram dar palestras, contar histórias, estimular vivências, realizar animações, além de orientar os trabalhos dos monitores, que são ex-alunos do colégio.

Os professores Rodrigo (8ª série), Raul (7ª série) e Carol (Catequese) ajudaram e participaram do evento, que começou às 8 horas do sábado, e nele os alunos foram convidados a ter novas experiências, a participar de uma vivência nova, sem preconceitos.

Assim que chegaram, eles foram levados ao prédio do Ensino Médio, com os olhos vendados, onde foi feita uma atividade na qual experimentaram sensações diferentes de duro-mole, quente-frio, macio-duro, cheiro de incenso, vento sem cheiro, gel etc. Em seguida, entraram sem sapatos numa sala de aula que tinha um tapete, cortinas e balas espalhadas pelo chão, ao som da música “Bolero”, de Ravel. Os alunos ficaram sentados esperando os professores e monitores que chegaram e se apresentaram de maneiras diferentes. Almoçaram e à tarde fizeram uma caça ao tesouro, na qual tinham que unir todas as pistas para achar o prêmio. Tomaram banho e jantaram. Depois ouviram histórias das 1001 noites narradas por contadores. Escutaram músicas, escreveram cartas para quem tinham saudades e, à meia noite, dormiram.

No outro dia, bem cedo, tiveram um momento para conversar com dois Doutores da Alegria, que contaram histórias de sua vida, da origem dos Doutores da Alegria e fizeram uma performance mostrando como é seu trabalho com crianças doentes em hospitais. O prof. Rodrigo preparou uma cerimônia de encerramento do encontro com canções, textos e testemunhos sobre o valor da vida. O objetivo do evento foi a convivência e a valorização da vida.
Em seguida, todos almoçaram juntos e às 13h00, os pais chegaram para buscar seus filhos.
Não perca os depoimentos de alguns alunos em vídeo!

Ana Helena Nigro, Luiza Costa e Patrícia Philodemos - 4ª C.

O QUE VOCÊ ACHA DA NOVA CANTINA DO COLÉGIO?


Conversamos com Rogério, um dos quatro sócios da nova cantina do colégio, a Rockcafé. Ele contou que essa rede surgiu na Fundação Getúlio Vargas (FGV) de São Paulo há treze anos. Depois foram criadas filiais em faculdades como a ESPM, Anhembi-Morumbi, e esse ano eles passaram a ter a Rockcafé em escolas. O Santa Cruz é a primeira delas. Ele nos disse que os alunos do Santa conversam bastante e são bem mais simpáticos do que nas faculdades onde eles têm a loja.

Antes de vir para o colégio, produtos como coxinha, nuggets e batata frita são pré-fritos e, quando chegam na cantina são assados. Isso mostra que nessa cantina não há tanta gordura nos alimentos como nas outras cantinas.

A rede tem também restaurante, com uma nutricionista que prepara um cardápio diferente a cada dia. Eles não trabalham com franquias. Rogério contou que cada sócio sempre está presente em uma das lojas para orientar os funcionários. No Santa Cruz, a maioria dos funcionários é nova, e por isso precisam de orientação. Ainda não tem um gerente oficial, é Rogério quem está formando a equipe.

Na entrevista que fizemos com o Rogério, perguntamos qual a diferença dessa rede em relação à concorrência e ele nos disse que acredita bastante nessa questão dos sócios presentes no dia a dia, que não adianta só delegar e acreditar que sempre tudo irá dar certo. “Você está sempre no começo, quando abre uma loja, deve ficar sempre ali por perto, fiscalizando, vendo se os funcionários estão atendendo bem, se estão de cara feia, de mal-humor, se não deixam de usar luvas, se as coisas são feitas com higiene...”, disse ele. Ele também falou que é muito importante ter sempre alguma pessoa atenta a isso.

Os funcionários do Rocafé não podem comer os produtos da cantina de graça só porque trabalham lá. Eles são orientados a dar a volta e comprar o produto do outro lado do balcão. É pedido que o funcionário até tire o avental para fazer isso, igual a todos os outros clientes.

Rogério trabalha na cantina há pouco mais de um ano e meio. Ele conheceu o Rockafé na GV, como cliente, pois estudava lá. Rogério também queria ter um negócio próprio. Ele já havia trabalhado em banco antes, mas estava procurando alguma coisa nova para fazer e comércio é uma coisa que Rogério sempre gostou.

Fontes:
www.1.folha.uol.com.br

Daniela Woisky, Luiza Alcântara e Marcelo Neves – 4ª C
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