quarta-feira, 15 de setembro de 2010

VOCÊ ACHA QUE SUA SÉRIE É DIFICIL?

Nós entrevistamos os adolescentes do 1° colegial para saber como é ser aluno do Ensino Médio.
Descobrimos que eles usam o MSN enquanto estudam e que quem faz esporte tem dificuldade para estudar, mas sempre arranja um jeito.
As alunas que entrevistamos acham que têm pouco tempo para o lazer, mas depois de um tempo, elas se acostumam e só se
divertem no fim de semana.
Às vezes acham que essa quantidade de estudo é um exagero.
Elas nos contaram que costumam estudar à noite e mais no fim de tarde, pois elas têm aula de manhã e à tarde. A matéria que mais gostam é química.

segunda-feira, 30 de agosto de 2010

A REFORMA NA SUA ESCOLA

O Santa Cruz está passando por uma reforma, razoavelmente grande e demorada, que levará aproximadamente cinco anos para que seja totalmente acabada.
A reforma já começou no campo de futebol.
O engenheiro Guilherme Taunay Ferreira (ex-aluno do Colégio Santa Cruz) nos contou que a obra terá algumas etapas como a reforma do espaço que era o campo e será um prédio com 30 salas de aula e um mini ginásio, a reforma da biblioteca, a reforma no colegial, construção de uma garagem no subsolo e a construção de uma sorveteria que será ao lado do pré1. Ele também nos contou que o encarregado é o diretor administrativo, prof. Facca.
O objetivo da reforma é aumentar o número de classes, pois talvez no futuro o colégio tenha aulas no período integral.


Gianluca Arcangeli e Antônio R.L Levy - 5º ano E

EDUCAÇÃO CORPORAL

Fomos à Educação Infantil entrevistar o professor Zé e seus alunos, para saber um pouco mais o que os alunos acham da aula de educação corporal e saber o que Zé, o professor, acha de seus alunos.
Ele nos disse que os alunos adoram a aula, pois é o lugar onde podem se exercitar e brincar. Ele nos contou que os alunos se esforçam bastante e preferem mais os jogos com regras. Os meninos adoram jogar futebol, já as meninas preferem que o Zé bata corda para elas, e nisso são muito boas.
Os meninos nos disseram que raramente brigavam no jogo, mas discordamos, pois quando estávamos saindo, um deles apareceu chorando e reclamando, pois o outro tinha lhe dado um carrinho. Eles jogam muito e todos disseram que são ruins no gol.
O Zé nos disse que os principais motivos de brigas são quando alguém é pego e não gosta de ser pego ou quando alguém não marca o ponto e o outro dá uma risada, isso sempre acaba em briga. Deu para perceber que os alunos adoram o Zé, disseram que ele é muito legal e que escolhe bem os jogos.
O professor também nos disse que existem certas diferenças entre as habilidades deles, pois algumas crianças fazem aula em clube ou praticam desde pequenos. Ele nos disse que às vezes há certo desequilíbrio entre as equipes, pois não se escolhem pelo justo, mas sim pela amizade e isso desequilibra.
Ele ainda nos disse que é importante começar a praticar jogos um pouco mais complicados, para quando chegaram às séries mais avançadas já irão jogar bem e terão mais habilidades motoras. Os únicos jogos que os meninos não gostam é pular corda.

Pedro Andrade e Rafael Luiz - 5º ano E

O QUE É LAND ART?

Nós fizemos uma entrevista com a Luciana, professora de artes do 1° ano, e com a orientadora Ana Lúcia. Elas nos disseram que os alunos do primeiro ano fizeram um trabalho chamado: sequência de atividades “Land Art”. A Luciana nos contou que o objetivo desse projeto é as crianças aprenderem sobre Land Art, que ao pé da letra significa arte na terra. As crianças estavam aprendendo o porquê de se fazer “Land Art”. O motivo é que os artistas passam as suas artes para a natureza porque eles querem chamar atenção naquele ambiente. Esse projeto começou a ser realizado há três anos, em 2007. Ela também nos contou que foi trabalhoso chegar a ideia dele, pois ela tinha que saber como as crianças trabalhariam com isso.
Os alunos responderam algumas perguntas para nós.
Esse trabalho é bem criativo, pois as crianças usam a imaginação para criar e aprender sobre Land Art.
Nadine Amaral e Laura Vicente de Azevedo do 5° ano E

OS BASTIDORES DA COLETA DE LACRES

Nós entrevistamos a orientadora Lúcia e alunos do Pré 1, Fernanda, Luiz Eduardo, Laura e Fernando para sabermos como funciona a coleta de lacres que o Pré 1 faz no primeiro semestre.
Lúcia nos disse que esses lacres antes iam para uma instituição
chamada Arrastão dos Lacres e que esse grupo costumava vir no final do primeiro semestre no Colégio para fazer uma apresentação agradecendo aos alunos por terem os ajudado, doando lacres à instituição. Após dois anos o Colégio convidou outro grupo, pois não deu certo a convivência.
O Santa encontrou outra instituição, via internet. Essa se chama Companhia dos Lacres. O grupo é de Brasília, e utiliza os lacres para fazer roupas, cortinas, bolsas e ímãs em forma de animais em geral.
Ao contrário do Arrastão de Lacres, esse grupo não visita as crianças. Elas se comunicam com o grupo através de cartas, dizendo às suas professoras o que querem falar para eles. Após a discussão as professoras escrevem as cartas para o grupo.
Achamos muito interessante ver as crianças sabendo como, porque e para quem mandam os lacres. Eles também, através dos lacres, aprendem a contar. Gostamos muito também de conhecer o pré após as reformas que o colégio promoveu.

Ouça o áudio da entrevista!!

Ana Beatriz Sampaio Magalhães e Lilla Lescher - 5° ano E

AS AULAS DE TEATRO NO SANTA

Nós entrevistamos a Fabiana, professora de teatro. Ela é formada em dança, fez um curso profissionalizante no Balé Bolshoi, na Rússia e é formada também em Educação Artística. Dá aula de teatro no Santa Cruz há bastante tempo, mais ou menos uns dez anos, e trabalha junto com o professor Caco, com quem faz dupla e dividem as aulas. Quando eles assumiram as aulas no Santa Cruz, o curso já existia, porém ele mudou bastante de lá pra cá.
Hoje, o curso tem duração de dois anos. Os alunos começam no 6º ano e terminam no 7º ano, fazendo uma apresentação. Os alunos que não conseguiram vaga no 6º ano tentam novamente no 8º ano e fazem o curso até o 9º ano. É uma atividade bastante procurada no colégio, por isso muita gente não consegue essa vaga no 6º ano.
Para participar do curso, o aluno precisa preencher uma ficha de inscrição e a secretaria faz um sorteio das 44 vagas que são abertas no 6º e no 8º ano.
As peças não são pagas e são abertas aos pais, familiares dos alunos e também para todos os alunos daquele ano. Se ainda restarem convites, os próprios alunos do grupo convidam outras pessoas.
No grupo de teatro há alunos de diversos comportamentos e personalidades, sendo assim há aqueles que têm uma facilidade maior na interpretação e nos jogos teatrais porque são mais desinibidos e há aqueles que precisam de um tempo maior pra conseguirem se soltar. São feitos muitos jogos e laboratórios, e no final, todos acabam conseguindo alcançar seus objetivos.
O importante, segundo a professora Fabiana, é saber trabalhar em grupo e respeitar as diferenças. Isso já é um grande começo pra quem quer trabalhar com teatro.
Elisa Galizia e Bruna Maffei - 5° ano E