segunda-feira, 27 de outubro de 2008

OS EX-ALUNOS TAMBÉM TÊM FESTA DOS ESPORTES


Ela se chama Festa dos Ex-portes!

Vocês sabiam que os ex-alunos do Santa também têm Festa dos Esportes? Ela acontece desde o ano passado e os pais que quiserem podem trazer seus filhos, pois tem barraquinhas de comida. As pessoas que participam têm de 20 a 50 anos de idade e todos estudaram no Santa Cruz. Os times são formados por faixa etária e os jogos também.

Uma das pessoas que entrevistamos pertence a um time chamado Pênalti que, desde o ano passado, tem esse nome. Mesmo as pessoas que não gostavam muito de esportes antigamente, têm a oportunidade de jogar e reencontrar os amigos.

Antigamente a escola tinha um time de basquete e um de handball que foi bicampeão paulista num campeonato entre escolas. O colégio tinha o melhor time de futebol da época, ganhava do São Luis, do Santo Américo e de outros colégios. Hoje em dia têm muitos ex-alunos que nunca mais voltaram à escola e com essa festa todos relembraram do tempo em que estudaram aqui.

Os ex-alunos do Santa gostaram muito da iniciativa da Festa dos Ex-portes e gostariam de vir de novo no ano que vem, como disse a ex-aluna Paula Sthefano, 29. “Eu fico muito feliz porque para mim é uma coisa muito especial. Quando eu tinha mais ou menos dez anos, eu ficava o ano inteiro esperando esse dia, então para mim é uma emoção muito grande”. Outro dos entrevistados, Gabriel Aidar, o presidente da Associação dos Ex-alunos do Santa disse: “Eu acho ótimo nós estarmos organizando a festa. É um lugar para reencontrar ex-alunos. Este ano estão escritos 118 times com aproximadamente dez ex-alunos em cada, o que significa mais de mil atletas jogando”.

Alguns entrevistados falaram que a Festa dos Ex-portes deveria ser mais bem divulgada, pois muitas pessoas nem ficaram sabendo do evento, mesmo sendo ex-alunos.

VEJA O ÁLBUM DE FOTOS

Ana Beatriz Santos, Fernanda Santos e Gabriela Gonçalves- 4ªB.

Adultos também aprendem: estágio do Ensino Médio no Supletivo

Os alunos do 2º ano do Ensino Médio, Luis Felipe Saraiva e Gabriela Toledo pertencem ao grupo que faz o estágio participativo no Curso Supletivo, uma vez por semana, à noite, durante um semestre. Eles escolheram fazer este estágio entre outras opções. Sua tarefa, durante as aulas de Língua Portuguesa do Supletivo, é ajudar os alunos a mexer no computador e aprender a escrita das palavras.

Gabriela escolheu fazer seu estágio na Fase 1, que é a série correspondente à alfabetização. Luis Felipe escolheu a Fase 3, na qual os alunos já sabem escrever e aprendem ortografia e produção de texto.

Assistimos duas aulas dessas séries do Curso Supletivo no CEI, e nelas os alunos da Fase 1 escreveram as etapas de como se prepara a farinha de mandioca e criaram um título para o texto. Já os alunos da Fase 3, fizeram, no computador, uma atividade muito interessante de encaixar os Estados em seus devidos lugares no mapa do Brasil.

As professoras destas fases do Supletivo são Beta, Helena e Luciana. Conversamos com Helena e ela disse que quando os alunos vão fazer as atividades propostas eles usam o computador e procuram as letras, escrevem frases, títulos, etc. Os alunos do Ensino Médio ajudam muito em toda essa parte da informática: como faz para mudar de linha, dar espaço, o uso do Word. Helena também falou que por outro lado, os estagiários podem observar como os adultos pensam e aprendem, e quais são as hipóteses sobre a escrita que desenvolvem. Os alunos do Ensino Médio gostam muito de ver como os alunos adultos pensam e como se organizam.

Helena explicou que “uma coisa é quando você aprende, outra coisa é quando você faz uma reflexão sobre como aprendeu. Então os alunos do Ensino Médio vêem isso no outro. São dois aspectos: a questão do adulto e da metacognição. Então, depois da aula, eu tenho uma conversa com os alunos do E.M. sobre o que perceberam, o que foi interessante. Os dois lados têm uma ganho real!”
ASSISTA A ESTA REPORTAGEM EM VÍDEO

Isabel Etchenique, Isabel Ramos e Maria Juliasz - 4ª B.

