quarta-feira, 10 de dezembro de 2008

Queridos alunos,
fizemos uma edição de sua tão graciosa apresentação de fim de ano, para que se lembrem daquela noite!

Continuem escrevendo textos atraentes na 5ª série e participando de nosso jornal com comentários.

Sentiremos saudades,
Bel, Cris e Mônica.
Apresentação de fim de ano da 4ª série!

terça-feira, 9 de dezembro de 2008

Como é a vida após o Santa


RETROSPECTIVA
Já pensou como será o seu futuro? Qual será seu emprego? Quais amigos ainda te reconhecerão... Bem, nossa equipe entrevistou três alunos que já passaram por essa experiência e, baseados nisso, imaginamos como seremos daqui a vinte anos e do que sentiremos mais saudades.
Agora você poderá ver mais ou menos como será sua vida depois do Santa.
No vídeo (clique aqui para assistir), tentamos mostrar o máximo possível como estudar no Santa contribuirá para as nossas vidas. Vendo-os, imagine como será também o seu futuro e dê asas à sua imaginação.
Esperamos que gostem!

Fernanda Carvalho, Gabriel Ruas, Lucas Vieira e Maria Helena Eid – 4ªA.

PRIMEIRA EDIÇÃO

Entrevistamos três ex-alunos do colégio, Francisco, de 19 anos, Juliana, 31, e Beatriz, 40, para saber no que o colégio contribuiu para as suas vidas depois dele. Essas três pessoas responderam as perguntas de diferentes modos: Juliana respondeu-as por e-mail, Beatriz fez um texto narrativo contando suas memórias do Santa e Francisco gravou conosco uma entrevista.

Clique nos links abaixo para ler os textos de duas entrevistas e assistir a terceira em vídeo! Esperamos que gostem!

Texto 1

Texto 2

Vídeo

Ana Cecília Mesquita, Carolina Wakisaka e Marina Freitas – 4ª E.

O CAMINHO DO PAPEL NO COLÉGIO


Desde 2006, o papel usado nas secretarias do Colégio Santa Cruz vem sendo levado para a reciclagem, mas os alunos da 5ª série (atual 7ª série), desde o ano passado, acharam que a iniciativa de recolher também papéis das salas de aula e vendê-los para serem reciclados, poderia ser muito bem-vinda. Como apoio a essa idéia, a Profª de Ciências da 5ª série, Cristiane Pires da Motta, estruturou o projeto com o grupo de alunos e providenciou para que fossem instaladas caixas coletoras nas classes do Ensino Fundamental.

Porém, muitos alunos ainda não sabem do projeto e por isso não contribuem como poderiam. “As caixinhas foram colocadas antes mesmo de nós organizarmos a divulgação, um pouco como estímulo para os alunos irem pensando nessa missão”, conta Cristiane. Em breve, os responsáveis pela idéia da reciclagem nas salas de aula irão informar a todos os alunos do EF1 e EF2 o que está sendo feito.

Uma das coisas interessantes é que o papel colorido pode ser reciclado, mas há uma diferença de preços. Ele tem de ficar separado do papel branco. O papel branco pode ser reciclado para fazer mais papéis, mais apostilas etc. O papel colorido pode ser reutilizado como papel higiênico e outros... Por isso, o papel colorido é separado do branco. Quem faz isso é o funcionário do colégio Francisco Mauriene Costa.

Conversamos com a Profª Cristiane e o Mauriene, que trabalha no almoxarifado e é o responsável por levar os papéis para a pesagem. Ambos disseram que existem algumas condições para o papel ser levado para a reciclagem. Leia com atenção:

- Não pode estar amassado;
- O papel branco precisa ser separado do papel colorido, pois cada um tem seu fim;
- Não pode estar picado, o ideal é que tenha o tamanho de uma folha de papel sulfite, para facilitar o trabalho;
- Não é bom que esteja com muita tinta ou cola, pois isso dificulta
o trabalho.

Veja a apresentação que criamos em slide show!

Clara Dessordi, Sofia Martins e Sophia Noronha – 4ª C.
Enrico Broggi, Gabriel Ligeiro, Maria Eduarda Barcia e Sofia Gomes -4ªA

ALUNOS DO SANTA CRUZ APRENDEM DUAS LÍNGUAS ESTRANGEIRAS

Você já pensou que aos onze anos ainda precisa ser alfabetizado? Sim, isso é possível e necessário: em uma língua estrangeira!!!

