quarta-feira, 2 de dezembro de 2009

QUIZ DE FOTOS

Neste quiz tiramos fotos de pessoas conhecidas por praticamente todo mundo do Colégio Santa Cruz. Nele você deverá descobrir quem são essas pessoas, através das fotos de características suas.

Então, vamos ver se você sabe quem são. Agora é com você!

QUIZ

Camila Ferreira, Giancarlo Rosset e Luiz Guilherme Avelino - 4ª B.

Projeto “Primeiro ano no Santa”

Os alunos do 1º ano do EF1 participaram de um estudo chamado “Eu no Santa”. Para conhecer melhor nosso colégio, eles visitaram alguns setores importantes: editoração e gráfica, cozinha, marcenaria, o Ensino Médio, a Educação Infantil e a sala da Glória, asssitente administrativa do Ensino Fundamental.

Na visita ao Ensino Médio, o 1º ano C conheceu o Grêmio, o laboratório e a orientadora do 3º ano, Marina, mais conhecida como Ina. Viram que a sala do Grêmio é pequena e toda pintada, inclusive o teto, com desenhos e frases, uns sobre os outros. É lá que os alunos se reúnem para organizar como serão os campeonatos de videogame e de outros jogos, para elaborar o álbum de figurinhas dos times de futebol da FUFEI, para organizar o Festival de Bandas do E.M., as festas e as sessões de cinema. Lá, nenhum (a) professor (a) pode entrar.

O laboratório do Ensino Médio, segundo o 1º ano C, tem um chuveiro de emergência para o caso de haver alguma durante uma experiência. Disseram que essa sala é magnífica e perigosa, pois há produtos químicos tóxicos que podem pegar fogo se não forem bem utilizados. As salas de aula ficam no primeiro andar do prédio, assim como a capela antiga, que é a mais bonita do Santa, com vitrais pintados por Alfredo Volpi. Na entrevista com a orientadora Ina eles descobriram que no Ensino Médio não há pia na sala, não é permitido comemorar aniversário na classe, os alunos podem “matar aula” às vezes e ficam na escola trinta e seis horas por semana, com aulas de 75 minutos cada.

Já o 1º ano A visitou a gráfica e a editoração. Lá, eles conheceram como as lições chegam às nossas mãos desde o momento em que são elaboradas pelos professores. Também conheceram todo o pessoal que trabalha ali e descobriram que a gráfica é fundamental para o colégio, pois sem ela não conseguiríamos fazer as atividades, provas, ter as apostilas do jeito certo, etc.

O 1º ano D foi visitar a marcenaria e viu como são feitas as mesas, cadeiras e armários. As crianças conheceram as pessoas que trabalham lá e descobriram que há muitas ferramentas na marcenaria. As mais usadas são o formão, o martelo e a lixadeira. Se quiser saber mais sobre a gráfica e a marcenaria, leia as reportagens da série “Bastidores do colégio”, nas edições de junho e outubro do Jornal do Santa.

O 1º B visitou a cozinha. Eles não sabiam que o colégio possui uma cozinha que faz os “lanches” dos professores (café, pão, biscoito...). Ali também são preparadas as refeições em dias de reunião, conselho, lanches das nossas viagens etc. Não confunda a cozinha com a cantina, pois não é ela que prepara tudo isso. Na cozinha são feitas 60 garrafas de café por dia!!

O 1º ano E visitou a Educação Infantil e os alunos que visitaram disseram que sentiram muitas saudades do ano passado, das brincadeiras e de algumas aulas, mas agora estão grandes e, logo-logo, irão para o Ensino Médio. Eles repararam que o prédio foi reformado e também descobriram coisas que não sabiam na época em que estudavam nesse local, por exemplo: de manhã estudam 145 alunos e à tarde, 148. Finalmente, o 1º ano F conversou com a assitente administrativa Glória, para saber como é seu trabalho. Mais detalhes sobre isso na reportagem da série “Bastidores do colégio” do mês de agosto, no Jornal do Santa.

Bruna Martins, Julia Negrão e Mariana Macedo – 4ª B.

segunda-feira, 23 de novembro de 2009

Funcionários do colégio agora têm novos uniformes

Você já notou que, a partir do mês de outubro, mais funcionários do Colégio Santa Cruz estão usando uniformes, assim como os alunos? Fizemos uma entrevista com a vice-diretora Helenice Simões de Sales para saber como surgiu a ideia dos novos uniformes.

