quarta-feira, 2 de dezembro de 2009

Queridos alunos, adoramos fazer junto com vocês o Jornal do Santa, que só existe porque os temos como jornalistas.

Continuem escrevendo textos cada vez melhores na 5ª série, divulgando e participando de nosso jornal com comentários.

Como presente para vocês, as imagens de nossa apresentação de fim de ano.

Tudo de bom no EF2,
Mônica e Márcia

Alunos do Supletivo têm Oficina de Fotografia!

Entrevistamos o professor de Artes Paulo Mariano, para saber mais sobre o curso de fotografia que existe agora no Supletivo e é dado por ele. Paulo nos disse que ensina seus alunos a produzir imagens com qualquer aparelho que tire fotos. O foco do curso é pensar sobre o que é captar uma imagem e conhecer os elementos da fotografia: a cor, a luz e a composição.

“Para aprender bem o conteúdo da aula, é necessário estar disposto a pensar na maneira de como olhar uma foto. Para isso é preciso parar, olhar e encontrar o melhor ângulo possível”, disse Paulo. Há várias dinâmicas nessa aula, mas normalmente o professor traz algum material em vídeo ou livro. Essa é uma maneira dos alunos aprenderem melhor. Às vezes, para manipular as imagens, ele leva a classe para o CEI, e lá cada aluno pode mexer na cor, na composição e no contraste das fotos. As aulas têm duração de uma hora e acontecem uma vez por semana, às quintas-feiras, na sala 9 do prédio onde funciona o Supletivo.

No primeiro e no segundo semestres, produzimos uma série de imagens a partir de uma visita ao centro da cidade. O professor Paulo gosta de dar esse curso, pois fotografia é um assunto que lhe interessa e também gosta muito de trabalhar com o pessoal do Supletivo. Sempre esclarecem quando tem dúvidas e gostam do curso.

Não perca o vídeo da aula!

Fernando Pastore, Luis Eduardo Ballarati e Pedro Camargo - 4ª B.

BASTIDORES DO COLÉGIO: DESCUBRA O ALMOXARIFADO!

Vocês devem estar se perguntando o que é o almoxarifado? Então vamos lhe contar.

O almoxarifado é onde ficam estocados os materiais utilizados na limpeza e higiene usados no colégio, materiais de reposição da marcenaria, serralheria, hidráulica, jardinagem e parte dos materiais de obras do colégio. Também há os uniformes dos seguranças, da limpeza e manutenção. Os materiais de Ciências, de Artes e de Educação Física estocados ficam nas respectivas salas.

O almoxarifado fica atrás do campo de futebol de areia e os materiais estão divididos em estantes de limpeza, jardinagem, higiene, etc. Fizemos uma entrevista com Mauriene, o almoxarife, que cuida da compra dos materiais, e trabalha no colégio há seis anos, e ele nos contou que esse setor existe desde que o colégio foi fundado, já que todas as escolas e empresas têm que ter um almoxarifado, caso contrário seria uma bagunça e haveria muita perda de material.

O almoxarifado possui dois funcionários: Mauriene, que além de almoxarif
e auxilia seu chefe Marcelo nos orçamentos do que deve ser comprado, e Kézia, que trabalha no recebimento dos materiais comprados e arquiva todas as notas fiscais. Lá o trabalho não é pouco.

Mauriene diz que para ser um bom funcionário do almoxarifado a pessoa deve estar sempre disposta a trabalhar e ter muita responsabilidade. “Só o fato de estar trabalhando no colégio já é gratificante, porque a gente se dá bem com os colegas e com a direção”, diz Mauriene.

Por causa do incêndio na favela do Jaguaré houve muitas doações de alimentos e roupas para os moradores pelas famílias do colégio, e quem fez toda a separação e estocagem dos produtos foi o almoxarifado do Santa.

Conheça o almoxarifado em vídeo!!

Eduardo Bonamico, Guilherme Almeida e Lucca Rios – 4ª B.

APRENDA MAIS SOBRE A PASTORAL


Entrevistamos a assessora da Direção Geral Malu Montoro, para saber como é o trabalho que faz atualmente. Ela participa de uma equipe que reflete e discute sobre os rumos do colégio, quais os problemas, as possíveis soluções, o que deve mudar, o que deve permanecer. Sua função no momento é colaborar com o prof. Cláudio, Coordenador da Pastoral, no trabalho de integração entre os professores da Pastoral, através de reuniões periódicas. Esse setor do colégio atua em três frentes: Desenvolvimento da Espiritualidade, Catequese e Ação Comunitária, e é uma área que se preocupa com a formação do caráter e espiritual dos alunos. Além disso, dá oportunidade a eles de entrar em contato com a ação social através de trabalhos e interferênicas como: visitas às creches, favelas, hospitais, e encontros com crianças e adolescentes da comunidade do Jaguaré, do GRAAC e de escolas estaduais.

As reuniões com todos os envolvidos são realizadas em média três vezes ao ano onde todos os professores da Pastoral estão presentes e tem o objetivo maior de integrar o grupo e trocar experiências. Além disso, a atualização dos professores da catequese também se dá através da aquisição de novos materiais, cursos e palestras. Também há reuniões com os professores do Ensino Religioso onde discutem novas estratégias, compartilham experiências, em geral uma vez por mês.