Além do curso de inglês que se inicia do 3º ano do EF1 e vai até o 3ª ano do Ensino Médio, existe no colégio, desde a sua fundação, o curso de francês durante todo o EF2. Seu objetivo é levar os alunos a falar francês e a conhecer a cultura de expressão francesa, mais especialmente da França. Segundo a professora Heloísa Costa, da 8ª série, “eles aprendem parte de vocabulário, de gramática e da cultura francesa. Durante os quatro anos fazem atividades orais e escritas, e em cada uma das séries é organizada, uma vez por ano, uma Matinée Françoise”.

A Matinée Française é uma atividade para todas as séries, de 5ª a 8ª, que estudam a língua francesa. Acontece em um dia no qual há apenas atividades de francês durante toda a manhã. Nesse dia, os alunos fazem uma imersão no francês, há cinco atividades diferentes das quais todas as classes participam, uma de cada vez.

O curso de francês é uma constante evolução, pois na 5ª série os alunos estão começando a se familiarizar com a língua e na 8ª série já falam quase fluentemente. Segundo a professora Cássia Silveira, da 5ª série, nesse primeiro ano do curso de francês ”o mais importante é conseguir despertar o interesse e o gosto dos alunos pela língua. Procuro trabalhar com um material lúdico e realizar atividades bastante diversificadas, como jogos, diálogos, dramatizações, exercícios, declamação de poemas”.

Nas palavras da professora Heloísa Moreira, “o curso da 6ª série retoma o da 5ª série, que foi uma iniciação, e aprofunda a questão do dia-a-dia, para os alunos poderem falar de sua rotina, de si e apresentar a família. Aprendem também novos tempos verbais, e mais sobre a parte fonética, pois o curso possui uma exigência maior”. Na 6ª série os alunos já chegam sabendo muitas coisas, eles já estão alfabetizados. Se na 5ª série é necessário um acompanhamento passo a passo a cada proposta que é realizada, na sexta eles já são capazes de ler e escrever bastante no presente. Então é possível avançar para que os alunos se sintam mais à vontade no francês.

Na 7ª série os alunos já têm uma fluência e conhecimento da língua suficiente para fazer pesquisas em francês, compor músicas e poemas, trocar correspondências postais ou via Internet, ou seja, lêem, escrevem e falam com mais fluência. A professora Cristina Sicca nos disse: “Na 7ª série o aluno está mais maduro, já carrega uma carga pedagógica básica de aprendizagem, passa então de “débutant” a “faux-débutant” em Língua Francesa. Ele tem condições de inferir conhecimentos adquiridos entre áreas de estudo e se torna mais autônomo. O aluno de 7ª série realiza produções e compreende textos mais longos, com mais coesão e coerência que até então”.

A 8ª série é o último ano em que o aluno tem francês na escola. Então, nas palavras da professora Heloísa Costa, “procuramos, basicamente, levar o aluno a concretizar o aprendizado dos anos anteriores e formá-lo na Língua Francesa, em um bom nível de expressão oral e escrita, de tal forma que ele possa se comunicar”. O aluno aprende a expressar suas opiniões, a falar sobre os fatos da atualidade, a ler e escrever um texto.

Neste ano a primeira Matinée Française aconteceu na 8ª série e as oficinas realizadas foram: uma canção em francês, uma receita de culinária, uma atividade de jogos e de expressão oral, uma atividade de expressão escrita e uma atividade de teatro. Foram convidados alguns professores de francês de outras escolas e as professoras das outras séries também. Os professores das outras disciplinas da série acompanharam as classes nas diferentes atividades. Segundo o professor de Matemática da 8ª série, José Luiz, “esta é uma atividade muito importante, porque os alunos aprendem francês com atividades bem diferentes, teatro, gastronomia, cantando...”

No teatro da Matinée Française os alunos representam a cena final de uma peça em que dois personagens se telefonam pela última vez depois de terem rompido o noivado. O professor conta a cena para que os alunos tenham conhecimento do contexto da peça, até chegar à cena final. Depois, os alunos têm alguns minutos para preparar sua apresentação para os colegas. Não deixe de assistir abaixo aos filmes desta e das outras atividades realizadas na manhã francesa!!

Existe também o curso que prepara para o DELF (Diploma de Estudo da Língua Francês). São horários no período da tarde, optativos, nos quais o professor dá aulas para alunos interessados em fazer os exames promovidos e promulgados pelo Ministério da Cultura francês em níveis A1, A2 e B1. Participam destas atividades os alunos de 7ªs e 8ªs séries do curso Fundamental 2 que quiserem, e esse é extracurricular, oferecido pelo colégio, ou seja, os alunos não pagam.

