terça-feira, 9 de dezembro de 2008

A GRANDE COZINHA DO COLÉGIO: TRABALHANDO SEM PARAR!

Você sabia que no Santa Cruz há uma cozinha com muito movimento o dia todo? Leia a reportagem abaixo e saberá tudo o que acontece e se faz lá dentro.

Entrevistamos o Prof. Flavio Bertola Facca, Vice-Diretor Geral, para saber a história da cozinha do colégio desde que foi criada. Ele nos contou que havia várias cozinhas no colégio, mas, como cada cozinha tinha uma especialidade, ocorreu um desequilíbrio e foi preciso transformá-las em uma só.

A atual cozinha está localizada no prédio do Ginásio dos Esportes, ela tem quatro funcionários que dividem as tarefas: um é responsável pelo lanche dos recreios dos professores, outra é responsável pelo café que vai para todas as salas de professores e de funcionários, outra auxilia na limpeza e da lavagem de panelas, vasilhas, etc. e a quarta pessoa faz o lanche, quase uma refeição, nos dias em que há reunião dos professores de cada curso, que são quase todos os da semana. Toda segunda-feira são feitas as compras, cada vez por uma das três funcionárias.

Entrevistamos também os funcionários da cozinha. Fátima trabalha há sete meses no colégio, Aparecida de Souza (Diva) está no colégio há treze anos, Edival (Didi) trabalha no colégio há onze anos e Lúcia há dois anos e oito meses. Todos são auxiliares de copa. Seu dia-a dia é bem corrido, sossegam um pouco apenas na hora do almoço. Lá na cozinha, o cardápio é montado de acordo com a opinião de todos com pratos que combinam entre si.

Há outras pessoas que utilizam a cozinha para diversas coisas, como a Solange (enfermaria) que pega água quente. Também há uma pessoa da Educação Infantil encarregada de buscar ingredientes para as aulas de culinária do alunos.

Na cozinha não é preparada refeição para os funcionários. Para eles há a cantina e um lanche bem reforçado para cada setor. Os funcionários da cozinha, como outros do colégio, trazem o almoço de casa.

AGORA, TENTE FAZER O NOSSO QUIZZ SOBRE A COZINHA!


Dora Azevedo, Helena Freire e Raul Reis – 4ª B.
Igor Sym, João Luis Abreu, Luiza Lacerda e Maria Carolina Nascimento – 4ªA

PERDIDOS E NÃO ACHADOS?!



O serviço de Achados e Perdidos do Ensino Fundamental foi submetido a uma reforma proposta por Edvaldo Fernández de Mello, 31, funcionário do EF. A reforma aconteceu há um ano e meio, quando assumiu a função. A idéia foi aceita pela diretoria do colégio, então Edvaldo fez a nova arrumação.
Antes de exercer essa função, ele trabalhava como auxiliar de limpeza no colégio. Quando foi trabalhar no Achados e Perdidos reutilizou armários velhos que pertenciam ao supletivo para fazer a estantes.
Na opinião de Edvaldo as roupas em geral são mais importantes, por isso ocupam a parte da frente do Achados e Perdidos. Já os materiais, juntamente com objetos não escolares, ficam atrás porque as pessoas os procuram menos. Quanto às outras coisas como malas e aparelhos, vão para a sala da Glória, Assistente Administrativa do colégio.
Sônia Barretto, vice-diretora do EF, procurando mapear a questão dos sumiços, criou um caderno de registro das perdas de 1º ano a 8ª série. No caderno, ela escreve a série, o que perdeu, o nome da pessoa, onde acha que perdeu e se o objeto foi ou não encontrado. Então, se você perder alguma coisa, uma boa dica é ir até ela e relatar o caso. Porém, a escola não se responsabiliza por objetos escolares perdidos nas ruas em frente ao colégio.
Edvaldo acha que as crianças têm que ter mais cuidado com seus materiais, mas se acabar perdendo algo, o lugar mais adequado para se procurar é o Achados e Perdidos, onde tudo, tudo mesmo chega lá! Até sutiã e saco de dormir já apareceram.

