segunda-feira, 23 de novembro de 2009

Funcionários do colégio agora têm novos uniformes

Você já notou que, a partir do mês de outubro, mais funcionários do Colégio Santa Cruz estão usando uniformes, assim como os alunos? Fizemos uma entrevista com a vice-diretora Helenice Simões de Sales para saber como surgiu a ideia dos novos uniformes.

Antes, apenas os seguranças e os funcionários da limpeza usavam uniformes, e os vigilantes tinham apenas um avental. Agora todos vestem uniformes menos os professores, funcionários do CEI e biblioteca.

Uma das coisas boas do uniforme é que os funcionários não precisam comprar tantas roupas. Os uniformes foram feitos para vários tipos de clima: para o frio há um casaco e camisa de manga comprida e, no calor, usam camiseta de manga curta.

A ideia da Direção Geral de fazer novos uniformes surgiu há um bom tempo. Com a ajuda da equipe de diretores e do vice-diretor geral da escola, prof. Flávio Berthola Facca, foi realizada uma pesquisa no mercado para verificar quais eram as melhores opções.

André Lima, Gabriel Zogbi e Luca Cocito – 4ª B.

Resenhas – um jeito gostoso de saber sobre um livro

As professoras Maria Cecília Orlandi Cangi e Renata Silveira, do 3º ano do EF1, realizaram com os alunos um trabalho que eles adoraram fazer e que será de muita utilidade para os alunos dessa e das outras séries também. O que foi feito? O projeto de escrita de resenhas que já é realizado há alguns anos na série, foi incrementado e os alunos aprenderam a editar seus textos no programa Power Point, com animação e som.

Conversamos com a professora Renata que nos contou que, no ano passado os alunos do 3º ano escreveram resenhas sobre os livros da biblioteca e as registraram em fichas que foram colocadas à disposição de todos na Sala de Leituras. Assim, quando os colegas fossem emprestar livros para levar para casa poderiam consultar essas fichas e conhecer um pouco sobre o título em que estivessem interessados.

“Neste ano tivemos a idéia de fazer também no computador para que a resenha seja apresentada de maneira mais atraente, mais ilustrada, com recursos de animação, som, e ficarem à disposição para os alunos consultarem e escolherem suas leituras em um computador na Sala de Leituras.” Todos os alunos fizeram sua própria resenha. Em seguida, em duplas, editaram uma resenha animada no Power Point e outra digitada no Word. Essa última foi transformada em uma ficha. Assim, ambas poderão ser consultadas na Sala de Leituras, no computador ou na caixa de resenhas.

Os livros resenhados são de aventura (Jack Sparrow), suspense (Gênio do Crime), e, como Judy Moody e A Casa Sonolenta. Renata acredita que é importante os alunos aprenderem a escrever uma resenha, a entendê-la. “Em relação ao trabalho no Centro de Informática, os alunos aprendem a animar o texto, a colocar som, ou seja, aprendem além da estrutura do texto, a trabalhar com mais recursos de informática.”

Perguntamos se ela costuma ler resenhas de livros e por que e ela respondeu que a resenha é uma maneira interessante de conhecer um pouco sobre a história que irá ler.

Entrevistamos alguns alunos para saber o que acharam do trabalho. Duas garotas que lêem muito disseram que foi muito divertido e interessante. Um dos alunos nos contou que só lê a resenha quando acha a capa do livro interessante, já outro lê sempre as resenhas.


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Rodrigo Sonoda, João Pedro Marques e Pedro Hauskchnet – 4ª A.

O QUE MUDOU NA FESTA DOS ESPORTES DO EF1?

Entrevistamos o professor de Educação Física do 4º ano e da 4ª série, Mário Hata, para saber sua opinião e a de seus colegas José Plácido e Rui sobre as mudanças em nossa Festa dos Esportes, e conversar sobre o que melhorou.

Ele nos contou que agora a Festa dos Esportes dura três dias, com horários separados entre as séries. Também foi realizada a numeração das quadras e o colégio investiu em mediadores em vez de árbitros. Mas nas palavras de Mário, “eles precisam ser mais bem preparados, a gente percebeu isso!” Outra boa coisa é que, agora, o trio de professores de Educação Física se auxilia entre si, cada um no horário do outro.

Ele acha que os alunos se esforçaram: “O esforço é uma coisa bem relativa, quero dizer, o esforço de uma pessoa que tem facilidade para o esporte é diferente do de uma pessoa que não tem tanta habilidade. Muitas vezes o pouco esforço da pessoa que não é tão boa, pode ser um grande esforço para ela! E isso ajuda bastante o grupo.’

Os jogos da Festa dos Esportes foram eleitos pelos alunos das cinco séries. Ensinar as regras foi muito simples aos pais e aos mediadores, o problema segundo Mário, foi aplicá-las. Cada pessoa enxerga de uma forma, então o difícil é aplicar as regras durante a situação de jogo, neste caso é preciso treinar muito.

Pelo que o Mario disse os mediadores da Pontual precisam ser mais preparados. Eles precisariam na verdade observar mais jogos e precisariam jogá-los e arbitrar mais vezes, para ficarem bons. Compreendemos muito bem as normas do jogo, eles não.

Segundo Mario “poucos alunos cooperaram com os mediadores, pois quando o aluno vai fazer crítica, ele fala que o mediador não viu o que ele viu, não é”? Ele crê que nós temos que aprender a ajudar as pessoas, pois é uma das coisas mais complicadas que existem. É muito difícil se colocar no lugar de outra pessoa e muito importante ouvir pessoas que você não conhece, falar sobre assuntos diferentes, jogarem junto ou até falarem, pois isso, também é um jeito de melhorar e evoluir.

Os jogos do EF1 não são competitivos para que haja ajuda e colaboração entre as pessoas. Esta é nossa tentativa para haver um bom relacionamento.

Assista ao vídeo completo da Festa!!!!

André Ribeiro, Guilherme Missaka e John Fladt – 4ªA