UMA VIAGEM PELA HISTÓRIA

A quarta série de volta ao século XIX

Você já foi alguma vez para o Vale do Paraíba Fluminense e lá assistiu um sarau do século XIX? A 4ª série do colégio foi para lá em seu Estudo do Meio e aprendeu sobre as fazendas cafeeiras, sua história e também sobre os escravos.

O sarau das crianças foi muito interessante porque cada grupo recitou um poema, tocou ou cantou uma música e também contaram histórias. Os alunos se dedicaram muito ao trabalho.

Também o sarau apresentado pelo grupo de historiadores que desenvolve um trabalho de divulgação desta época na Fazenda Ponte Alta foi muito interessante. Eles mostraram um pouco da história da fazenda através de uma apresentação dramática na qual Luizinha, filha do Barão de Mambucaba e da Baronesa de Mambucaba, tinha 13 anos. Seus pais já queriam que ela se casasse com um homem que ela nem conhecia. O sarau foi bem instrutivo porque foi realizado com roupas, linguagem e cenário típicos da época. Também encena o sarau uma senhora que trabalha na fazenda há bastante tempo como cozinheira e que conta um pouco da história de sua família de escravos e sobre a história de café no Vale do Paraíba Fluminense.

Veja agora como foram os saraus de cada classe em filme.

Laura Azevedo, Luiza Hermann e Victoria Mello - 4ª B.

OS MELHORES TRABALHOS DA QUINTA


Saiba mais sobre o Estudo do Meio em Santos

Vocês conhecem a cidade de Santos? Apesar de ser perto de São Paulo, poucos alunos do colégio costumam ir para lá. Mas os alunos da 5ª série vão todos os anos e aprendem muito sobre a cidade no Estudo do Meio que é realizado. É um trabalho das disciplinas de História, na qual estudam o Patrimônio Cultural, de Ciências, que aborda o Saneamento Básico, e Geografia que estuda a Construção do Espaço.

Antes de ir para Santos, onde fazem a pesquisa de campo, os alunos são preparados pelos professores de História, o Carlos Eduardo (Caco), de Geografia, a Luciana, e pela Cristiane, de Ciências.

Entrevistamos Cíntia, a responsável no C.E.I. pelo atendimento aos alunos do EF2, para saber mais sobre os trabalhos finais do estudo, que ela ajudou os alunos a fazer. Eles usaram um programa de computador chamado Power Point, e o resultado ficou muito bonito e consistente.

“Todos os anos os alunos faziam sua apresentação em forma de painel e usavam o CEI para imprimir textos e imagens. Em 2008 utilizamos o Power Point para produzir as apresentações”, disse Cíntia. “Também aprenderam a fazer hiperlink, a usar o texto no modo anotações, o que evitou o excesso de texto nas apresentações dos slides. Fizeram apresentações com efeitos, mas sem exageros. Para poder mexer nas imagens, tiveram que aprender a operar o programa chamado Fireworks, que é como o Photoshop, mas com menos recursos, e que permite modificar a imagem de diversas maneiras. Além disso, alguns alunos fizeram ilustrações no Flash para o trabalho.

A etapa final do trabalho foi a apresentação para uma banca de professores, como fazem os alunos de faculdade quando terminam o curso. A Cíntia nos disse que assistiu as apresentações e que elas foram muito boas.

Os alunos gostaram muito de fazer esse trabalho e, além de aprenderem muito sobre Santos, também aprenderam a usar Power Point. Caso esteja interessado no trabalho acesse o site
www.cei.santacruz.g12.br/~5ef/edm2008/ e clique no link abaixo para ver alguns deles.

André Maluf e Gabriel Sonoda - 4ª B.

Festival de Bandas do colégio: uma novidade musical

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Entrevistamos as alunas do 2º ano do Ensino Médio, Giulia Afiune e Luísa Rolla, representantes do Comitê de Organização do Festival de Bandas, que nos falaram sobre como será o festival de 2008.

O festival acontece uma vez por ano, em uma tarde de sábado, no próprio colégio e tem a duração de aproximadamente cinco ou seis horas. Este ano acontecerá no dia 8 de novembro, das 13h00 às 19h00, e já há aproximadamente 12 bandas inscritas.