Malu comentou que estão tentando fazer com que cada vez mais, a Pastoral faça parte do corpo pedagógico da escola. No Fundamental, por exemplo, os professores das disciplinas curriculares estão fazendo um trabalho integrado com professores da Pastoral no sentido de promover ações sociais. Existe por exemplo, um trabalho no qual os alunos do colégio visitam crianças com câncer e lêem histórias para eles, orientados pelos professores de Português e Ensino Religioso. Ainda no sentido de ampliar cada vez mais a integração da Pastoral com o corpo pedagógico da escola, ela nos contou que foi solicitado a alguns professores de Biologia do Ensino Médio que conversassem com professores da Pastoral sobre a teoria da Evolução, que é uma teoria científica que pode perfeitamente ser aceita pela religião católica, já que essas são maneiras diferentes de conhecimento: a razão e a fé. A escola usa as duas.

Durante o ano os envolvidos na Pastoral discutiram um pouco sobre as características da modernidade, da pós-modernidade, e como se encontra a Igreja Católica no momento.

Ela ainda nos contou que em 2010 será promovido um seminário num sábado de março, com a participação de todos da Pastoral (professores e coordenadores) sobre os rumos da Religião Católica, de como ela está hoje inserida no mundo, para que possam adequar as aulas e torná-las cada vez mais interessantes e produtivas.

Beatriz Stuhlberger, Helena Ferraz e Renato Bracco – 4ª B.

Matriz Afro: o que o 4º ano aprende sobre isso?

No 4º ano, os alunos estudam a Matriz Afro, que é o segmento formado pelo grupo de negros que hoje faz parte do povo brasileiro e que veio da África como escravo. Para aprender mais e completar o estudo, os alunos visitaram o Museu Afro. Fizemos uma Roda Viva de História com um aluno de cada classe, para saber o que aprenderam.

Os alunos entrevistados foram: Lucas, do 4º A, Henrique, do 4º B, Maurício, do 4º C, Marina, do 4º D, e Ana, do 4º E.

Durante a entrevista foram realizadas perguntas sobre os negros no Brasil, sobre a visita ao museu e algumas curiosidades. Os alunos conseguiram responder a todas as perguntas e pudemos aprender muita coisa. Eles nos conta
ram do que se trata o estudo, quantos escravos havia no engenho, por que os feitores castigavam os escravos, alguns objetos interessantes do museu, quais são os negros mais importantes, por que o Pão de Açúcar tem esse nome, etc.

Não perca a entrevista completa no vídeo! Clique aqui!

Gabriel Etchenique, Raphael Andrade e Rodrigo Castropil - 4ª B.

Vida de girino

De girinos que eram no início da vida passam a sapos! E tudo neles muda: do corpo ao comportamento. Essa transformação, que ocorre com outros anfíbios e insetos, tem nome: metamorfose! Seu desenvolvimento até tornar-se sapo dura aproximadamente 45 dias.

Cada classe do Pré 2, antes da chegada dos girinos, fez pesquisas sobre o habitat deles, ou seja, o tamanho ideal do aquário, a quantidade de água, o tipo e a frequência da alimentação dos girinos. As crianças receberam aproximadamente sete girinos dentro de um aquário.
No início do projeto, vários girinos morreram em todas as classes. Os alunos, então, pensaram em várias explicações para isso: muita ou pouca alimentação, falta de luz natural, etc. Até o momento desta reportagem, apenas um girino, o da Sala Turquesa, virou Rã Touro. Todas as salas acompanharam seu desenvolvimento e, com isso, crianças aprenderam o que é metamorfose. Assim, quando ouvirem esse nome complicado, já saberão o que ele significa.

Com esse projeto, as crianças desenvolvem habilidades necessárias à realização de uma pesquisa como observar, anotar, formular perguntas, ter ideias e buscar respostas. No Pré 1, os mesmos alunos já tinham feito um trabalho semelhante a esse quando estudaram o bicho-da-seda e, no Pré 2, puderam ampliar o que já sabiam sobre esse fenômeno.

Eles parecem ter adorado o novo estudo e
também as novas aulas de Ciências. Assistimos a uma delas na Sala Turquesa, do Pré 2, quando a professora entregou duas folhas com fotos de um sapo ou uma rã para os alunos compararem. Vários deles observaram diferenças e semelhanças entre os dois. Em seguida, responderam as nossas perguntas muito bem. Leia abaixo algumas das perguntas que fizemos para eles:

P: Vocês estão criando girinos para aprender o que?
R: Eu acho que é para aprender sobre girinos, como eles crescem.
P: Como se cuida de girinos?
R: Primeiro tem que lavar o aquário... Esqueci... A gente tem que dar um pouquinho de ração por dia e almoço e jantar na hora certa.
P: Por quem eles são alimentados?
R: Eles são carnívoros. Ah, pelos adultos.
Fontes: http://turma2bperafita.blogspot.com/

Beatriz Guimarães, Isabella Freitas, João Ozi – 4ªB

QUIZ DE FOTOS

Neste quiz tiramos fotos de pessoas conhecidas por praticamente todo mundo do Colégio Santa Cruz. Nele você deverá descobrir quem são essas pessoas, através das fotos de características suas.

