segunda-feira, 10 de dezembro de 2012

CAMPANHA DE DOAÇÃO DE BRINQUEDOS

A doação de brinquedos no Colégio Santa Cruz tem o propósito de ensinar os alunos a compartilhar aqueles brinquedos que eles tanto gostam, mas não usam, com crianças que necessitam.



Essa campanha foi criada há muitos anos pela professora de religião Maria Helena Cancela. Ela acontece próxima ao Natal, no mês de Dezembro. Os alunos que participam são do 3º, 4º e 5ºano. Após o término da campanha, os funcionários responsáveis irão reunir todos os brinquedos doados pelas crianças e levar para a creche do Jaguaré. Pode ser doado qualquer tipo de brinquedo, exceto livros.



Fizemos uma entrevista com a professora Maria Helena e ela nos falou que a intenção dessa campanha é por em prática a boa ação. Ela nos lembrou da atividade que fizemos em sua aula no 4º ano, a atividade das balas, em que a professora levou um saco de balas, as colocava no chão e todas as crianças puderam pegar quantas quisessem. A maioria das crianças ficou sem bala, enquanto algumas ficaram com muitas. Isso mostra o egoísmo das pessoas, que muitas vezes agem por impulso.



A campanha mostra que temos que aprender a compartilhar com os outros que têm menos.



Ao todo, são mais de 800 crianças contempladas e se não tiver brinquedos suficiente para todas elas, os coordenadores do projeto terão que achar uma creche que tenha o número de crianças igual ao de brinquedos.


Gabriela Korkes
Giovanna Cianciarulo  5º C 2012



REFORMA DO PRÉDIO DO F2


O colégio Santa Cruz está fundando um prédio novo, em que ficará o Fundamental 2.


Entrevistamos o engenheiro Guilherme Taunay e o diretor Ricardo Mesquita, para termos informações sobre as obras.

O prédio que esta sendo construído é bem parecido com o feito para o F1. Estão reformando as salas de aula, terá um novo pátio azul e terão salas de aulas sobre ele. Não construirão mais quadras, somente reformarão as que já existem. Nele terá uma cantina e um refeitório da mesma empresa, Rock Café.

São necessários 100 trabalhadores por mês para realizar a reforma. Como está atrasada, os funcionários trabalham aos sábados. O prédio só terminará de ser construído em março de 2013.

Neste prédio, não haverá garagem, mas no futuro haverá uma, com dois subsolos, que cabem 180 carros.

Haverá menos salas de aula, pois o F2 só tem quatro séries, diferente do F1, que são cinco séries.

No prédio novo haverá lousa eletrônica, projetor e o uso do iPad.

Do 1º ao 5º ano, ficam no prédio atual, do 6º ano ao 9º ano, ficará a turma do F2.


Victória Cardoso, Julia Mauad e Beatriz Panzoldo

sexta-feira, 7 de dezembro de 2012

FESTA DOS ESPORTES DO PRÉ

Perguntamos ao José Plácido (professor de educação física do Pré e do 1º) como é a Festa dos Esportes. Ele nos informou que o Pré 1 não tem jogos, tem um circuito de estações, pois para os pequenos é difícil jogar em equipe. São sete estações, seis só para os alunos e a última é uma estação coletiva, feita junto com os pais. Entrevistamos duas alunas do Pré 1 e elas nos disseram que gostam bastante da Festa dos Esportes, gostam de todas as estações, principalmente da que fazem com os pais, pois é muito diferente.


Já o Pré 2 tem três jogos, eles são: Pique Cone, Homem Bomba e Todos no Gol. Nós entrevistamos dois alunos do Pré 2, um deles disse que o jogo que ele mais gosta é o homem bomba, já o outro disse que gosta mais de todos no gol. Também perguntamos a eles se achavam mais legal a festa dos esportes do Pré 1 ou do Pré 2, um deles disse que a do Pré 2 pois eles jogavam em equipe, o outro disse que as duas eram legais e muito diferentes, pois tinham jogos e não estações. Então não dava para uma ser mais legal do que a outra!

Nós percebemos que as duas festas são muito legais e não dá para comparar, pois são muito diferentes.

Maria Andrade e Laura Aguiar

quarta-feira, 5 de dezembro de 2012

EDUCAÇÃO DE JOVENS E ADULTOS (EJA)

O EJA é um curso para adultos que não tiveram a oportunidade de ir à escola quando eram crianças. Os professores ensinam desde a alfabetização até o Ensino Médio.


São cerca de quinhentas pessoas que frequentam o curso e a média por classe é de trinta e quatro alunos, que são divididas de acordo com o nível de conhecimento de cada um.




Para entrar no Ensino Fundamental é preciso ter, pelo menos, dezesseis anos e no Ensino Médio é preciso ter, pelo menos, dezoito anos.


A aula começa às 19:20 da noite e termina às 22:40, de segunda à sexta-feira.


O EJA não é pago. Custa bastante para a escola, mas mesmo assim o colégio, como é uma congregação, consegue bancar os alunos que não tem dinheiro. Praticamente 70% das pessoas são ou da Bahia ou de Minas Gerais.


