terça-feira, 16 de outubro de 2012

EXPOSIÇÃO DA ESCOLA ANTIGA NO 2°ANO

Nós entrevistamos duas alunas e dois alunos do 2° ano a respeito da exposição da escola antiga.

As crianças disseram que as escolas de seus avós eram muito rígidas, havia muitos castigos como palmatória, ajoelhar no milho, e ficar de frente para a parede.


Hoje, os castigos são muito mais leves, normalmente as professoras apenas dão broncas, e se o caso é um pouco mais grave o aluno é mandado para a orientação. Se o assunto for muito grave o aluno é suspenso, o que é extremamente raro na escola.


Os alunos tinham que ir todos os dias para o colégio de uniforme. As brincadeiras eram diferentes de hoje, segundo os alunos do 2°ano as meninas normalmente brincavam de roda, corda, brincadeiras de mão infantis, os meninos jogavam futebol com bola de meia, e pega-pega.


Atualmente, essas brincadeiras são menos comuns, os meninos jogam futebol com  bolas de outros materiais e algumas meninas também jogam. Normalmente,  muitas meninas optam conversar no recreio. Hoje as meninas se interessam mais por esportes.


Antigamente, os transportes mais usados para chegar à escola eram bonde, ônibus e andar a pé.Hoje usamos mais os carros.




Os alunos fizeram um dia em que todos agiam como se estivessem nesse tempo, onde todas as regras eram diferentes. Fizeram uma exposição para os pais de tudo que aprenderam com esse estudo. Pelo jeito todos os pais gostaram desse projeto!





Gabriela Nogueira e Lorena Sawaya  5º E  2012










PROJETO SOCIAL DO COLÉGIO SANTA CRUZ

Entrevistamos a Rita Leite, coordenadora do SAN, que nos ajudou a saber um pouco mais sobre o projeto! E também alguns alunos que nos fizeram enxergar outro jeito de pensar!


O que a gente normalmente chama de SAN é o projeto social do Colégio Santa Cruz que engloba várias frentes de ajuda nas creches.


Na Vila Jaguaré, as crianças são atendidas em duas creches, entre elas o centro de crianças e adolescentes . O outro centro é de atendimento interdisciplinar, lá inclusive atendem crianças com deficiência física ou mental. O projeto não atende apenas crianças e adolescentes, atende também adultos  do curso profissionalizante.


No colégio Santa Cruz, há outro programa, o Supletivo, que também faz parte do SAN e, por fim, tem o grupo de pais que atende de alguma maneira o projeto com a sua profissão.


Entre as despesas e receitas, arrecadam, em média, R$ 450 mil na Festa Junina. Já na Feijoada e na Corrida, arrecada-se entre R$ 50 mil e R$ 100 mil. Além desses eventos mais conhecidos tem também aquele que chamamos de SAN cultural que contrata algum artista ou peça teatral para os alunos e pais, assim arrecadando mais um pouco para o projeto.


Normalmente, não é feita nenhuma média certa da arrecadação de brinquedos. Este ano foi o primeiro ano em que na feijoada foi feita uma arrecadação maior. Os brinquedos mais doados para a creche são bolas, bonecas e bichinhos de pelúcia.


"Para nós, um dos maiores prazeres do SAN é observer aqueles sorrisos brilhantes das crianças ao receberem um presente! Realmente uma festa maravilhosa!"


Ao entrevistar os alunos do Colégio Santa Cruz, descobrimos que a maioria sabe muito bem o objetivo do SAN. Também percebemos que muitas das mães ajudam de alguma maneira o projeto pedagógico.


Além de saberem sobre o programa, gostam tanto de ajudar quanto de participar dos eventos. “ Participei de todas! Nunca faltei em nenhuma”- disse Maria Eduarda Preto do 4° ano.


Beatriz Bonamico e Luiza Aron 5ºE  2012







ENCERRAMENTO DO EF1

No fim do 5º ano, passaremos dois dias no acampamento Águias da Serra, para comemorarmos a passagem para o EF2. Essa ideia surgiu há quatro ou cinco anos, quando os professores pensaram que seria muito divertido passarmos o fim do ano com colegas da nossa e de outras salas  para nos conhecermos melhor. Aliás, ter completado o Ensino Fundamental 1 é um ótimo motivo para comemorar.


Ao chegarem lá, os alunos se surpreendem, pois pensam que seria um acampamento diferente, porque se localiza em São Paulo, mas logo depois percebem que é como qualquer outro.


Os alunos entrevistados acharam que acampar com a escola depois de passado muito tempo foi uma experiência muito entusiasmante. Os professores não pegam no nosso pé como fazem durante as aulas, e não é nada estranho vê-los se divertindo fora da classe: “Eles são pessoas normais como nós” disse Camila, da 7ª série D.


Tudo é divertido e interessante, então é difícil escolher um lugar ou momento preferido, mas a professora Kiki, do 5º D, adora o momento em que todos se unem par cantar em volta da fogueira.


Luciana, professora de inglês, que participa da viagem há quatro anos, acha que escolheram esse lugar porque os alunos sempre gostam de passar um tempo em acampamentos, mas, se ela pudesse escolher qualquer outro lugar, sugeriria um dia na praia, por exemplo. Para ela, um momento marcante foi no ano passado, quando fizeram um tipo de quiz no salão de jogos.


Nós achamos que é um programa muito diferente para o 5° ano, pois a última vez que viajamos para um acampamento com a escola foi no 2° ano. Também achamos que este programa foi planejado para aprendermos a conviver bem com pessoas que ainda não conhecemos direito, pois muita gente nova entrará no 6° ano, e precisamos nos enturmar com elas também.