Então, vamos ver se você sabe quem são. Agora é com você!

QUIZ

Camila Ferreira, Giancarlo Rosset e Luiz Guilherme Avelino - 4ª B.

Projeto “Primeiro ano no Santa”

Os alunos do 1º ano do EF1 participaram de um estudo chamado “Eu no Santa”. Para conhecer melhor nosso colégio, eles visitaram alguns setores importantes: editoração e gráfica, cozinha, marcenaria, o Ensino Médio, a Educação Infantil e a sala da Glória, asssitente administrativa do Ensino Fundamental.

Na visita ao Ensino Médio, o 1º ano C conheceu o Grêmio, o laboratório e a orientadora do 3º ano, Marina, mais conhecida como Ina. Viram que a sala do Grêmio é pequena e toda pintada, inclusive o teto, com desenhos e frases, uns sobre os outros. É lá que os alunos se reúnem para organizar como serão os campeonatos de videogame e de outros jogos, para elaborar o álbum de figurinhas dos times de futebol da FUFEI, para organizar o Festival de Bandas do E.M., as festas e as sessões de cinema. Lá, nenhum (a) professor (a) pode entrar.

O laboratório do Ensino Médio, segundo o 1º ano C, tem um chuveiro de emergência para o caso de haver alguma durante uma experiência. Disseram que essa sala é magnífica e perigosa, pois há produtos químicos tóxicos que podem pegar fogo se não forem bem utilizados. As salas de aula ficam no primeiro andar do prédio, assim como a capela antiga, que é a mais bonita do Santa, com vitrais pintados por Alfredo Volpi. Na entrevista com a orientadora Ina eles descobriram que no Ensino Médio não há pia na sala, não é permitido comemorar aniversário na classe, os alunos podem “matar aula” às vezes e ficam na escola trinta e seis horas por semana, com aulas de 75 minutos cada.

Já o 1º ano A visitou a gráfica e a editoração. Lá, eles conheceram como as lições chegam às nossas mãos desde o momento em que são elaboradas pelos professores. Também conheceram todo o pessoal que trabalha ali e descobriram que a gráfica é fundamental para o colégio, pois sem ela não conseguiríamos fazer as atividades, provas, ter as apostilas do jeito certo, etc.

O 1º ano D foi visitar a marcenaria e viu como são feitas as mesas, cadeiras e armários. As crianças conheceram as pessoas que trabalham lá e descobriram que há muitas ferramentas na marcenaria. As mais usadas são o formão, o martelo e a lixadeira. Se quiser saber mais sobre a gráfica e a marcenaria, leia as reportagens da série “Bastidores do colégio”, nas edições de junho e outubro do Jornal do Santa.

O 1º B visitou a cozinha. Eles não sabiam que o colégio possui uma cozinha que faz os “lanches” dos professores (café, pão, biscoito...). Ali também são preparadas as refeições em dias de reunião, conselho, lanches das nossas viagens etc. Não confunda a cozinha com a cantina, pois não é ela que prepara tudo isso. Na cozinha são feitas 60 garrafas de café por dia!!

O 1º ano E visitou a Educação Infantil e os alunos que visitaram disseram que sentiram muitas saudades do ano passado, das brincadeiras e de algumas aulas, mas agora estão grandes e, logo-logo, irão para o Ensino Médio. Eles repararam que o prédio foi reformado e também descobriram coisas que não sabiam na época em que estudavam nesse local, por exemplo: de manhã estudam 145 alunos e à tarde, 148. Finalmente, o 1º ano F conversou com a assitente administrativa Glória, para saber como é seu trabalho. Mais detalhes sobre isso na reportagem da série “Bastidores do colégio” do mês de agosto, no Jornal do Santa.

Bruna Martins, Julia Negrão e Mariana Macedo – 4ª B.

segunda-feira, 23 de novembro de 2009

Funcionários do colégio agora têm novos uniformes

Você já notou que, a partir do mês de outubro, mais funcionários do Colégio Santa Cruz estão usando uniformes, assim como os alunos? Fizemos uma entrevista com a vice-diretora Helenice Simões de Sales para saber como surgiu a ideia dos novos uniformes.

Antes, apenas os seguranças e os funcionários da limpeza usavam uniformes, e os vigilantes tinham apenas um avental. Agora todos vestem uniformes menos os professores, funcionários do CEI e biblioteca.

Uma das coisas boas do uniforme é que os funcionários não precisam comprar tantas roupas. Os uniformes foram feitos para vários tipos de clima: para o frio há um casaco e camisa de manga comprida e, no calor, usam camiseta de manga curta.

A ideia da Direção Geral de fazer novos uniformes surgiu há um bom tempo. Com a ajuda da equipe de diretores e do vice-diretor geral da escola, prof. Flávio Berthola Facca, foi realizada uma pesquisa no mercado para verificar quais eram as melhores opções.

André Lima, Gabriel Zogbi e Luca Cocito – 4ª B.

Resenhas – um jeito gostoso de saber sobre um livro

As professoras Maria Cecília Orlandi Cangi e Renata Silveira, do 3º ano do EF1, realizaram com os alunos um trabalho que eles adoraram fazer e que será de muita utilidade para os alunos dessa e das outras séries também. O que foi feito? O projeto de escrita de resenhas que já é realizado há alguns anos na série, foi incrementado e os alunos aprenderam a editar seus textos no programa Power Point, com animação e som.

