Como será que foi a vida do diretor falecido do colégio? Essa foi a pergunta que nos fizemos e que fez com que começássemos a nos interessar por essa pesquisa.
Ele foi o primeiro diretor não padre e foi escolhido e preparado pelos membros da Congregação Santa Cruz, quando os padres que fundaram o colégio, decidiram que não iriam mais continuar na direção do Santa. Começou a trabalhar aqui em 1969, ficou exclusivamente como professor de física no Santa Cruz nos anos de 69, 70, 71 e 72. Em 73, foi convidado para participar da direção do Ensino Médio, do qual foi vice-diretor até 1979. Em 80, foi convidado a participar da Direção Geral da escola, cargo que exerceu até falecer.
Deixou no colégio um grande projeto permanente. Por isso, todos os cursos têm reuniões semanais para discutir o andamento das atividades da escola, vendo possibilidades de melhorias e modificações. Tinha a preocupação também com o conforto das pessoas da escola.
Como era ocupado, não o conhecíamos muito bem. Para os professores novos, de vez em quando, contava uma história antiga do colégio para eles se acostumarem. Também contava aos alunos nas formaturas do Ensino Médio e Fundamental.
Seu melhor momento na direção do colégio foi quando participou do grupo responsável por tornar o colégio misto, em 1974. Isso obrigou uma série de mudanças, preparou o colégio para receber as meninas — banheiros, vestiários, classes etc. Como diretor-geral, criou o Centro de Informática (1994), a Educação Infantil (2000) e o Teatro Santa Cruz quando o colégio fez 50 anos.
Quando a reforma ficar pronta pensaremos nele com orgulho e respeito, pois sempre pensou em melhorar o colégio. Sentiremos falta dele e das suas histórias na nossa futura formatura.
Catarina Couto e Gabriela Testa 5°ano B