As pessoas tem que fazer um teste antes de entrar para serem colocados na fase mais adequada, para o aluno (a) poder prosseguir, porque não adianta colocá-lo em uma classe onde o nível de conhecimento dos outros é bem maior.


Quando há mais alunos do que vagas, a escola adota o que chamamos de escolha socioeconômica. Por exemplo, eles têm 10 vagas, mas vinte alunos, eles admitem que os 10 que têm renda pior e os mais velhos.


Os cursos são sempre semestrais.



Catherine Uhlendorff e Valentina Simões


5º ano B  2012

terça-feira, 4 de dezembro de 2012

MUDANÇA DE PROFESSORES NO 6ºANO

Estávamos interessadas em saber como era ter um professor para cada matéria, então decidimos entrevistar duas meninas do 6º ano e a professora de Português, também do 6º ano, Ciça.



Quando fizemos a entrevista com as duas alunas do 6º ano, elas falaram que ter uma aula para fazer a prova é muita pressão, pois nos outros anos, elas tinham 1h20 min, e agora só tem uma aula (50 minutos). Uma delas nunca tinha deixado alguma coisa em branco na prova, mas a outra, já.



Também falaram que se a classe é muito bagunceira, o(a) professor(a) não consegue dar o planejado para aula.



Elas acham melhor ter um professor para cada matéria, pois eles são treinados para o específico assunto.



Na entrevista com a Ciça, ela disse que ela consegue dar tudo planejado nas aulas, mas caso o contrário, ela dá nas próximas aulas. Ela recomenda que seus alunos estudem sempre, façam as lições de casa, e prestem atenção nas aulas.



Nós achamos que para irmos bem, vamos ter que anotar tudo que o professor fala no caderno de estudos, pois assim, poderemos estudar melhor.


Nicole e Clara
5º E  2012


segunda-feira, 3 de dezembro de 2012

ESTUDO DO MEIO DO 4º ANO

Entrevistamos os alunos do 4°ano D sobre o estudo do meio que foi realizado neste ano, e descobrimos o que eles acharam e as coisas que aprenderam.



A classe inteira preferiu o estudo do meio para São Luiz do Paraitinga ao de Barra Bonita, realizado no 3° ano. Quase todos os alunos falaram que já sabiam sobre a grande enchente daquela cidade. Pelo que os alunos falaram, após a enchente, São Luiz do Paraitinga já está com poucas obras para serem feitas, sendo que uma delas é a igreja matriz. Ninguém lá acredita no saci, pois acham que os incidentes ocorridos relacionados a ele não foram muito reais. Rafaela, aluna do 4ºD, falou que Ditão contou histórias que pareciam verdade, mas nunca tinha visto nenhum saci.



A atividade do estudo do meio que a maioria dos alunos preferiu foi ir para a cachoeira, se divertiram muito no local, também gostaram bastante do barreamento e do cortejo. Eles gostaram de tudo, exceto de escrever, da piscina e de ir embora. O que mais marcou neles sobre esse estudo do meio foi a enchente na cidade, o sofrimento dos moradores, e como a cidade já se recuperou desde 2010, quando aconteceu a tragédia.



A historia que Ditão contou que eles mais gostaram foi a de quando ele nasceu e quebrou o braço.Todos na classe consideram que a cidade é histórica. Na opiniao de Felipe, um aluno do 4° ano D, São Luiz do Paraitinga, mesmo depois da enchente recuperou sua cutura. Para ele foi onde nasceu a cultura caipira. Eles gostaram do carnaval da cidade, o que mais gostaram foram os bonecos que Benito fez.



Com uma palavra, eles descreveram a cidade como “legal”,”heroica”, “ demais” e muitos outros elogios.



Eles realmente gostaram de fazer a máscara, pois acharam muito divertido, mas também acharam um pouco nojento.


Isabella Bouza e Luiza Freire  5º A  2012









TROCA DE CLASSES

No colégio Santa Cruz a troca de classes acontece normalmente de um ano para o outro da seguinte maneira: do pré1 para o pré2 não há mudanças nas classes, mas em todos os anos do Ensino Fundamental 1 normalmente há trocas de alunos entre as salas. O foco da nossa matéria é a mudança do 5º para o 6º ano.


Conversamos com alguns alunos do 5º ano para saber o que acham da mudança de classes.

Em geral, os alunos gostam da troca de classes, mas nem todos, sempre tem um ou outro que fica sem um amigo.

Os alunos que entrevistamos não acreditam muito no fato de fazer novos melhores amigos, mas concordam que dá uma oportunidade para conhecerem outras pessoas. Além disso, eles já ficaram em salas que não gostaram, ou seja, nem sempre a troca é boa.

Conversamos também com a orientadora Stella e ela nos contou:

A mudança serve, para nós alunos, conhecermos novas pessoas e não ficar sempre tão apegadas aos velhos amigos.

No sexto ano entram novos alunos no colégio e há uma distribuição aleatória entre todos os alunos. Porém, há uma rápida adaptação dos alunos novos.

De acordo com a nossa orientadora, a troca de classes serve para que os alunos possam se conhecer melhor: “Os alunos têm uma identidade de série, não de classe.”diz ela.

Com certeza todos nós já fizemos amigos por causa da troca de classes!

vìdeo

João Martinez e Bruno Vidigal  5º A  2012