Conversamos com a professora Renata que nos contou que, no ano passado os alunos do 3º ano escreveram resenhas sobre os livros da biblioteca e as registraram em fichas que foram colocadas à disposição de todos na Sala de Leituras. Assim, quando os colegas fossem emprestar livros para levar para casa poderiam consultar essas fichas e conhecer um pouco sobre o título em que estivessem interessados.

“Neste ano tivemos a idéia de fazer também no computador para que a resenha seja apresentada de maneira mais atraente, mais ilustrada, com recursos de animação, som, e ficarem à disposição para os alunos consultarem e escolherem suas leituras em um computador na Sala de Leituras.” Todos os alunos fizeram sua própria resenha. Em seguida, em duplas, editaram uma resenha animada no Power Point e outra digitada no Word. Essa última foi transformada em uma ficha. Assim, ambas poderão ser consultadas na Sala de Leituras, no computador ou na caixa de resenhas.

Os livros resenhados são de aventura (Jack Sparrow), suspense (Gênio do Crime), e, como Judy Moody e A Casa Sonolenta. Renata acredita que é importante os alunos aprenderem a escrever uma resenha, a entendê-la. “Em relação ao trabalho no Centro de Informática, os alunos aprendem a animar o texto, a colocar som, ou seja, aprendem além da estrutura do texto, a trabalhar com mais recursos de informática.”

Perguntamos se ela costuma ler resenhas de livros e por que e ela respondeu que a resenha é uma maneira interessante de conhecer um pouco sobre a história que irá ler.

Entrevistamos alguns alunos para saber o que acharam do trabalho. Duas garotas que lêem muito disseram que foi muito divertido e interessante. Um dos alunos nos contou que só lê a resenha quando acha a capa do livro interessante, já outro lê sempre as resenhas.


CLIQUE NOS LIVROS PARA VER AS APRESENTAÇÕES!










Rodrigo Sonoda, João Pedro Marques e Pedro Hauskchnet – 4ª A.

O QUE MUDOU NA FESTA DOS ESPORTES DO EF1?

Entrevistamos o professor de Educação Física do 4º ano e da 4ª série, Mário Hata, para saber sua opinião e a de seus colegas José Plácido e Rui sobre as mudanças em nossa Festa dos Esportes, e conversar sobre o que melhorou.

Ele nos contou que agora a Festa dos Esportes dura três dias, com horários separados entre as séries. Também foi realizada a numeração das quadras e o colégio investiu em mediadores em vez de árbitros. Mas nas palavras de Mário, “eles precisam ser mais bem preparados, a gente percebeu isso!” Outra boa coisa é que, agora, o trio de professores de Educação Física se auxilia entre si, cada um no horário do outro.

Ele acha que os alunos se esforçaram: “O esforço é uma coisa bem relativa, quero dizer, o esforço de uma pessoa que tem facilidade para o esporte é diferente do de uma pessoa que não tem tanta habilidade. Muitas vezes o pouco esforço da pessoa que não é tão boa, pode ser um grande esforço para ela! E isso ajuda bastante o grupo.’

Os jogos da Festa dos Esportes foram eleitos pelos alunos das cinco séries. Ensinar as regras foi muito simples aos pais e aos mediadores, o problema segundo Mário, foi aplicá-las. Cada pessoa enxerga de uma forma, então o difícil é aplicar as regras durante a situação de jogo, neste caso é preciso treinar muito.

Pelo que o Mario disse os mediadores da Pontual precisam ser mais preparados. Eles precisariam na verdade observar mais jogos e precisariam jogá-los e arbitrar mais vezes, para ficarem bons. Compreendemos muito bem as normas do jogo, eles não.

Segundo Mario “poucos alunos cooperaram com os mediadores, pois quando o aluno vai fazer crítica, ele fala que o mediador não viu o que ele viu, não é”? Ele crê que nós temos que aprender a ajudar as pessoas, pois é uma das coisas mais complicadas que existem. É muito difícil se colocar no lugar de outra pessoa e muito importante ouvir pessoas que você não conhece, falar sobre assuntos diferentes, jogarem junto ou até falarem, pois isso, também é um jeito de melhorar e evoluir.

Os jogos do EF1 não são competitivos para que haja ajuda e colaboração entre as pessoas. Esta é nossa tentativa para haver um bom relacionamento.

Assista ao vídeo completo da Festa!!!!

André Ribeiro, Guilherme Missaka e John Fladt – 4ªA

quinta-feira, 29 de outubro de 2009

Os grandes atores de teatro do Ensino Médio

No Ensino Médio, além das atividades do período escolar, também há outras formas de aproveitar a vida no colégio, com eventos esportivos e treinos, ação comunitária e cursos livres de artes, prática musical e teatro.

Nas aulas de teatro o aluno pode se expressar por meio de jogos, cenas e improvisações, usando sua criatividade e procurando fazer as coisas com naturalidade. A idéia
é unir o que é original e simples no aluno jovem a aspectos fundamentais da experiência teatral. Ele pode se expressar de maneira livre, mostrando ao grupo suas experiências.