O Colégio Santa Cruz vem preparando há 16 anos, com muito sucesso, seus alunos para a obtenção destes certificados. Há uma média de quase 100% de aprovação. Desde 2007, o colégio tornou-se um “Centre de Passassion des Examens de DELF” e os alunos passaram a realizar suas provas na própria escola, denominadas “DELF Scolaire”.

André Pinho, Bruno Costa e Pedro Barreto - 4ª E

Amanda Sproesser, Eduardo Schutt, Lucas Paquarelli, Natália Ruiz . 4 ªA

Aprendendo Robótica

A robótica é a ciência que estuda a construção de robôs. Ela concentra várias outras atividades e disciplinas, como a engenharia mecânica e a engenharia elétrica, inteligência artificial, eletrônica, informática, física e outras atividades relacionadas.

A palavra “robô” vem do tcheco: robota, que significa “trabalho forçado”. Então veio a idéia de que os robôs fazem as atividades de um criado, como se fosse um “empregado” mecânico.
Robótica: nova disciplina no colégio!

Nossa equipe de reportagem entrevistou Moisés, o coordenador do CEI e das aulas de robótica para a 6ª série. Ele nos contou que a idéia surgiu entre os professores de Matemática do Fundamental II, que já manifestavam interesse por isso há dois anos.

Durante a aula, cada dupla de alunos deve receber uma caixa com aproximadamente 600 peças de LEGO comum e algumas especiais: sensores, motores, engrenagens. Levaram dois anos para encontrar as peças adequadas, por isso as aulas só começaram esse ano.

Primeiro os alunos aprendem a usar essas peças, movimentá-las, a construir o robô. Depois, no computador, aprendem a programar seus movimentos. O número inicial para este curso era de 60 alunos. Para fazer a seleção foram escolhidos os que não haviam tirado nenhum conceito C ou D no primeiro período e, após um sorteio, foi formada a primeira turma com apenas 20 alunos. No curso de robótica os alunos programam os robôs para andar e vimos alguns materiais que utilizam. Depois da programação, que é feita com a ajuda de um instrutor, os robôs são deixados no chão e começam a andar, na ordem da programação dos alunos.

Dois professores de Matemática são os responsáveis pelo projeto, com ajuda da equipe do CEI. A idéia é que os alunos aprendam a resolver questões de robótica e possam montar robôs para resolver problemas da vida real. Por exemplo, que em um jogo de futebol os robôs consigam desviar a bola de outros robôs e fazer um gol. Ou fazer com que um carro chegue numa garagem, acenda o farol, e que a porta se abra e se feche automaticamente depois que ele entrou.

Entrevistamos alguns alunos da 6ª série, que participaram do curso de robótica em 2008. Eles contaram sobre o robô que criaram e o que ele faz.
Uma das duplas, Clara e Laura, é da 6ª C. Seu robô anda, pega uma garrafa, percorre um circuito montado e volta para o lugar de onde partiu.

Juliana, Brunna e Isabela, 6ª A, 6ª F e 6ª B, montaram um robô que podia seguir uma fita isolante preta, usando um sensor de luz. Quando enxerga um objeto, desvia dele usando um sensor de ultra-som. Também pode desviar de obstáculos a partir de um bater de palmas, e, ao trombar com algum objeto, retorna, graças a um sensor de toque.

Outra dupla, da 6ª F, Rafael e Hugo, montaram um robô que tira fotos. Leandro e Eric. Da 6ª E e 6ª D, montou um robô que ao ser ligado percorre um circuito e, ao chegar de volta a seu “dono”, mostra o número de vezes que o botão foi apertado.

Paula e Bruna, da 6ª B, fizeram um robô com a intenção de desenhar. Já Danilo e Renato, outra dupla da 6ª B, fizeram um robô que pega a bola de um suporte e a coloca dentro de uma caixa. Beatriz e Carolina, da 6ª D, construíram um robô com a intenção de fazer um quadrado e percorrê-lo até seu centro, como um “caracol”.

Luca e Pedro, da 6ª F e 6ª E, fizeram um robô que pode ultrapassar obstáculos usando diferentes sensores e velocidades. E, finalmente, Rodrigo e Felipe, da 6ª E e 6ª A, fizeram um robô que segue um percurso com obstáculos e dá um tapa em uma bola.