Antes, apenas os seguranças e os funcionários da limpeza usavam uniformes, e os vigilantes tinham apenas um avental. Agora todos vestem uniformes menos os professores, funcionários do CEI e biblioteca.

Uma das coisas boas do uniforme é que os funcionários não precisam comprar tantas roupas. Os uniformes foram feitos para vários tipos de clima: para o frio há um casaco e camisa de manga comprida e, no calor, usam camiseta de manga curta.

A ideia da Direção Geral de fazer novos uniformes surgiu há um bom tempo. Com a ajuda da equipe de diretores e do vice-diretor geral da escola, prof. Flávio Berthola Facca, foi realizada uma pesquisa no mercado para verificar quais eram as melhores opções.

André Lima, Gabriel Zogbi e Luca Cocito – 4ª B.

Resenhas – um jeito gostoso de saber sobre um livro

As professoras Maria Cecília Orlandi Cangi e Renata Silveira, do 3º ano do EF1, realizaram com os alunos um trabalho que eles adoraram fazer e que será de muita utilidade para os alunos dessa e das outras séries também. O que foi feito? O projeto de escrita de resenhas que já é realizado há alguns anos na série, foi incrementado e os alunos aprenderam a editar seus textos no programa Power Point, com animação e som.

Conversamos com a professora Renata que nos contou que, no ano passado os alunos do 3º ano escreveram resenhas sobre os livros da biblioteca e as registraram em fichas que foram colocadas à disposição de todos na Sala de Leituras. Assim, quando os colegas fossem emprestar livros para levar para casa poderiam consultar essas fichas e conhecer um pouco sobre o título em que estivessem interessados.

“Neste ano tivemos a idéia de fazer também no computador para que a resenha seja apresentada de maneira mais atraente, mais ilustrada, com recursos de animação, som, e ficarem à disposição para os alunos consultarem e escolherem suas leituras em um computador na Sala de Leituras.” Todos os alunos fizeram sua própria resenha. Em seguida, em duplas, editaram uma resenha animada no Power Point e outra digitada no Word. Essa última foi transformada em uma ficha. Assim, ambas poderão ser consultadas na Sala de Leituras, no computador ou na caixa de resenhas.

Os livros resenhados são de aventura (Jack Sparrow), suspense (Gênio do Crime), e, como Judy Moody e A Casa Sonolenta. Renata acredita que é importante os alunos aprenderem a escrever uma resenha, a entendê-la. “Em relação ao trabalho no Centro de Informática, os alunos aprendem a animar o texto, a colocar som, ou seja, aprendem além da estrutura do texto, a trabalhar com mais recursos de informática.”

Perguntamos se ela costuma ler resenhas de livros e por que e ela respondeu que a resenha é uma maneira interessante de conhecer um pouco sobre a história que irá ler.

Entrevistamos alguns alunos para saber o que acharam do trabalho. Duas garotas que lêem muito disseram que foi muito divertido e interessante. Um dos alunos nos contou que só lê a resenha quando acha a capa do livro interessante, já outro lê sempre as resenhas.


CLIQUE NOS LIVROS PARA VER AS APRESENTAÇÕES!










Rodrigo Sonoda, João Pedro Marques e Pedro Hauskchnet – 4ª A.

O QUE MUDOU NA FESTA DOS ESPORTES DO EF1?

Entrevistamos o professor de Educação Física do 4º ano e da 4ª série, Mário Hata, para saber sua opinião e a de seus colegas José Plácido e Rui sobre as mudanças em nossa Festa dos Esportes, e conversar sobre o que melhorou.

Ele nos contou que agora a Festa dos Esportes dura três dias, com horários separados entre as séries. Também foi realizada a numeração das quadras e o colégio investiu em mediadores em vez de árbitros. Mas nas palavras de Mário, “eles precisam ser mais bem preparados, a gente percebeu isso!” Outra boa coisa é que, agora, o trio de professores de Educação Física se auxilia entre si, cada um no horário do outro.

Ele acha que os alunos se esforçaram: “O esforço é uma coisa bem relativa, quero dizer, o esforço de uma pessoa que tem facilidade para o esporte é diferente do de uma pessoa que não tem tanta habilidade. Muitas vezes o pouco esforço da pessoa que não é tão boa, pode ser um grande esforço para ela! E isso ajuda bastante o grupo.’