As aulas de teatro do Ensino Médio são dadas pelo professor Vicente Latorre, que trabalha no Colégio Santa Cruz e nos concedeu uma entrevista na qual falou sobre o curso. É um curso livre, para as pessoas se divertirem, mas também é para trabalhar. Tem a proposta de aproximar os alunos que chegam do Ensino Fundamental para o Ensino Médio e alguns que já estão no Ensino Médio e resolvem fazer teatro.

Vicente chama as aulas de encontros, porque as pessoas falam sobre a arte do teatro e, como a arte do teatro fala de pessoas e das suas questões, é um encontro no qual falam de si mesmos. O curso de teatro do Ensino Médio funciona assim: alunos e professor se encontram todas as segundas-feiras, das 16h30 às 19h00, no primeiro semestre. No segundo semestre, as aulas ganham mais meia hora, pois o mês de novembro se aproxima e é quando acontece a apresentação do que foi trabalhado durante o semestre. Não há a preocupação de apresentar uma peça, É um estudo teatral sobre o que os alunos querem falar.

Os alunos têm um envolvimento muito próximo com a escrita do texto que vai ser dito na peça, quando o texto não está pronto. Adoram as improvisações, pois é o momento em que sua criatividade pode ser exercitada. Vicente nos disse: “O ator é o atleta da imaginação, assim como o nadador é o atleta da água”. No teatro tudo pode acontecer. Então todos podem viajar na sua imaginação e fazer o público viajar junto.

O segredo fundamental para tornar a peça mais interessante para o público é todo o elenco participar junto. Os atores que não estão em cena têm que estar tão envolvidos quanto os outros. O que acontece fora da cena influencia diretamente o momento no palco.
O prof. Vicente gosta de estimular, provocar os alunos para se verem em cena e para a vida. Gosta de provocar neles uma reflexão crítica sobre a vida através do teatro. Ele dá aulas no Santa Cruz desde 2000 e vem descobrindo esse prazer em provocar os alunos, em ajudá-los a perceber o entorno, em transformá-los em espectadores, pois diz que não dá para fazer teatro sem assistir teatro.

Carolina Orfaly, Isabel Weffort e Victoria Gil – 4ª A.

Ator da minissérie Anarquistas Graças a Deus conversa com alunos do colégio


Fizemos uma entrevista com Homero Kossac, junto com os alunos da 4ª série C, onde seu neto, João Paulo, estuda. Ele foi um dos atores da minissérie “Anarquistas Graças a Deus”, produzida pela Rede Globo em 1984.

Ele nos contou que achou muito interessante fazer esse trabalho, pois se identificou muito com a história de Zélia, uma vez que seus pais também eram imigrantes, mas eram árabes.

Homero interpretou o vizinho da família Gattai, o que foi bom para ele, porque como vem de uma família árabe, encontrou muita facilidade para fazer esse papel. A parte mais marcante de seus interpretação para ele foi a dança árabe, para a qual ficaram dois meses ensaiando e acabou não indo ao ar.

Também contou que algumas partes da minissérie foram modificadas em relação ao livro, como por exemplo, o início. Nos primeiros capítulos Zélia não aparece e o livro começa com ela já nascida.

Ficou muito orgulhoso com o fato de seu neto e os colegas estarem lendo o livro que inspirou a minissérie, e gostou muito, porque é um livro histórico e na sua época não se liam livros tão bons assim na escola.

Para ele, essa experiência foi muito gratificante, porque se trata de uma história real e histórica.

ATENÇÃO LEITORES!!! Não percam o vídeo da entrevista aqui!

Fernando Fayet, Isabel Souza e Thais Silva – 4ª A.

Conheça o que os alunos do 4º ano já sabem sobre Desenvolvimento Sustentável?

Os alunos do 4º ano fizeram um estudo de Ciências com a profª Erika Griese, de Laboratório, para construir a maquete de um condomínio localizado em uma reserva, desmatando a menor área possível.

Erika nos contou que foram discutidas com os alunos as seguintes questões: uso consciente de energia, impactos ambientais e o desmatamento como causador do desequilíbrio na cadeia alimentar. A proposta de construção da maquete foi muito interessante: a professora disse aos alunos que eles haviam sido contratados para planejar a construção de um condomínio residencial em uma área de reserva florestal, pela qual passava um rio, cedida pelo governo, e na qual havia um espaço em volta para a criação do condomínio.

Os alunos nos disseram em uma entrevista que planejaram desmatar o menos possível para manter as plantas, e foram melhorando o projeto das maquetes através da leitura de textos e conversas na classe. Eles também propuseram que as casas tivessem placas solares, pois assim haveria uma economia no consumo de energia, já que elas ajudam a aquecer a água.

Foi também discutida a questão dos resíduos que as pessoas iriam produzir, e pensaram em como reduzir o impacto deles no ambiente. Então, foi proposta a criação de uma estação de tratamento de esgoto no condomínio, para que ele fosse tratado ali mesmo e despejada no rio a água já limpa.

No final do trabalho, foi realizada uma exposição das maquetes para os pais. Para quem não viu ainda, aproveite agora e assista ao vídeo da entrevista!

