quarta-feira, 16 de setembro de 2009

Entrevista com o Grêmio de 2009

Entrevistamos dois membros da diretoria do Grêmio eleita em 2009, João Batista Carvalho de Brito Cruz e Pedro Tacla Yamada. Eles nos contaram que o Grêmio estava sem diretoria porque a anterior era composta por apenas duas pessoas do 3º ano do Ensino Médio, que saíram do colégio. Por isso, propuseram uma nova eleição, antecipada, para que o Grêmio pudesse funcionar de novo. Disseram também que normalmente o mandato dura um ano, mas esta gestão terá um ano e meio, porque as eleições foram antecipadas.

Perguntamos a eles quais eram seus cargos. “Somos a Diretoria, mas todos que quiserem podem participar das reuniões e têm a mesma voz e o mesmo poder de voto para qualquer decisão.” Segundo eles, os Grêmios existem para dar voz aos alunos diante da diretoria da escola. Então, o Grêmio poderia, se quisesse, implantar a coleta seletiva de lixo na escola. O que os alunos quiserem fazer o Grêmio viabiliza, pois representa os alunos do colégio.

Quando nós fizemos a entrevista, vimos que a sala era pintada e quisemos saber o motivo daquela pintura. Eles disseram: “Os alunos podem fazer o que quiserem com a sala e, então, antigamente havia uns protestos nas paredes, hoje são umas coisas tipo pichações, feitas por eles. O Grêmio é que tem as tintas coloridas”.

Agora, conheça um pouco melhor os dois diretores do Grêmio, lendo a entrevista do tipo ping-pong abaixo:

João Batista Carvalho de Brito Cruz – 1º ano F

FILME PREFERIDO: The wall
ESPORTE: Basquete
TIME QUE TORCE: Palmeiras
UMA MÚSICA: Qualquer do Charlie Parker
UMA COMIDA: Macarrão a bolonhesa
PEÇA DE TEATRO: O Crânio, de Lúcia Carvalho.
BANDA PREFERIDA: Jethro Tull
INSTRUMENTO QUE TOCA: Saxofone
LIVRO QUE MAIS GOSTOU: Liberdade sem medo
LIVRO QUE MENOS GOSTOU: Flores

Pedro Tacla Yamada – 1º ano D

FILME PREFERIDO: Casablanca
ESPORTE: Tênis
TIME QUE TORCE: Nenhum
UMA MÚSICA: The Chicken
UMA COMIDA: Curry Rice (é uma comida japonesa com curry).
PEÇA DE TEATRO: Não tem
BANDA PREFERIDA: Jethro Tull
INSTRUMENTO QUE TOCA: Baixo
LIVRO QUE MAIS GOSTOU: Cem anos de solidão
LIVRO QUE MENOS GOSTOU: Harry Potter

Agora, assista ao vídeo da entrevista!

Enzo Salvoni, Gabriel Kon e Gustavo Cersosimo – 4ª E

Repórter por um dia: Secretaria do Ensino Fundamental

Você já parou para pensar como seria se passasse um dia na secretaria do Ensino Fundamental? Fizemos isso e vamos mostrar como funciona o dia a dia da secretaria. As quatro secretárias são: Silvana, Patrícia, Sandra e Graziela.

Descobrimos que a rotina da secretaria é bem variada. Por exemplo, num dia chuvoso, como o que passamos com elas lá, nos recreios da tarde muitas crianças ficam no hall em frente a ela. Algumas vezes, acontece de várias crianças se sentirem indispostas no mesmo dia e as secretárias ajudam a enfermeira em seu atendimento, dando-lhes atenção. Também há dias em que ninguém se sente mal. O telefone, em alguns dias, toca muito, em outros nem tanto.

Nos períodos em que os professores escrevem os pareceres de alunos é bastante tumultuado, pois há uma data certa para entregar os boletins e algumas secretárias têm que se dedicar mais a isso. Em alguns momentos, há mais solicitações de orientadores para marcar horários com alguns pais... Ou seja, a cada dia tem uma novidade.

Entrevistamos cada uma das secretárias para conhecê-las um pouco mais e saber como vêem seu trabalho
.