Fontes: www.educacional.com.br ; www.bp0.blogger.com ; www.bp3.blogger.com ; www.turing-machine.weblog.com.pt ; www.wnews.uol.com.br

Enrico Guerrini, Lucas Vieira e Matheus Marques – 4ª A.
Marina Oliveira, Camila Rigonatti, Pedro Xavier e Matheus Marques - 4ª A.

DO INTERIOR DE NO AMBIENTE DO COLÉGIO HÁ MAIS PÁSSAROS DO QUE EM MUITOS LUGARES SÃO PAULO!


Entrevistaram o Prof. de Biologia do 1º ano do Ensino Médio, Ricardo Paiva, ex-aluno do colégio, que trabalha aqui há doze anos, é especialista em formigas e grande interessado na conservação do ambiente do colégio. Leia abaixo a entrevista concedida à nossa equipe de reportagem sobre como é e como devemos cuidar do ambiente do colégio.

Fale sobre o campus do colégio. Na sua opinião, de que tipo é esse ambiente do qual fazemos parte?
O ambiente aqui do Santa Cruz é o que nós chamamos de alterado porque originalmente o espaço era uma Mata Atlântica, era uma floresta de beira de rio, tinham várzeas, alagava com facilidade. Com o tempo, vieram os seres humanos e construíram ruas, casas e com isso a cidade foi crescendo e o entorno do colégio também.
Quais são as espécies de árvores temos aqui?
O que é mais marcante aqui no colégio são as figueiras nas alamedas, que têm mais de cinqüenta anos. São árvores de origem asiática e lembram muito as figueiras que existem no resto da cidade, no Alto de Pinheiros, no Sumaré, Pacaembu... Temos também árvores brasileiras aqui dentro, leguminosas, que produzem frutos em forma de vagem. Ultimamente, as plantas que têm sido colocadas aqui dentro são nacionais: Pau Brasil, ipês, sibipirunas, manacás da serra, que são todos roxos. Temos uma mistura de árvores exóticas e árvores nacionais. E há o plátano, que é uma árvore de origem canadense, Essa última é o símbolo do colégio.
Por que foram escolhidas essas plantas para estar aqui no colégio e não outras?
Aqui no Brasil, temos o costume de fazer os nossos jardins com plantas de outros países, isso é uma tradição. Temos muitas plantas européias e asiáticas. Estamos começando a descobrir as plantas brasileiras.
As plantas do colégio têm em média quantos anos?
Essas grandes árvores devem ter mais de cinqüenta anos. Em média têm de 20 a 50 anos.
Além do aspecto decorativo, que outros detalhes da área verde do colégio podem ser observados?
Se for considerada área verde o que não é cimento, ela está diminuindo, pois estamos construindo cada vez mais. Por outro lado, tem cada vez mais árvores na escola, onde era gramado, há cada vez mais árvores. Sob esse ponto de vista está aumentando a área verde.
Se todos os alunos, professores e funcionários realmente observassem esses detalhes, o que mudaria?
Todos os alunos aqui do Santa têm a oportunidade de estar em contato com a natureza. Não é qualquer escola que tem uma área verde como esta. Então eu acho que a gente poderia se relacionar mais com o espaço da escola. Quando estão sentados no gramado, os alunos poderiam olhar para as árvores e pensar: “Puxa vida, aquela árvore está florescendo, está na época dela florescer!” Eu estimulo os alunos do colegial a olharem as árvores e saberem suas espécies, porque sabendo disso irão cuidar um pouco mais. É importante integrar essa área verde com o trabalho escolar e o nosso dia-a-dia.
Houve alguma diminuição da área verde do colégio por causa das obras que foram realizadas durante esses 50 anos?
Nossa área verde diminuiu bastante, pois construímos o teatro e ampliação do Ensino Médio, que é mais recente.
O que nós, alunos e funcionários, podemos fazer para melhorar o meio ambiente da escola?
Em primeiro lugar, devemos conhecer o ambiente da escola. Nós, professores, os alunos e os funcionários devemos olhar o colégio como uma fatia da natureza, que tem espécies de animais, espécies de plantas, invertebrados e outros animais. Se a gente se relacionar com o ambiente, podemos até fazer alguma coisa por ele, inclusive se preocupar com os mosquitos, as abelhas, os cupins... Umas das maneiras de preservar a área verde é planejar algumas aulas que ensinam como as árvores podem ajudar o meio ambiente.
As plantas têm a ver com os animais daqui?
Bastante, temos muitos passarinhos como o sabiá, pois não há gatos que os perseguem. São praticamente residentes aqui da escola, se alimentam aqui.
Que espécies de animais podemos observar freqüentemente aqui no Santa?
Podemos observar periquito, bem-te-vi, sanhaço, beija-flor, aves é o que a gente mais vê. Temos também muitos insetos, muitas libélulas. Como o rio está próximo, elas se reproduzem lá e vêm morar aqui. Então, nas tardes quentes o campão fica lotado de libélulas.
Existem mais animais vertebrados ou invertebrados aqui no colégio? Quais podemos observar de cada um desses grupos?
Muito mais invertebrados, com certeza. Aqui na escola tem muita formiga, é só você parar, ficar sentadinho num canto e olhar o chão que você vai ver formigas pretas, grandes, passeando em suas mãos. São formigas caçadoras. Às vezes tem um montinho no meio do gramado depois de uma chuva, são as formigas lava-pés das quais a gente morre de medo de pisar porque picam. Aqui, à noite tem uma formiga amarela de cabeça preta que vive dentro da madeira. Também há abelhas, por causa da quantidade de doces que a criançada come. Por causa disso, temos a precaução aqui na escola de tampar os lixos para não atrair muita abelha. Tivemos também na horta um problema com o caracol africano, gigante, que é uma praga que invadiu o Brasil. Até atrapalhou um pouco o trabalho da Educação Infantil no ano passado, pois foi necessário interditar a horta.
O que explica a grande quantidade de pássaros aqui?
São Paulo é uma metrópole, equivale a sete, oito cidades juntas, então temos uma mancha de cidade no meio de um ecossistema enorme, que é a Mata Atlântica. Os pássaros que vivem nesta região não têm onde pousar porque há muitas casas e prédios, então eles procuram áreas verdes e vêm pousar aqui, na USP, no Ibirapuera, nos bairros que têm muitas árvores... São todos oásis de área verde. Por isso, onde tem área verde, há mais pássaros do que se podia esperar. Em certos sítios no interior não se vê tantos pássaros quanto se vê em São Paulo.
O que devemos fazer para que o campus do colégio seja um ambiente que funcione bem e que possibilite um contato mais interessante com a natureza?
Se tivermos mais consciência das espécies que vivem aqui, se nos integrarmos a isso, teremos mais a sensação de que vivemos num mundo cheio de espécies.