Augusto Nassar, Marcos Twiaschor e Paulo Bourroul - 4ª A

BASTIDORES DO COLÉGIO: A GRÁFICA!



Você sabe onde é e como funciona?

Você já se perguntou o que é uma gráfica? Se sim e não soube responder, é melhor ler esta reportagem para descobrir!

Em primeiro lugar, a pré-gráfica!

Conversamos primeiro com os três funcionários da pré-gráfica. Eles são muito dedicados ao trabalho que fazem e trabalham no prédio do Ensino Médio. Nancy, Marcos e Edilma nos explicaram como funciona a pré-gráfica. Primeiramente, eles recebem um material manuscrito, que digitam no computador. Eles nos contaram que, às vezes, o material já vem digitado, mas apenas como rascunho, então, transforma-no em texto digitado e passado a limpo, colocando o cabeçalho do colégio e dando formato às fichas. O resultado é um material didático mais fácil, com um padrão de diagramação uniforme.

Contaram que atendem a todos os segmentos do colégio, desde a Educação Infantil até o Curso Supletivo, e que as tarefas são divididas entre todos que trabalham lá: Nancy é a encarregada de edição, Marcos é o assistente de edição, e Edilma é a auxiliar de edição. Nancy, Edilma e Marcos são muito bons no trabalho que fazem, e cada um trabalha há muito tempo no colégio. O trabalho não fica só para eles: eles contam com a ajuda de scanner, computadores e impressora.

E a gráfica, o que faz e onde ela fica?

Visitamos em seguida a gráfica do colégio e fizemos muitas perguntas para o Fred e o Silvino, que trabalham lá. A gráfica é onde são feitas todas as apostilas, todos os textos, as fichas e as provas. Ela é fundamental para o colégio, mas não são todas as pessoas que têm as características necessárias para trabalhar em uma gráfica: você precisa ter bom humor e bom senso, pois tem algumas vezes é necessário ficar muito tempo trabalhando para copiar todas as provas e trabalhos pedidos por todos os cursos do colégio, desde a Educação Infantil até o Ensino Fundamental.

Ela se localiza em uma sala na qual se entra pelo palco do Ginásio de Esportes. Às vezes algumas crianças vão lá, mas a sala é protegida e Fred e Silvino não recebem visitas de alunos. Eles trabalham no colégio há três e cinco anos, respectivamente, e adoram seu trabalho.

E o Xerox, pertence à gráfica?

Sim, ele é o “braço” da gráfica que atende as pessoas! Quem trabalha lá é o Sidney. Ele é funcionário da gráfica há alguns anos e nos contou que para trabalhar lá é preciso ter muita dedicação, paciência e carinho. No Xerox, está desde o início do ano atendendo as crianças, adolescentes e adultos do colégio. Perguntamos se as crianças da Educação Infantil também freqüentam a Xerox e ele respondeu que às vezes, para tirar cópias de desenhos.

Para ele, o que é mais gratificante em seu trabalho é atender as pessoas e ter contato com elas. Também nos disse que a Xerox é muito importante, pois as pessoas que perdem fichas, cadernos e apostilas podem tirar cópias para realizar seu trabalho.

Matou a curiosidade? Agora que você já sabe de onde saem prontas nossas provas e fichas, assista ao vídeo!

Isabella Figueiredo, Letícia Tonietto e Rafaela Pascotto – 4ª A.

sexta-feira, 9 de outubro de 2009

Teste seus conhecimentos sobre o Santa Cruz


Este quiz é para os alunos e pais conhecerem mais o Santa e sua história, e também se divertirem. Ele foi feito para testar os conhecimentos, principalmente dos alunos, no mês de seu aniversário.


Fonte: Revista dos 50 anos do Colégio Santa Cruz.

Felipe Buchpiguel, Pedro Mauro e Tomás Sawaya – 4ª A.

As graves doenças do Brasil. Aprenda sobre elas com a 5ª série!


Você sabia que os alunos da 5ª série fizeram uma pesquisa chamada “Doenças transmissíveis do Brasil”?

Quando estavam estudando a gripe H1N1 nas aulas de Ciências, no mês de junho, a professora Cristiane Motta falou também das epidemias e endemias brasileiras. Então, os alunos se interessaram e foi criado o projeto de estudo sobre nove doenças, realizado em agosto e setembro, em parceria com a biblioteca para, a partir de um tema trabalhado em sala de aula, desenvolver procedimentos de pesquisa científica e formar o aluno pesquisador.

A professora nos disse que essas são importantes doenças que já foram grandes epidemias ou endemias e agora estão mais controladas, ou ainda são muito preocupantes no Brasil: febre amarela, dengue, cólera, doença de Chagas, gripe H1N1, malária, paralisia infantil (poliomelite), hepatite A e leptospirose. Cada doença foi estudada por um ou mais grupos de cada classe onde foram organizados doze grupos para estudar qual era o vírus, que características ele tem e como se transmite. Cada trio ou dupla pesquisou uma doença com mais profundidade.

Segundo a professora Maria Flora Guimarães, responsável pelas etapas de pesquisa na biblioteca, “trabalhar com um método de pesquisa supõe fazer uma pesquisa por etapas, e a cada etapa o aluno terá tarefas e objetivos diferentes.” Realmente, tudo o que foi pesquisado lá foi discutido e registrado pelos alunos para, depois, ser criado no CEI um folheto divulgando todas as informações sobre a doença, no sentido de informar as pessoas a como evitar contrair essa doença.