Há bandas femininas, masculinas e mistas e nem todos os integrantes são alunos da escola. Cada banda é responsável por preparar a sua apresentação. Não há premiação nem competição entre as bandas, a idéia é de diversão exclusivamente.

É isso mesmo, o objetivo do festival é fazer todos se divertirem e se conhecerem mais. Além de ouvir ou tocar músicas no festival, você poderá ler poemas de autoria dos alunos e ver fotos de outros festivais num enorme painel montado pela organização do evento.

Para quem gosta de canções de qualquer gênero, nós aconselhamos a ir ao festival. “Nossa geração gosta muito de músicas antigas, Tropicália, Beatles, Rolling Stones e rock antigo”, mas seria muito legal se a gente conseguisse tudo no mesmo espaço, rock, forró, axé, etc.”, disse Giulia.

CURIOSIDADES
Em média, 10 bandas tocam e 150 pessoas assistem ao festival.
· Já houve bandas que evoluíram profissionalmente.
· Não há vencedores nesse festival, ele foi criado só para a diversão.
· O número de meninos e meninas que tocam é relativamente equilibrados.
· Haverá um painel de fotos chamado “Entrelinhas” onde os alunos poderão se expressar livremente.

Lucas Giavina-Bianchi, Lucas Machado e Victor Dias – 4ª B.

A GRANDE COZINHA DO COLÉGIO: TRABALHANDO SEM PARAR!

Você sabia que no Santa Cruz há uma cozinha com muito movimento o dia todo? Leia a reportagem abaixo e saberá tudo o que acontece e se faz lá dentro.

Entrevistamos o Prof. Flavio Bertola Facca, Vice-Diretor Geral, para saber a história da cozinha do colégio desde que foi criada. Ele nos contou que havia várias cozinhas no colégio, mas, como cada cozinha tinha uma especialidade, ocorreu um desequilíbrio e foi preciso transformá-las em uma só.

A atual cozinha está localizada no prédio do Ginásio dos Esportes, ela tem quatro funcionários que dividem as tarefas: um é responsável pelo lanche dos recreios dos professores, outra é responsável pelo café que vai para todas as salas de professores e de funcionários, outra auxilia na limpeza e da lavagem de panelas, vasilhas, etc. e a quarta pessoa faz o lanche, quase uma refeição, nos dias em que há reunião dos professores de cada curso, que são quase todos os da semana. Toda segunda-feira são feitas as compras, cada vez por uma das três funcionárias.

Entrevistamos também os funcionários da cozinha. Fátima trabalha há sete meses no colégio, Aparecida de Souza (Diva) está no colégio há treze anos, Edival (Didi) trabalha no colégio há onze anos e Lúcia há dois anos e oito meses. Todos são auxiliares de copa. Seu dia-a dia é bem corrido, sossegam um pouco apenas na hora do almoço. Lá na cozinha, o cardápio é montado de acordo com a opinião de todos com pratos que combinam entre si.

Há outras pessoas que utilizam a cozinha para diversas coisas, como a Solange (enfermaria) que pega água quente. Também há uma pessoa da Educação Infantil encarregada de buscar ingredientes para as aulas de culinária do alunos.

Na cozinha não são preparadas refeições para os funcionários. Para eles há a cantina e um lanche bem reforçado para cada setor. Os funcionários da cozinha, como outros do colégio, trazem o almoço de casa.





Dora Azevedo, Helena Freire e Raul Reis – 4ª B.

quarta-feira, 1 de outubro de 2008

QUIZZ- OS NÚMEROS DO SANTA



Preparamos um QUIZZ especial !!!

Muitos números estão presentes na nossa escola. Será que você conhece realmente o colégio ou para descobrir as respostas corretas será necessário chutar?
Gabriel Ligeiro, Igor Sym e Marcelo Milko - 4ª A.

Perfil dos alunos do Colégio Santa Cruz

Fizemos uma pesquisa sobre o perfil dos alunos do colégio, e obtivemos informações muito interessantes. Leia abaixo.

Nome mais comum: Pedro! A escola possui 108.
Total de meninos: 1.246
Total de meninas: 1.245 VEJA, QUASE EMPATARAM!
Total de alunos: 2.491
Professores: 238
Funcionários: 198
Aluno mais jovem: Luka, do Pré1, nasceu dia 30/12/2003.
Gêmeos: 72
Trigêmeos: 18
Alunos que estudam desde primeira série: 1.756
Vagas para automóveis: 214

Os nomes menos comuns do colégio são: Babette, Igor, Heloy, Ítalo, Noelle, Olga, Plínio, Yolanda, Iggy e Yvon. Fizemos entrevistas com Yolanda (2º ano do EM), Igor (4ª série do EF1), Iggy e Babette (3º ano do EF) e eles nos contaram que....