Camilla Myrrha, Julia Villaça, Luiza Helito – 4ª D.
Ana Biderman, Manuela Buk, Marcelo Milko e Pedro Gianinni- 4ªA.

Perfil dos alunos do Colégio Santa Cruz



Fizemos uma pesquisa sobre o perfil dos alunos do colégio, e obtivemos informações muito interessantes. Leia abaixo.

- Nome mais comum: Pedro! A escola possui 108.
- Total de meninos: 1.246

- Total de meninas: 1.245 VEJAM, QUASE EMPATARAM!
- Total de alunos: 2.491

- Professores: 238

- Funcionários: 198
- Aluna mais jovem: Isabela, do Pré1, nasceu dia 29/12/2003.
- Gêmeos: 72
- Trigêmeos: 18
- Alunos que estudam desde primeira série: 1.756
- Vagas para automóveis: 214



Os nomes menos comuns do colégio são: Babette, Igor, Heloy, Ítalo, Noelle, Olga, Plínio, Yolanda, Iggy e Yvon.

Fizemos uma entrevista com Yolanda (2º ano do EM), Igor (4ª série do EF1), Iggy e Babette (3º ano do EF) e eles nos contaram que....


Babette, 2º ano do EF1, 8 anos
“ Meus pais me deram esse nome porque é o nome da minha avó. A origem dele é francesa.”


Iggy, 3ºano EF1, 8anos
“ A origem do meu nome é uma homenagem ao cantor Iggy Pop”

Nabhi, 2º ano EF1, 8 anos
“ Eu tenho esse nome porque é o nome do meu avô. Ele tem origem libanesa.”

Igor,4ª série EF1 ,10 anos
“ Eu tenho esse nome porque os meus pais acham bonito, a origem dele é russa.”

Yolanda ,1°colegial,18 anos
“Eu tenho esse nome porque é o nome de uma música que meus pais gostam,o significado dele é flor de violeta”

Compare no álbum os alunos com suas caricaturas.