As professoras disseram que ainda mantém o contato com seus antigos alunos. Mesmo estudando de manhã, eles arranjam um jeito de vir à escola de tarde e enganar os vigilantes, só para “colocar as conversas em dia”.


Segundo João, Francisco e Thomas, do 6º A, ao chegar no EF2, você se sente mais importante, alcança seu irmão mais velho, mas há o lado negativo: é preciso acordar muito cedo todo dia e as matérias ficam mais difíceis.




Beatriz Ferreira e Laura Lucon


5º ano E  2012


segunda-feira, 8 de outubro de 2012

ESTUDO DO MEIO A BAIXADA SANTISTA


     O Estudo do Meio a Baixada Santista ocorre normalmente no começo de setembro, cada viagem tem duração de três dias e o trabalho é com o 6°ano do Santa Cruz. O projeto envolve as matérias de: História (Arqueologia) , Geografia   e Ciências como matérias principais, mas também há outras como : Ensino Religioso , Artes e Língua Portuguesa .

Com objetivo de saber um pouco mais sobre o estudo do meio, nós fomos perguntar  a algumas alunas sobre o projeto.  As alunas que entrevistamos gostaram do Estudo do Meio em geral, principalmente os lugares antigos, pois puderam aprender mais coisas do Brasil antigo.  Elas acham que a viagem precisa melhorar na organização, pois perderam tempo de estudo.

Depois entrevistamos o professor Caco do 6°ano, ele nos disse que esse projeto à Baixada Santista começou antes de ele entrar no Colégio, há mais de 22 anos atrás . Caco nos disse também que esse Estudo do Meio é para os alunos aprenderem a estudar de um jeito “diferente“. Isso significa que  os alunos, ao invés de estudar em sites, livros, pesquisas e outros, eles vão estudar "no lugar" e isso ajuda os alunos a “mergulhar“ na matéria diferente que o estudo do meio apresenta. Caco nos disse também que os principais lugares que os alunos visitam são: tempo antigo, porto e orla. O tema principal são as mudanças e permanências da cidade de Santos.

José Henrique Ferraz e Rafael Neves   5ºano A  2012

ENTREVISTA COM OS ALUNOS E COM O TÉCNICO DE HANDEBOL DO COLÉGIO SANTA CRUZ




O handebol é uma tradição no Colégio Santa Cruz. Nós entrevistamos algumas jogadoras do EF2, que começaram a praticar handebol este ano, treinando das 12h55min às 13h50min. Elas acham que nem sempre as aulas são puxadas.

Durante esse ano, já ganharam para a escola mais ou menos cinco campeonatos. “No handebol, o mais difícil é a marcação,” disse uma delas. Elas jogam contra times do Santa e de outras escolas também.

O técnico, José, também foi entrevistado. Ele nos contou que jogou handebol durante 20 anos e já trabalha há cinco anos no colégio. Perguntamos que tipo de atividade ajuda a jogar handebol melhor e ele respondeu: “São muitas, corrida de velocidade, salto, exercícios de passar e arremessar a bola”. Ele também nos disse que o aluno precisa ter velocidade e força, controle de bola, saber driblar, passar e receber a bola.

Giovanna Cianciarulo e Gabriela Motidome  5º C  2012




ENTREVISTA COM A BIA-BIBLIOTEQUINHA

Perguntamos à professora Bia, que dá aulas de leitura no segundo e no quarto ano, se essa aula era realizada em todas as escolas. Ela nos respondeu que não, na maioria das escolas há uma aula desse tipo chamada “Sala de leitura”, mas não igual às aulas do Colégio Santa Cruz que são feitas com poucos alunos e todas as semanas.

Ela falou que, desde o começo, a aula de leitura seria realizada em uma roda, e perceberam que com as almofadas e o tapete, seria mais fácil e os alunos ficariam confortáveis e não bagunçariam. Tiramos os sapatos por uma questão de higiene, os sapatos são sujos e não é bom sujar o tapete.

O mural ajuda a divulgar a leitura, pois normalmente ela tem coisas importantes para falar e não tem tempo de conversar sobre todos os livros.

Ela nos disse que todos os anos são muito diferentes e não consegue escolher o melhor para dar aula. No segundo ano, os alunos adoram séries engraçadas como Bruxa Onilda, A casa da árvore mágica e Ziraldo. Já no quarto ano, os alunos preferem séries de suspense maiores, como, Percy Jackson e Artêmis Fowl.

Bia disse que o acervo demorou um pouco para ser instalado no novo prédio e que não tinha espaço para a biblioteca do primeiro ano, então o acervo está distribuído dentro das classes. Ela prefere que a sala de leitura esteja perto dos alunos, pois eles vêm no recreio, na saída e na entrada. Mas esse tema ainda não foi discutido.

Disse que a aula é importantíssima, pois o aluno que é leitor encontra outros leitores. Disse que a sala de leitura é um lugar que você pode conversar sobre o livro se quiser e se não quiser, você ouve. Poder, semanalmente, ler o livro que você quiser é inviável em São Paulo. Bia se formou em pedagogia e quando o cargo de professora de leitura ficou vago, ela se formou em biblioteconomia e se apaixonou por leitura. Ela afirmou gostar da maioria dos tipos de leitura, menos ficção cientifica. É realmente um passatempo divertido.                                               

Clara Prado e
Julia Podkolinski
do 5ºC  2012