No ano passado foi realizado o primeiro interclasses, jogos formados por classes de um mesmo ano, uma contra a outra. Os times foram organizados contendo integrantes misturados de várias classes. Esse ano, foram abertas duas modalidades, futebol e queimada e os times são formados por alunos da mesma classe, por exemplo 5°ano A X 5°ano D.
Como não havia muitas meninas que queriam participar do futebol feminino, o time foi sorteado enquanto o dos meninos foi dividido por classes. A queimada é mista . Em cada classe, foram sorteados dois representantes. Para sabermos mais falaremos com algumas pessoas envolvidas nos jogos:
Entrevista:
Bom, depois das entrevistas, o resultado foi como esperávamos: todos os representantes concordam que a rivalidade é bem maior, desde o começo, e que muitos dos jogadores se revoltam na hora em que estão perdendo. Quando fizemos a entrevista com os representantes, eles insinuaram que todas as classes gostam dos jogos ganhando ou perdendo, mas certas pessoas que são muito competitivas, e sempre querem ganhar, ficam um pouco aborrecidas com a perda. Para organizar tudo, foram feitas algumas reuniões durante os recreios.
Stella, orientadora, revelou que o interclasses acontece, mais ou menos, há quatro anos, desde 2008. E que é uma ótima iniciativa, no entanto, muitos conflitos são realizados por pessoas que não são favorecidas pelos resultados dos jogos.
As torcedoras disseram que cada classe tem um grito de guerra, mas algumas pessoas exageram na hora de torcer por não terem ganhado os jogos, e acabam magoando os times adversários.
Gabriela Duarte e Carolina Sá
5°ano D 2012
Como não havia muitas meninas que queriam participar do futebol feminino, o time foi sorteado enquanto o dos meninos foi dividido por classes. A queimada é mista . Em cada classe, foram sorteados dois representantes. Para sabermos mais falaremos com algumas pessoas envolvidas nos jogos:
Entrevista:
Bom, depois das entrevistas, o resultado foi como esperávamos: todos os representantes concordam que a rivalidade é bem maior, desde o começo, e que muitos dos jogadores se revoltam na hora em que estão perdendo. Quando fizemos a entrevista com os representantes, eles insinuaram que todas as classes gostam dos jogos ganhando ou perdendo, mas certas pessoas que são muito competitivas, e sempre querem ganhar, ficam um pouco aborrecidas com a perda. Para organizar tudo, foram feitas algumas reuniões durante os recreios.
Stella, orientadora, revelou que o interclasses acontece, mais ou menos, há quatro anos, desde 2008. E que é uma ótima iniciativa, no entanto, muitos conflitos são realizados por pessoas que não são favorecidas pelos resultados dos jogos.
As torcedoras disseram que cada classe tem um grito de guerra, mas algumas pessoas exageram na hora de torcer por não terem ganhado os jogos, e acabam magoando os times adversários.
Gabriela Duarte e Carolina Sá
5°ano D 2012