Silvana Nammur Riedel disse: “Faço basicamente o que todas as secretárias aqui da escola fazem: atendimento a professores, pais, alunos, direção. Eu, especificamente, tenho tarefas um pouquinho diferentes das outras secretárias: atendo os professores no que se refere às mensagens que eles fazem e aos conceitos para os alunos nos boletins. Também administro as provas substitutivas do Ensino Fundamental 2.

Entrevistamos também a Patricia Paseli, que trabalha na Secretaria do EF há cinco anos. Ela nos contou que suas principais tarefas são receber todo o material do professor e mandar para a gráfica-editoração, atender ao balcão e alunos, fazer o agendamento de entrevistas e o atendimento telefônico. Também lembrou de um fato curioso que lhe aconteceu: “Uma criança estava doente e a gente não conseguia falar com a mãe dele e eu então liguei para o pai (no celular). O problema é que o pai não estava no Brasil. A gente só descobriu porque ele ligou para a mãe da criança e pediu que ela entrasse em contato com a escola. Foi ela que nos informou que ele estava nos Estados Unidos.”

Sandra Carmela Amoroso é secretária na escola há dez anos. Ela já trabalhou na Educação Infantil e, por isso, conhece muito bem os alunos do Ensino Fundamental. Ajuda na organização dos professores do EF1 com as listas de presença e os pareceres. Contou um caso muito curioso que lhe aconteceu: “No ano retrasado, uma mãe ligou muito nervosa e nós não pudemos atender a solicitação dela por causa de regras que existem na escola. Então, ela disse que viria pessoalmente aqui na escola e nós achamos que ela havia ficado brava. No entanto, quando chegou, ela veio ao balcão com sua filha e disse: “Nós amamos vocês!”

Graziela Borges Vasques atende os pais, alunos e orientadores. Trabalha no colégio há um ano e sete meses. Trabalha no atendimento dos cursos do Ensino Fundamental, fazendo agendamentos de pais de alunos e solicitações. A tarefa que mais faz diariamente é o atendimento aos alunos. Disse-nos não lembrar de nenhum fato curioso, mas contou uma novidade: “A partir do mês que vem vamos usar uniformes.”

Gostamos muito de fazer essa reportagem, pois vimos como a Secretaria é importante para a escola.


Não perca o vídeo de nosso dia de repórter!

Eduardo Salomão, Mariana Addor e Pedro Jacob – 4ª E.

Novidades na Educação Infantil

No prédio da Educação Infantil foi realizada uma reforma, para ser criada uma nova sala com uma lousa touch screen, que pode ser usada com as mãos ou não. Por fora, o prédio ganhou uma estrutura pintada de preto, com janelas de vidro e caixilhos de madeira. A recepção mudou de lugar e o espaço ficou bem maior.

Na nova sala, já conhecida como Sala Branca, os alunos fazem vários tipos de atividades, usando ou não a lousa, como: jogos de matemática ou língua portuguesa, rodas de conversa, ou até experiências científicas.

Fizemos uma entrevista com Helenice, vice-diretora da Educação Infantil, e ela nos disse: ‘’A nova sala branca é uma sala grande, de multiuso. Lá poderão ser feitas várias atividades envolvendo as diferentes disciplinas. Também há uma mini pia, que poderá ser utilizada para experiências ou observações e a lousa eletrônica com computador, para ser utilizada pelos alunos e professoras. Já fazia algum tempo que planejávamos ter mais possibilidades para os alunos. A Sala Azul era a única sala multiuso e é mais voltada a jogos dramáticos, música e literatura. Com o tempo, nós percebemos que precisávamos de mais espaço para atividades, daí a criação da Sala Branca. Houve uma distribuição no espaço e, a sala de orientação e direção do pré foram transformadas na Sala Branca. Apesar da reforma ser grande, não houve mudanças nas salas.”

Quando estávamos na Sala Branca tivemos a oportunidade de saber um pouco mais sobre como se utiliza a lousa touch screen e também que recursos ela tem e como utilizá-los. Tivemos também a oportunidade de aprender a operá-la com Márcio da Silva, assistente de informática do CEI. Achamos muito divertido e acreditamos que seria muito útil se houvesse uma também no prédio do Ensino Fundamental.

