fizemos uma edição de sua tão graciosa apresentação de fim de ano, para que se lembrem daquela noite!
Continuem escrevendo textos atraentes na 5ª série e participando de nosso jornal com comentários.
Sentiremos saudades,
Bel, Cris e Mônica.

Ana Cecília Mesquita, Carolina Wakisaka e Marina Freitas – 4ª E.

André Pinho, Bruno Costa e Pedro Barreto - 4ª E
A robótica é a ciência que estuda a construção de robôs. Ela concentra várias outras atividades e disciplinas, como a engenharia mecânica e a Enrico Guerrini, Lucas Vieira e Matheus Marques – 4ª A.
Marina Oliveira, Camila Rigonatti, Pedro Xavier e Matheus Marques - 4ª A.
Fizemos uma pesquisa sobre o perfil dos alunos do colégio, e obtivemos informações muito interessantes. Leia abaixo.- Nome mais comum: Pedro! A escola possui 108.
- Total de meninos: 1.246
- Total de meninas: 1.245 VEJAM, QUASE EMPATARAM!
- Total de alunos: 2.491
- Funcionários: 198
- Aluna mais jovem: Isabela, do Pré1, nasceu dia 29/12/2003.
- Gêmeos: 72
- Trigêmeos: 18
- Alunos que estudam desde primeira série: 1.756
- Vagas para automóveis: 214

Os nomes menos comuns do colégio são: Babette, Igor, Heloy, Ítalo, Noelle, Olga, Plínio, Yolanda, Iggy e Yvon.
Fizemos uma entrevista com Yolanda (2º ano do EM), Igor (4ª série do EF1), Iggy e Babette (3º ano do EF) e eles nos contaram que....
Babette, 2º ano do EF1, 8 anos
“ Meus pais me deram esse nome porque é o nome da minha avó. A origem dele é francesa.” 
Iggy, 3ºano EF1, 8anos
“ A origem do meu nome é uma homenagem ao cantor Iggy Pop”
Nabhi, 2º ano EF1, 8 anos
“ Eu tenho esse nome porque é o nome do meu avô. Ele tem origem libanesa.”
Igor,4ª série EF1 ,10 anos
“ Eu tenho esse nome porque os meus pais acham bonito, a origem dele é russa.”
Yolanda ,1°colegial,18 anos
“Eu tenho esse nome porque é o nome de uma música que meus pais gostam,o significado dele é flor de violeta”
Compare no álbum os alunos com suas caricaturas.
Maria Helena Eid, Mariana Pedote, Marina Richard – 4ª A
Enrico Guerrini, Gabriela Lutz, Mariana Pedote, Pedro Henrique Carani-4ª A
AGORA, TENTE FAZER O NOSSO QUIZZ SOBRE A COZINHA!




É possível crianças de 1º ano aprenderem sobre a Mata Atlântica? No Santa Cruz existe um estudo sobre esse tema, que já é bem antigo.O estudo acontece assim: em primeiro lugar, as professoras conversam com as crianças sobre o que sabem e lembram sobre a Mata Atlântica. Em seguida, é realizado um passeio para a fazenda São Jorge, no município de Juquitiba, a uma hora de São Paulo. Lá as crianças vêem co
mo é esse ambiente, as árvores, os animais, fazem anotações e avaliam as c ondições da mata. Depois de tudo isso, os professores da escola iniciam uma série de aulas sobre a Mata Atlântica com diferentes temas. Há uma aula mais histórica para pensar a exploração da mata, como ela era na época do Descobrimento, e o que foi acontecendo com ela ao longo dos anos.
Outra aula é sobre as condições da mata, sobre temperatura, luminosidade, importância da água, e outra ainda para estudar as espécies de animais e plantas, entre eles o mico-leão-dourado, que é o símbolo da mata.
Uma parte interessante do passeio é quando os alunos aprendem sobre as bromélias, e esse lugar cultiva bromélias. Na fazenda há uma estufa que é chamada de berçário, e as crianças plantam bromélias nesse local. É um agrado do pessoal da fazenda oferecer uma muda de bromélias para cada criança depois da visita.
Luisa Giannini, Maria Theresa Dyévre e Vitor Algodoal 4ª B.
ASSISTA A TRECHOS DA PEÇA DA 6ª SÉRIE
ASSISTA A TRECHOS DA PEÇA DA 8ª SÉRIE
João Godoy, Joaquim Barros e José Ricardo Coelho – 4 ª B.

es antigamente, têm a oportunidade de jogar e reencontrar os amigos.
ostariam de vir de novo no ano que vem, como disse a ex-aluna Paula Sthefano, 29. “Eu fico muito feliz porque para mim é uma coisa muito especial. Quando eu tinha mais ou menos dez anos, eu ficava o ano inteiro esperando esse dia, então para mim é uma emoção muito grande”. Outro dos entrevistados, Gabriel Aidar, o presidente da Associação dos Ex-alunos do Santa disse: “Eu acho ótimo nós estarmos organizando a festa. É um lugar para reencontrar ex-alunos. Este ano estão escritos 118 times com aproximadamente dez ex-alunos em cada, o que significa mais de mil atletas jogando”.

Entrevistamos as alunas do 2º ano do Ensino Médio, Giulia Afiune e Luísa Rolla, representantes do Comitê de Organização do Festival de Bandas, que nos falaram sobre como será o festival de 2008.
O festival acontece uma vez por ano, em uma tarde de sábado, no próprio colégio e tem a duração de aproximadamente cinco ou seis horas. Este ano acontecerá no dia 8 de novembro, das 13h00 às 19h00, e já há aproximadamente 12 bandas inscritas.
Há bandas femininas, masculinas e mistas e nem todos os integrantes são alunos da escola. Cada banda é responsável por preparar a sua apresentação. Não há premiação nem competição entre as bandas, a idéia é de diversão exclusivamente. 
É isso mesmo, o objetivo do festival é fazer todos se divertirem e se conhecerem mais. Além de ouvir ou tocar músicas no festival, você poderá ler poemas de autoria dos alunos e ver fotos de outros festivais num enorme painel montado pela organização do evento.
Para quem gosta de canções de qualquer gênero, nós aconselhamos a ir ao festival. “Nossa geração gosta muito de músicas antigas, Tropicália, Beatles, Rolling Stones e rock antigo”, mas seria muito legal se a gente conseguisse tudo no mesmo espaço, rock, forró, axé, etc.”, disse Giulia.
CURIOSIDADES
Em média, 10 bandas tocam e 150 pessoas assistem ao festival.
· Já houve bandas que evoluíram profissionalmente.
· Não há vencedores nesse festival, ele foi criado só para a diversão.
· O número de meninos e meninas que tocam é relativamente equilibrados.
· Haverá um painel de fotos chamado “Entrelinhas” onde os alunos poderão se expressar livremente.
Lucas Giavina-Bianchi, Lucas Machado e Victor Dias – 4ª B.

Assista o vídeo de uma aula no 2º ano do Ensino Médio.