Gabriel Almeida Prado, Pedro Paiva e Victor Furlan – 4ªD.
Caio Lang, Franscisco Neves, Marina Rittscher e Victoria Leite - 4ªA.

segunda-feira, 17 de novembro de 2008

COMO É A VIDA APÓS O SANTA?










Entrevistamos três ex-alunos do colégio: Francisco, de 19 anos, Juliana, 31, e Beatriz, 40, para saber no que estudar no Santa contribuiu para as suas vidas. Essas três pessoas responderam as perguntas de diferentes modos: Juliana respondeu-as por e-mail, Beatriz fez um texto narrativo contando suas memórias da época de colégio e Francisco gravou conosco uma entrevista.

Clique nos links abaixo para ler os textos e assistir a terceira entrevista em vídeo! Esperamos que gostem!








Ana Cecília Mesquita, Carolina Wakisaka e Marina Freitas – 4ª E.

CRIANÇAS DO 1º ANO VISITAM A MATA ATLÂNTICA

É possível crianças de 1º ano aprenderem sobre a Mata Atlântica? No Santa Cruz existe um estudo sobre esse tema, que já é bem antigo.

Entrevistamos a Assistente Pedagógica da série, Miriam Sequerra (Milou), que nos disse ser ele, atualmente, mais um trabalho de Língua Portuguesa, que ajuda as crianças a aprender a estudar lendo textos, fazendo resumos e escrevendo suas observações. Disse ser importante também para pensar a res
peito das questões ecológicas, como a preservação da natureza. Milou explica: “é interessante para as crianças de seis/sete anos poder estudar e ver um ecossistema”. O objetivo é que os alunos, ao final do estudo, estejam mais “sabidos” tanto em relação à Mata Atlântica, como em relação aos procedimentos de estudo, como fazer um registro, selecionar informações importantes num texto, por que usar caneta marca texto etc.

O estudo acontece assim: em primeiro lugar, as professoras conversam com as crianças sobre o que sabem e lembram sobre a Mata Atlântica. Em seguida, é realizado um passeio para a fazenda São Jorge, no município de Juquitiba, a uma hora de São Paulo. Lá as crianças vêem como é esse ambiente, as árvores, os animais, fazem anotações e avaliam as c ondições da mata. Depois de tudo isso, os professores da escola iniciam uma série de aulas sobre a Mata Atlântica com diferentes temas. Há uma aula mais histórica para pensar a exploração da mata, como ela era na época do Descobrimento, e o que foi acontecendo com ela ao longo dos anos.
Outra aula é sobre as condições da mata, sobre temperatura, luminosidade, importância da água, e outra ainda para estudar as espécies de animais e plantas, entre eles o mico-leão-dourado, que é o símbolo da mata.

Uma parte interessante do passeio é quando os alunos aprendem sobre as bromélias, e esse lugar cultiva bromélias. Na fazenda há uma estufa que é chamada de berçário, e as crianças plantam bromélias nesse local. É um agrado do pessoal da fazenda oferecer uma muda de bromélias para cada criança depois da visita.

Luisa Giannini, Maria Theresa Dyévre e Vitor Algodoal 4ª B.

CLIQUE AQUI PARA VER O ÁLBUM DE FOTOS

Criação em Multimídia

Há um curso no segundo ano do Ensino Médio, saiba como ele é!

No 2º ano do Ensino Médio do Santa Cruz existe um curso que faz muito sucesso. É o curso Expressão em Multimídia!! Nele os alunos criam sites sobre algum tema escolhido por eles, é claro que com a aprovação do professor. Já foram criados sites sobre cultura japonesa, RPG’s, Geração IPod, Bossa Nova e até temas um pouco estranhos, como pão e chapéus.