Os grupos receberam material variado e selecionado pelas professoras de Ciências e de biblioteca, respeitando a idade dos alunos. Cada grupo leu informações de seis a oito documentos diferentes. Em 1º lugar, o aluno, individualmente, fez o fichamento e registro das informações em seu caderno. Em seguida, o grupo reuniu as informações em uma ficha que serviu de roteiro de pesquisa.

Com base nesse roteiro, foi criada pelo grupo uma cartilha de saúde (espécie de folheto) sobre a doença estudada. Os alunos, na composição da cartilha, criaram seu formato, sua diagramação e o texto. Vejam algumas cartilhas e o álbum de fotos na coluna ao lado!

Fábio Jukemura, Laura Caramelli e Sofia Stachinni – 4ª A.

Você sabe o que é a Pastoral?


Entrevistamos o professor Cláudio Antônio Rondello, coordenador da Pastoral. Para quem não sabe, essa é a área do colégio que cuida do desenvolvimento espiritual dos professores, alunos e pais.

A Pastoral atua no Ensino Religioso do 1º ao 9º ano do Ensino Fundamental; na catequese, para os alunos que querem fazer a Primeira Comunhão; na ação social, atuando através da ação comunitária e do SAN; e na Liturgia (missas e celebrações com os pais).

A principal forma de divulgação da Pastoral são as celebrações, mas há informações no Plano Diretor, conversas com professores durante as reuniões pedagógicas e também um boletim do Projeto Social Santa Cruz, que tem edição trimestral.

O trabalho da Pastoral é muito interessante, pois ajuda pessoas carentes e nos apresenta o lado espiritual da vida. Para conhecê-la melhor, veja as fotos na apresentação abaixo!
PROJETO SOCIAL DO SAN

Felipe Humberg, Frederico Levy e Stefano Chagas – 4ª A.

quarta-feira, 16 de setembro de 2009

Entrevista com o Grêmio de 2009

Entrevistamos dois membros da diretoria do Grêmio eleita em 2009, João Batista Carvalho de Brito Cruz e Pedro Tacla Yamada. Eles nos contaram que o Grêmio estava sem diretoria porque a anterior era composta por apenas duas pessoas do 3º ano do Ensino Médio, que saíram do colégio. Por isso, propuseram uma nova eleição, antecipada, para que o Grêmio pudesse funcionar de novo. Disseram também que normalmente o mandato dura um ano, mas esta gestão terá um ano e meio, porque as eleições foram antecipadas.

Perguntamos a eles quais eram seus cargos. “Somos a Diretoria, mas todos que quiserem podem participar das reuniões e têm a mesma voz e o mesmo poder de voto para qualquer decisão.” Segundo eles, os Grêmios existem para dar voz aos alunos diante da diretoria da escola. Então, o Grêmio poderia, se quisesse, implantar a coleta seletiva de lixo na escola. O que os alunos quiserem fazer o Grêmio viabiliza, pois representa os alunos do colégio.

Quando nós fizemos a entrevista, vimos que a sala era pintada e quisemos saber o motivo daquela pintura. Eles disseram: “Os alunos podem fazer o que quiserem com a sala e, então, antigamente havia uns protestos nas paredes, hoje são umas coisas tipo pichações, feitas por eles. O Grêmio é que tem as tintas coloridas”.

Agora, conheça um pouco melhor os dois diretores do Grêmio, lendo a entrevista do tipo ping-pong abaixo:

João Batista Carvalho de Brito Cruz – 1º ano F

FILME PREFERIDO: The wall
ESPORTE: Basquete
TIME QUE TORCE: Palmeiras
UMA MÚSICA: Qualquer do Charlie Parker
UMA COMIDA: Macarrão a bolonhesa
PEÇA DE TEATRO: O Crânio, de Lúcia Carvalho.
BANDA PREFERIDA: Jethro Tull
INSTRUMENTO QUE TOCA: Saxofone
LIVRO QUE MAIS GOSTOU: Liberdade sem medo
LIVRO QUE MENOS GOSTOU: Flores

Pedro Tacla Yamada – 1º ano D

FILME PREFERIDO: Casablanca
ESPORTE: Tênis
TIME QUE TORCE: Nenhum
UMA MÚSICA: The Chicken
UMA COMIDA: Curry Rice (é uma comida japonesa com curry).
PEÇA DE TEATRO: Não tem
BANDA PREFERIDA: Jethro Tull
INSTRUMENTO QUE TOCA: Baixo
LIVRO QUE MAIS GOSTOU: Cem anos de solidão
LIVRO QUE MENOS GOSTOU: Harry Potter

Agora, assista ao vídeo da entrevista!

Enzo Salvoni, Gabriel Kon e Gustavo Cersosimo – 4ª E

Repórter por um dia: Secretaria do Ensino Fundamental

Você já parou para pensar como seria se passasse um dia na secretaria do Ensino Fundamental? Fizemos isso e vamos mostrar como funciona o dia a dia da secretaria. As quatro secretárias são: Silvana, Patrícia, Sandra e Graziela.