Os jogos da Festa dos Esportes foram eleitos pelos alunos das cinco séries. Ensinar as regras foi muito simples aos pais e aos mediadores, o problema segundo Mário, foi aplicá-las. Cada pessoa enxerga de uma forma, então o difícil é aplicar as regras durante a situação de jogo, neste caso é preciso treinar muito.

Pelo que o Mario disse os mediadores da Pontual precisam ser mais preparados. Eles precisariam na verdade observar mais jogos e precisariam jogá-los e arbitrar mais vezes, para ficarem bons. Compreendemos muito bem as normas do jogo, eles não.

Segundo Mario “poucos alunos cooperaram com os mediadores, pois quando o aluno vai fazer crítica, ele fala que o mediador não viu o que ele viu, não é”? Ele crê que nós temos que aprender a ajudar as pessoas, pois é uma das coisas mais complicadas que existem. É muito difícil se colocar no lugar de outra pessoa e muito importante ouvir pessoas que você não conhece, falar sobre assuntos diferentes, jogarem junto ou até falarem, pois isso, também é um jeito de melhorar e evoluir.

Os jogos do EF1 não são competitivos para que haja ajuda e colaboração entre as pessoas. Esta é nossa tentativa para haver um bom relacionamento.

Assista ao vídeo completo da Festa!!!!

André Ribeiro, Guilherme Missaka e John Fladt – 4ªA

quinta-feira, 29 de outubro de 2009

Os grandes atores de teatro do Ensino Médio

No Ensino Médio, além das atividades do período escolar, também há outras formas de aproveitar a vida no colégio, com eventos esportivos e treinos, ação comunitária e cursos livres de artes, prática musical e teatro.

Nas aulas de teatro o aluno pode se expressar por meio de jogos, cenas e improvisações, usando sua criatividade e procurando fazer as coisas com naturalidade. A idéia
é unir o que é original e simples no aluno jovem a aspectos fundamentais da experiência teatral. Ele pode se expressar de maneira livre, mostrando ao grupo suas experiências.

As aulas de teatro do Ensino Médio são dadas pelo professor Vicente Latorre, que trabalha no Colégio Santa Cruz e nos concedeu uma entrevista na qual falou sobre o curso. É um curso livre, para as pessoas se divertirem, mas também é para trabalhar. Tem a proposta de aproximar os alunos que chegam do Ensino Fundamental para o Ensino Médio e alguns que já estão no Ensino Médio e resolvem fazer teatro.

Vicente chama as aulas de encontros, porque as pessoas falam sobre a arte do teatro e, como a arte do teatro fala de pessoas e das suas questões, é um encontro no qual falam de si mesmos. O curso de teatro do Ensino Médio funciona assim: alunos e professor se encontram todas as segundas-feiras, das 16h30 às 19h00, no primeiro semestre. No segundo semestre, as aulas ganham mais meia hora, pois o mês de novembro se aproxima e é quando acontece a apresentação do que foi trabalhado durante o semestre. Não há a preocupação de apresentar uma peça, É um estudo teatral sobre o que os alunos querem falar.

Os alunos têm um envolvimento muito próximo com a escrita do texto que vai ser dito na peça, quando o texto não está pronto. Adoram as improvisações, pois é o momento em que sua criatividade pode ser exercitada. Vicente nos disse: “O ator é o atleta da imaginação, assim como o nadador é o atleta da água”. No teatro tudo pode acontecer. Então todos podem viajar na sua imaginação e fazer o público viajar junto.

O segredo fundamental para tornar a peça mais interessante para o público é todo o elenco participar junto. Os atores que não estão em cena têm que estar tão envolvidos quanto os outros. O que acontece fora da cena influencia diretamente o momento no palco.
O prof. Vicente gosta de estimular, provocar os alunos para se verem em cena e para a vida. Gosta de provocar neles uma reflexão crítica sobre a vida através do teatro. Ele dá aulas no Santa Cruz desde 2000 e vem descobrindo esse prazer em provocar os alunos, em ajudá-los a perceber o entorno, em transformá-los em espectadores, pois diz que não dá para fazer teatro sem assistir teatro.

Carolina Orfaly, Isabel Weffort e Victoria Gil – 4ª A.