Clara Fossa, Helena Magalhães e Mariana Burti – 4ª E.

Adultos do Supletivo também têm Roda de Leitura!

Você sabia que uma atividade importante do Ensino Fundamental do curso Supletivo são as Rodas de Leitura? É um momento no qual, além de poderem contar sobre os livros que leram aos colegas e fazer indicações, os alunos podem ler outros livros, sozinhos ou com a ajuda das professoras.

As rodas são realizadas na biblioteca central do colégio, mas os livros vêm da sala de leitura do 4º ano e da 4ª série do EF1. Os alunos emprestam os livros e os levam para ler em casa.

Entrevistamos Tsuyaco Motomats, mais conhecida com Tsuya, funcionária da biblioteca da escola. Ela é formada em Pedagogia e a entrevistamos porque ela também ajuda a professora a encaminhar a roda de leitura do Supletivo.

Para a escolha dos livros, a professora comunica Tsuya sobre o que eles irão trabalhar. Como a biblioteca do EF1 fica fechada à noite, (horário de aulas do Supletivo), Tsuya já separa os livros antes e os leva para a biblioteca central, onde acontecem as rodas de leitura do Supletivo. Após Tsuya fazer essa seleção e a professora ver quais livros foram escolhidos, ela os organiza em mesas da biblioteca como se fosse uma exposição, para os alunos escolherem qual irão emprestar para ler em casa.

A roda de leitura
acontece do seguinte modo: primeiro a professora lê um livro com uma história curta para os alunos, depois quem quiser conta sobre o livro que leu em casa e a partir daí comentam sobre acontecimentos parecidos que viveram em suas vidas. Surgem conversas muito interessantes. No final, cada um escolhe um livro para ler em casa e é realizado o empréstimo. São intercaladas duas atividades: em uma semana acontece a roda de leitura e na outra a leitura silenciosa.

Nós achamos interessante haver a roda de leitura no Supletivo, pois dá chance aos adultos que não aprenderam a ler em suas infâncias e não têm quase tempo de ler em suas casas, de ler durante pelo menos meia hora por semana.

Veja, no vídeo, alunos contando sobre os livros que leram. Entre eles, A Bolsa Amarela!

Carolina Teixeira, Giorgia Cordovil, Isabella Maffei – 4ª E.

O que Darwin pensava? Venha saber na biblioteca central do Santa!

“Não há um único fato que não possa ser visto de uma maneira diferente”. Essa foi uma das frases do famoso inglês, Charles Darwin, um naturalista nascido em 1809, em Shrewsbury, na Inglaterra, que marcou seu nome pela descoberta de várias espécies de animais.

Agora, em 2009, quando se comemoram não apenas os 200 anos de sua morte, mas também os 150 anos de suas descobertas sobre os seres vivos e suas evoluções, a biblioteca do colégio mostra o trabalho de Darwin exposto em cartazes, revistas e livros sobre sua história.

Na exposição, aprende-se que Darwin ficou conhecido principalmente pela ideia da seleção natural, que diz que os seres vivos sofrem mudanças genéticas e podem passá-las para seus futuros parentes, ainda descobriu também que os Tentilhões de Galápagos, uma espécie de pássaros, se modificavam ao se procriar assim nunca mantendo a espécie igual. A mariposa Biston é uma bela espécie que Darwin descobriu que se camuflavam em troncos com líquen, mas no século XIX por culpa da fuligem das fábricas se alterou para uma cor escura.

Curiosidades sobre Darwin:

• A senhora Emma Darwin (que, na verdade, era a Bia Savoldi, professora de Leituras da 4ª série) fez uma visita à biblioteca e mostrou a todos os alunos da 4ª série o conhecimento que Darwin trouxe ao mundo, com suas descobertas. Agora ela pode estar esperando por você lá, para lhe contar e mostrar a história de seu marido, Charles Robert Darwin.

• Seu pai queria que ele fosse pastor.

• Darwin teve 11 filhos com Emma.

Fontes: www.girafamania.com , www.webpess.com

Camila Godoy, Eduarda Rodriguez e Heloísa Novo - 4ª E.

Conheça o minifórum de debates do Ensino Médio!