Descobrimos que a rotina da secretaria é bem variada. Por exemplo, num dia chuvoso, como o que passamos com elas lá, nos recreios da tarde muitas crianças ficam no hall em frente a ela. Algumas vezes, acontece de várias crianças se sentirem indispostas no mesmo dia e as secretárias ajudam a enfermeira em seu atendimento, dando-lhes atenção. Também há dias em que ninguém se sente mal. O telefone, em alguns dias, toca muito, em outros nem tanto.

Nos períodos em que os professores escrevem os pareceres de alunos é bastante tumultuado, pois há uma data certa para entregar os boletins e algumas secretárias têm que se dedicar mais a isso. Em alguns momentos, há mais solicitações de orientadores para marcar horários com alguns pais... Ou seja, a cada dia tem uma novidade.

Entrevistamos cada uma das secretárias para conhecê-las um pouco mais e saber como vêem seu trabalho
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Silvana Nammur Riedel disse: “Faço basicamente o que todas as secretárias aqui da escola fazem: atendimento a professores, pais, alunos, direção. Eu, especificamente, tenho tarefas um pouquinho diferentes das outras secretárias: atendo os professores no que se refere às mensagens que eles fazem e aos conceitos para os alunos nos boletins. Também administro as provas substitutivas do Ensino Fundamental 2.

Entrevistamos também a Patricia Paseli, que trabalha na Secretaria do EF há cinco anos. Ela nos contou que suas principais tarefas são receber todo o material do professor e mandar para a gráfica-editoração, atender ao balcão e alunos, fazer o agendamento de entrevistas e o atendimento telefônico. Também lembrou de um fato curioso que lhe aconteceu: “Uma criança estava doente e a gente não conseguia falar com a mãe dele e eu então liguei para o pai (no celular). O problema é que o pai não estava no Brasil. A gente só descobriu porque ele ligou para a mãe da criança e pediu que ela entrasse em contato com a escola. Foi ela que nos informou que ele estava nos Estados Unidos.”

Sandra Carmela Amoroso é secretária na escola há dez anos. Ela já trabalhou na Educação Infantil e, por isso, conhece muito bem os alunos do Ensino Fundamental. Ajuda na organização dos professores do EF1 com as listas de presença e os pareceres. Contou um caso muito curioso que lhe aconteceu: “No ano retrasado, uma mãe ligou muito nervosa e nós não pudemos atender a solicitação dela por causa de regras que existem na escola. Então, ela disse que viria pessoalmente aqui na escola e nós achamos que ela havia ficado brava. No entanto, quando chegou, ela veio ao balcão com sua filha e disse: “Nós amamos vocês!”

Graziela Borges Vasques atende os pais, alunos e orientadores. Trabalha no colégio há um ano e sete meses. Trabalha no atendimento dos cursos do Ensino Fundamental, fazendo agendamentos de pais de alunos e solicitações. A tarefa que mais faz diariamente é o atendimento aos alunos. Disse-nos não lembrar de nenhum fato curioso, mas contou uma novidade: “A partir do mês que vem vamos usar uniformes.”

Gostamos muito de fazer essa reportagem, pois vimos como a Secretaria é importante para a escola.


Não perca o vídeo de nosso dia de repórter!

Eduardo Salomão, Mariana Addor e Pedro Jacob – 4ª E.

Novidades na Educação Infantil

No prédio da Educação Infantil foi realizada uma reforma, para ser criada uma nova sala com uma lousa touch screen, que pode ser usada com as mãos ou não. Por fora, o prédio ganhou uma estrutura pintada de preto, com janelas de vidro e caixilhos de madeira. A recepção mudou de lugar e o espaço ficou bem maior.

Na nova sala, já conhecida como Sala Branca, os alunos fazem vários tipos de atividades, usando ou não a lousa, como: jogos de matemática ou língua portuguesa, rodas de conversa, ou até experiências científicas.

Fizemos uma entrevista com Helenice, vice-diretora da Educação Infantil, e ela nos disse: ‘’A nova sala branca é uma sala grande, de multiuso. Lá poderão ser feitas várias atividades envolvendo as diferentes disciplinas. Também há uma mini pia, que poderá ser utilizada para experiências ou observações e a lousa eletrônica com computador, para ser utilizada pelos alunos e professoras. Já fazia algum tempo que planejávamos ter mais possibilidades para os alunos. A Sala Azul era a única sala multiuso e é mais voltada a jogos dramáticos, música e literatura. Com o tempo, nós percebemos que precisávamos de mais espaço para atividades, daí a criação da Sala Branca. Houve uma distribuição no espaço e, a sala de orientação e direção do pré foram transformadas na Sala Branca. Apesar da reforma ser grande, não houve mudanças nas salas.”

Quando estávamos na Sala Branca tivemos a oportunidade de saber um pouco mais sobre como se utiliza a lousa touch screen e também que recursos ela tem e como utilizá-los. Tivemos também a oportunidade de aprender a operá-la com Márcio da Silva, assistente de informática do CEI. Achamos muito divertido e acreditamos que seria muito útil se houvesse uma também no prédio do Ensino Fundamental.

Clara Fossa, Helena Magalhães e Mariana Burti – 4ª E.