“Meus pais me deram esse nome porque é o nome da minha avó. A origem dele é francesa.”
(Babette, 2º ano do EF1, 8 anos).
“ A origem do meu nome é uma homenagem ao cantor Iggy Pop”
(Iggy, 2º ano do EF1, 8 anos).

“ Eu tenho esse nome porque é o nome do meu avô. Ele tem origem libanesa.”
(Nabhi, 2º ano do EF1, 8 anos).
“ Eu tenho esse nome porque os meus pais acham bonito, a origem dele é russa.”
(Igor, 4ª série do EF1, 10 anos).
“Eu tenho esse nome porque é o nome de uma música que meus pais gostam,o significado dele é flor de violeta”
(Yolanda, 2º ano do E.M., 18 anos)

Maria Helena Eid, Mariana Pedote, Marina Rittcher – 4ª A.

O SANTA FORA DO SANTA

Fizemos uma pesquisa para saber como o Colégio Santa Cruz aparece fora dos muros da escola. A idéia era descobrir qual a imagem do Santa mundo afora. Vimos que o colégio aparece de várias maneiras: em vídeos na Internet, reportagens em revistas e até em grandes jornais.

Em uma reportagem feita pelo jornal Folha de S. Paulo, de 4/4/2008, sobre as dez escolas que tiveram melhor desempenho no ENEM, o Santa Cruz aparece em 4º lugar. Nessa reportagem, a filosofia, o espaço e o ensino do colégio foram as principais qualidades destacadas.

Na revista Vida Simples, em uma edição de 2008, a diretora da Educação Infantil e do Ensino Fundamental 1 do Santa Cruz, Cristine Conforti, faz um comentário sobre o modo de ensinar de hoje. Segundo ela, a escola deve ensinar o aluno a pensar e a desenvolver o senso crítico.

Você sabia que um famoso cantor da MPB estudou aqui? Ele não é nada mais nada menos que Chico Buarque. Uma entrevista sobre o cantor e compositor que fala sobre isso saiu na Folha de São Paulo de 13/1/2005. Na reportagem há uma foto em que Chico aparece brincando na sala de aula com seu professor que, na época, era um padre.

Também em 2005, o Santa Cruz apareceu em uma matéria da Folha de São Paulo sobre as escolas que mais aprovam alunos no vestibular. Nessa matéria, aparecem os ex-alunos que são peritos em sua profissão como: o cineasta Fernando Meireles, o presidente do Itaú Paulo Setúbal, falecido em 2008, e o economista Luis Carlos Mendonça de Barros.

Há 25 anos, em 10/10/1983, a Revista Veja publicou uma reportagem de capa chamada Os supercolégios, na qual o Santa Cruz aparece em destaque. Nessa época, o diretor da escola era o padre Charbonneau. Os objetivos do colégio que o padre mencionou na reportagem são os mesmos até hoje: fazer com que os alunos desenvolvam sua curiosidade natural em relação aos fenômenos do mundo, questionando, investigando e propondo soluções para eles.

O Santa também aparece na Internet, no site Youtube, com alguns vídeos interessantes: a Festa dos Esportes, a abertura da Festa dos Ex-portes de 2007 e depoimentos de ex- alunos. Veja os vídeos abaixo.










Se você quiser ler mais reportagens sobre o Santa, procure a pasta Santa Cruz na hemeroteca da Biblioteca Central do colégio.

Fontes: Folha de S. Paulo, http://www.youtube.com/, Revista Veja e Revista Vida Simples.

Eduardo Schutt, Gabriel Ruas e Pedro Henrique Carani - 4ª A.

Como é o JUDÔ no Santa.


Você sabia que o colégio oferece aulas de judô? Nossa equipe foi assistir a uma aula e entrevistou os professores Camila e Marcos.