Saiba como é organizado no colégio O professor de Geografia do 3º ano do Ensino Médio, João Bentes Coroa, organiza um minifórum de discussão e debate em cada classe, para que os alunos possam expressar suas ideias e, ao saírem do colégio, saibam falar em público. Os temas discutidos entre eles foram: (Está surgindo uma) Nova Guerra Fria?, A atual crise (econômica) mundial e A Questão Amazônica. O professor teve essa ideia, pois como os alunos já participavam do Fórum FAAP, seria interessante fazer um menor fórum e interno.

Alfredo Setubal, do 3º ano, disse que esse foi sem dúvida o primeiro debate de que participou com o qual realmente se envolveu. Depois do trabalho de pesquisa, ele e seus colegas de grupo queriam defender seu ponto de vista (queriam "ganhar"). Então, surgiram duas "facções" e um sentimento de competitividade não exagerado que os estimulou a argumentar com mais fervor. Também disse que outro ponto positivo foi o fato terem aprendido algo extremamente interessante e contemporâneo de uma maneira inovadora e dinâmica.

Como nos disse o aluno Guilherme Barbosa de Lucia Trindade, também do 3º ano, "os temas discutidos são bastante atuais, portanto a melhor maneira de recolher argumentos para o debate foi acompanhar o que saía diariamente na imprensa sobre o assunto. Além disso, para compreender a atual conjuntura, foi importante pesquisar a história do tema discutido".

Sobre a Guerra Fria, segundo o professor João Bentes, "o que se discutiu é se os atuais fatos e conflitos que envolvem E.U.A. e Rússia podem caracterizar ou não uma nova Guerra Fria". Sobre a atual Crise Mundial, foi discutido por que ela começou e soluções para resolvê-la. Em relação à Questão Amazônica, o debate girou em torno dela ser geopolítica ou ambiental.

Nesses debates as salas são divididas em dois grupos. Cada grupo defende seu ponto de vista sobre o assunto e alguns alunos compõem a mesa mediadora e organizadora do debate. Cada grupo deve escrever e apresentar um "documento de posição", que será defendido oralmente durante até dez minutos. Após a defesa, terá mais cinco minutos, no máximo, para esclarecimento de dúvidas.

A mesa mediadora tem também como tarefa manter as regras durante o debate. Se algum aluno não as cumprir, poderá até ser expulso. Os temas são escolhidos de acordo com os atuais problemas do mundo. O aluno Guilherme Correia nos contou que participou da mesa mediadora e se preparou para isso pesquisando no material do professor João Bentes e também na internet. Já as regras do debate foram discutidas na sala de aula com o professor e os colegas da classe.

Fontes:
www.galizacig.com , olhovivo-e-peligeiro.blogspot.com, engfeevale.wordpress.com

Guilherme Pedote, Lucas Russo e Teodoro Ferreira – 4ª E.

Casos inéditos sobre colégio de antigamente


Fizemos uma entrevista com o Padre José Amaral de Almeida Prado, que atualmente é o porta-voz dos assuntos entre o colégio e a Congregação de Santa Cruz. Ex- professor de Religião, Latim e Português do antigo Ensino Fundamental 2, também foi Diretor do Curso Ginasial entre 1963 e 1968. Está há 55 anos no colégio, desde ordenação.

Ele nos contou várias curiosidades e fatos inéditos sobre o colégio, pois acompanhou toda a sua história aqui. Entre outras coisas, disse que, antigamente, por regra nos colégios de padres estudavam os meninos, e nos de freiras estudavam as meninas. Ele observou que os meninos eram muito bagunceiros e, com a entrada das meninas, melhoraram.

Perguntamos a ele como era viver na casa que hoje em dia é a Educação Infantil, e ele falou que, naquela época tinham dez padres e a vida deles era muito comunitária e alegre. Viviam muito bem entre eles e o colégio não tinha muitos alunos como hoje em dia, por isso era mais silencioso.

Ele acha que o colégio deve estar como sempre esteve, atento às mudanças que possam ocorrer. Ele nos pediu para dizer aos alunos que tenham uma posição de colaboração com os professores e educadores, sempre!

Não deixe de ver a entrevista, você vai adorar !!

Anna Paula Pignalosa e João Francisco Neto - 4ª E.