Os professores responsáveis pelas aulas são Antonietta, de Língua Portuguesa e História da Arte, Luiz, de Biologia e Ana Carolina, pedagoga do Centro de Ensino de Informática do colégio. O curso tem três professores para garantir várias visões sobre o tema. Nós entrevistamos Ana Carolina, uma das professoras, que nos contou tudo sobre ele. Disse que é semestral, com aproximadamente 22 alunos por classe, divididos em grupos de 4 ou 5 alunos. Ao todo, eles têm 14 aulas, sete para fazer o site, uma para apresentar o projeto do site, e as demais são usadas para fazerem exercícios, formarem o grupo e avaliarem o trabalho.

O tema tem que ser multidisciplinar, deve poder ser visto por vários ângulos do nosso conhecimento. Por exemplo, se um grupo for investigar cinema mudo, deve pesquisar não apenas a sua história, mas a época, como influenciava a economia, etc.

Os alunos escolhem o tema e fazem a pesquisa sobre ele a partir de uma pergunta central que norteia todo o trabalho. Os principais programas de computador que utilizam são o Dreamweaver, Flash e Fireworks.

Depois, através da multimídia poderão expressar a resposta que encontraram no trabalho deles.

A SEGUIR VEJA COMO É UMA AULA DO CURSO.

Fonte: http://www.cei.santacruz.g12.br/~expressao/

Caio Ricciardi, Gabriel Braga e Gustavo Caracuel – 4ª B.

Teatro, a arte da expressão!

Descubra como é o curso de teatro do colégio.

Para muitos do EF1 a seleção para as aulas de esporte que os alunos do EF2 podem fazer à tarde é a coisa mais empolgante, mas existe o Curso de Teatro, que é pouco conhecido até a 4ª série, mas é muito bacana também. Ele é dado na 5ª e 7ª séries pela professora Fabiana, e na 6ª e 8ª séries com o Caco, professor de História da 5ª série há nove anos.

No final do ano, na 6ª e 8ª séries é montada uma peça de encerramento do grupo, e o roteiro é feito e escrito pelos alunos-atores. E para quem não quer atuar, há espaço para participar do roteiro ou trilha sonora. Os esquetes são feitos pelos alunos em suas casas, e depois vão ganhando detalhes pelos outros alunos, até ficarem totalmente definidos.


O objetivo do curso não é formar atores, e sim fazer com que os alunos expressem o que pensam, o que sentem, como estão naquele dia e principalmente incentivar a criatividade. Segundo Caco, a maior dificuldade que normalmente alunos dessa idade enfrentam, é o tom de voz muito baixo, a falta de projeção no palco e o medo de atuar.

Os benefícios em ter aulas de teatro nessa idade são, nas palavras de Caco, “a possibilidade de pensar mais sobre você, sobre o seu jeito de ser, como processa o seu pensamento, o que você é num grupo, como pode colaborar para um objetivo comum, aprender a discutir um tema, a experiência de formar um grupo, mostrar como pensa e compreender melhor o universo das artes através do teatro. São coisas que ficam para a vida toda”.

Nossa equipe teve a oportunidade de assistir algumas aulas dos grupos da 6ª e 8ª séries, e lá vimos como é escolhido o nome da peça, como são os ensaios e como são os esquetes. Achamos muito interessante porque essas atividades incentivaram a pensar sobre temas fortes que mostram como devemos aproveitar cada segundo do dia — na 8ª série “O tempo” e na 6ª série “Relacionamentos”.
No ano que vem, não perca esta oportunidade. Tente entrar no curso de teatro, você não irá se arrepender!

ÁLBUM DE FOTOS - 6ª SÉRIE

ÁLBUM DE FOTOS - 8ª SÉRIE


ASSISTA A TRECHOS DA PEÇA DA 6ª SÉRIE

ASSISTA A TRECHOS DA PEÇA DA 8ª SÉRIE

João Godoy, Joaquim Barros e José Ricardo Coelho – 4 ª B.