Marcos começou a trabalhar no colégio em 1996, mas é professor de judô há mais tempo. Escolheu esta profissão, pois praticava judô desde pequeno, em Valinhos, com Milton Trajano da Silva, da Academia de Valinhos. Prestou vestibular para a faculdade de Esporte porque, como a modalidade que já praticava era judô, foi natural seguir por esse caminho. Já Camila disse que sempre gostou muito de trabalhar com crianças e, como havia feito judô durante toda sua vida com o professor Catalano, escolheu ser professora de judô. Camila trabalha no Santa desde 2005.

Aqui na escola as aulas acontecem para alunos do 1º ano a 4ª série.

Os professores contaram que quem criou o judô foi Jigoro Kano, em 1882, em Edo (antiga Tóquio), no Japão. Ele criou a Academia Kodokan, que significa “Academia do Caminho Fraterno.” Outra curiosidade sobre o judô são as faixas. A ordem aqui no Colégio Santa Cruz segue esta seqüência: inicia-se na faixa branca, depois do 1º semestre o aluno vai para a faixa bordô, em seguida, após mais um semestre (as promoções são sempre semestrais), vai para a cinza, azul, azul e amarela, que é uma faixa intermediária, amarela, amarela e laranja, laranja. Então ele fica um ano na laranja. Depois vai para a verde, roxa e finalmente para a marrom.

Após todo esse percurso, o aluno tem que fazer um treinamento especial na Federação Paulista de Judô, aprendendo técnicas de katá, aperfeiçoando-se, e todos os golpes que compõem o gokiô, que é um conjunto de 40 golpes. Também aprende seqüências de golpes e então passa para a última faixa, a preta.

Perguntamos se o judô é uma arte marcial: eles disseram que o judô vigorava na época das guerras mundiais, quando as pessoas treinavam para ir para a guerra. Segundo o prof. Marcos o judô “era uma arte para a guerra. Depois disso, esse conceito ficou de lado e foi adotado em várias modalidades o sufixo “DO”: Karatê-do, Tae-kwon-do e diversas outras lutas que se desenvolveram junto com o judô. Foi um movimento em prol da desmarginalização do judô e de outras lutas. Hoje o judô é visto como uma modalidade esportiva que compõe o rol das “DO”, que significa ‘caminho’.

O judô, para Marcos e Camila “é uma forma de conduzir a vida, uma conduta humana, pessoal, baseada em muitos princípios, inclusive religiosos, além da tradição oriental, que valoriza a hierarquia, o respeito, a disciplina, o autocontrole.” Pratique judô você também!

Fancisco Neves e João Luis Abreu – 4ª A.

Compreendendo e representando o espaço

Alunos do 2º ano do Ensino Médio fazem atividades com cubos de madeira

Como localizar um ponto no espaço? Para que os alunos de Matemática, do 2º ano do Ensino Médio, consigam visualizar e desenhar imagens tridimensionais realizam exercícios de montagem dessas imagens com cubos de madeira. Depois é feita sua representação no papel.

Segundo o professor Roberto Moisés, o objetivo desta atividade é apresentar aos alunos, uma forma de representarem coordenadas de pontos no espaço. Para ele “é comum representar coordenadas no plano. Neste caso precisamos de duas dimensões: a altura e o comprimento. Para representarem um ponto no espaço, é acrescentado o eixo “z”, perpendicular ao sistema de eixos “x” e “y”, passando pela origem (0,0). Esse novo eixo indicará a profundidade e as coordenadas dos pontos agora terão três elementos (profundidade, comprimento, altura). A dificuldade, no caso, está em representar no plano algo que seja espacial. Para isso usamos a estratégia de perspectiva”.

Para que o aluno visualize melhor essas coordenadas, o professor Roberto propõe uma atividade com cubinhos de madeira, parecidos com as unidades do “material dourado”. A partir da representação dos pontos no espaço com o uso dos cubinhos, os alunos irão representá-los nos sistemas de eixos tridimensional. Ele acredita que com essa atividade os alunos possam transferir a imagem real para a imagem simbólica.

Depois de conseguirem desenhar os pontos no sistema de eixo em três dimensões, ele irá propor a eles algo um pouco mais difícil: desenhar retas, planos e figuras em 3D, com o apoio de softwares. O interessante é que esses desenhos vêm acompanhados de equações, de fórmulas. Veja só: números e fórmulas serão interpretados como formas geométricas e vice-versa.

Este é um dos encantos da matemática: representar e imaginar simbolicamente o real!

Assista o vídeo de uma aula no 2º ano do Ensino Médio.

Camila Rigonatti, Marina Oliveira e Natália Ruiz - 4ª A.