Maria Helena Eid, Mariana Pedote, Marina Richard – 4ª A
Enrico Guerrini, Gabriela Lutz, Mariana Pedote, Pedro Henrique Carani-4ª A

A GRANDE COZINHA DO COLÉGIO: TRABALHANDO SEM PARAR!

Você sabia que no Santa Cruz há uma cozinha com muito movimento o dia todo? Leia a reportagem abaixo e saberá tudo o que acontece e se faz lá dentro.

Entrevistamos o Prof. Flavio Bertola Facca, Vice-Diretor Geral, para saber a história da cozinha do colégio desde que foi criada. Ele nos contou que havia várias cozinhas no colégio, mas, como cada cozinha tinha uma especialidade, ocorreu um desequilíbrio e foi preciso transformá-las em uma só.

A atual cozinha está localizada no prédio do Ginásio dos Esportes, ela tem quatro funcionários que dividem as tarefas: um é responsável pelo lanche dos recreios dos professores, outra é responsável pelo café que vai para todas as salas de professores e de funcionários, outra auxilia na limpeza e da lavagem de panelas, vasilhas, etc. e a quarta pessoa faz o lanche, quase uma refeição, nos dias em que há reunião dos professores de cada curso, que são quase todos os da semana. Toda segunda-feira são feitas as compras, cada vez por uma das três funcionárias.

Entrevistamos também os funcionários da cozinha. Fátima trabalha há sete meses no colégio, Aparecida de Souza (Diva) está no colégio há treze anos, Edival (Didi) trabalha no colégio há onze anos e Lúcia há dois anos e oito meses. Todos são auxiliares de copa. Seu dia-a dia é bem corrido, sossegam um pouco apenas na hora do almoço. Lá na cozinha, o cardápio é montado de acordo com a opinião de todos com pratos que combinam entre si.

Há outras pessoas que utilizam a cozinha para diversas coisas, como a Solange (enfermaria) que pega água quente. Também há uma pessoa da Educação Infantil encarregada de buscar ingredientes para as aulas de culinária do alunos.

Na cozinha não é preparada refeição para os funcionários. Para eles há a cantina e um lanche bem reforçado para cada setor. Os funcionários da cozinha, como outros do colégio, trazem o almoço de casa.

AGORA, TENTE FAZER O NOSSO QUIZZ SOBRE A COZINHA!


Dora Azevedo, Helena Freire e Raul Reis – 4ª B.
Igor Sym, João Luis Abreu, Luiza Lacerda e Maria Carolina Nascimento – 4ªA

PERDIDOS E NÃO ACHADOS?!



O serviço de Achados e Perdidos do Ensino Fundamental foi submetido a uma reforma proposta por Edvaldo Fernández de Mello, 31, funcionário do EF. A reforma aconteceu há um ano e meio, quando assumiu a função. A idéia foi aceita pela diretoria do colégio, então Edvaldo fez a nova arrumação.
Antes de exercer essa função, ele trabalhava como auxiliar de limpeza no colégio. Quando foi trabalhar no Achados e Perdidos reutilizou armários velhos que pertenciam ao supletivo para fazer a estantes.
Na opinião de Edvaldo as roupas em geral são mais importantes, por isso ocupam a parte da frente do Achados e Perdidos. Já os materiais, juntamente com objetos não escolares, ficam atrás porque as pessoas os procuram menos. Quanto às outras coisas como malas e aparelhos, vão para a sala da Glória, Assistente Administrativa do colégio.
Sônia Barretto, vice-diretora do EF, procurando mapear a questão dos sumiços, criou um caderno de registro das perdas de 1º ano a 8ª série. No caderno, ela escreve a série, o que perdeu, o nome da pessoa, onde acha que perdeu e se o objeto foi ou não encontrado. Então, se você perder alguma coisa, uma boa dica é ir até ela e relatar o caso. Porém, a escola não se responsabiliza por objetos escolares perdidos nas ruas em frente ao colégio.
Edvaldo acha que as crianças têm que ter mais cuidado com seus materiais, mas se acabar perdendo algo, o lugar mais adequado para se procurar é o Achados e Perdidos, onde tudo, tudo mesmo chega lá! Até sutiã e saco de dormir já apareceram.

Gabriel Almeida Prado, Pedro Paiva e Victor Furlan – 4ªD.
Caio Lang, Franscisco Neves, Marina Rittscher e Victoria Leite - 4ªA.