segunda-feira, 17 de novembro de 2008

COMO É A VIDA APÓS O SANTA?










Entrevistamos três ex-alunos do colégio: Francisco, de 19 anos, Juliana, 31, e Beatriz, 40, para saber no que estudar no Santa contribuiu para as suas vidas. Essas três pessoas responderam as perguntas de diferentes modos: Juliana respondeu-as por e-mail, Beatriz fez um texto narrativo contando suas memórias da época de colégio e Francisco gravou conosco uma entrevista.

Clique nos links abaixo para ler os textos e assistir a terceira entrevista em vídeo! Esperamos que gostem!








Ana Cecília Mesquita, Carolina Wakisaka e Marina Freitas – 4ª E.

CRIANÇAS DO 1º ANO VISITAM A MATA ATLÂNTICA

É possível crianças de 1º ano aprenderem sobre a Mata Atlântica? No Santa Cruz existe um estudo sobre esse tema, que já é bem antigo.

Entrevistamos a Assistente Pedagógica da série, Miriam Sequerra (Milou), que nos disse ser ele, atualmente, mais um trabalho de Língua Portuguesa, que ajuda as crianças a aprender a estudar lendo textos, fazendo resumos e escrevendo suas observações. Disse ser importante também para pensar a res
peito das questões ecológicas, como a preservação da natureza. Milou explica: “é interessante para as crianças de seis/sete anos poder estudar e ver um ecossistema”. O objetivo é que os alunos, ao final do estudo, estejam mais “sabidos” tanto em relação à Mata Atlântica, como em relação aos procedimentos de estudo, como fazer um registro, selecionar informações importantes num texto, por que usar caneta marca texto etc.

O estudo acontece assim: em primeiro lugar, as professoras conversam com as crianças sobre o que sabem e lembram sobre a Mata Atlântica. Em seguida, é realizado um passeio para a fazenda São Jorge, no município de Juquitiba, a uma hora de São Paulo. Lá as crianças vêem como é esse ambiente, as árvores, os animais, fazem anotações e avaliam as c ondições da mata. Depois de tudo isso, os professores da escola iniciam uma série de aulas sobre a Mata Atlântica com diferentes temas. Há uma aula mais histórica para pensar a exploração da mata, como ela era na época do Descobrimento, e o que foi acontecendo com ela ao longo dos anos.
Outra aula é sobre as condições da mata, sobre temperatura, luminosidade, importância da água, e outra ainda para estudar as espécies de animais e plantas, entre eles o mico-leão-dourado, que é o símbolo da mata.

Uma parte interessante do passeio é quando os alunos aprendem sobre as bromélias, e esse lugar cultiva bromélias. Na fazenda há uma estufa que é chamada de berçário, e as crianças plantam bromélias nesse local. É um agrado do pessoal da fazenda oferecer uma muda de bromélias para cada criança depois da visita.

Luisa Giannini, Maria Theresa Dyévre e Vitor Algodoal 4ª B.

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Criação em Multimídia

Há um curso no segundo ano do Ensino Médio, saiba como ele é!

No 2º ano do Ensino Médio do Santa Cruz existe um curso que faz muito sucesso. É o curso Expressão em Multimídia!! Nele os alunos criam sites sobre algum tema escolhido por eles, é claro que com a aprovação do professor. Já foram criados sites sobre cultura japonesa, RPG’s, Geração IPod, Bossa Nova e até temas um pouco estranhos, como pão e chapéus.

Os professores responsáveis pelas aulas são Antonietta, de Língua Portuguesa e História da Arte, Luiz, de Biologia e Ana Carolina, pedagoga do Centro de Ensino de Informática do colégio. O curso tem três professores para garantir várias visões sobre o tema. Nós entrevistamos Ana Carolina, uma das professoras, que nos contou tudo sobre ele. Disse que é semestral, com aproximadamente 22 alunos por classe, divididos em grupos de 4 ou 5 alunos. Ao todo, eles têm 14 aulas, sete para fazer o site, uma para apresentar o projeto do site, e as demais são usadas para fazerem exercícios, formarem o grupo e avaliarem o trabalho.

O tema tem que ser multidisciplinar, deve poder ser visto por vários ângulos do nosso conhecimento. Por exemplo, se um grupo for investigar cinema mudo, deve pesquisar não apenas a sua história, mas a época, como influenciava a economia, etc.

Os alunos escolhem o tema e fazem a pesquisa sobre ele a partir de uma pergunta central que norteia todo o trabalho. Os principais programas de computador que utilizam são o Dreamweaver, Flash e Fireworks.

Depois, através da multimídia poderão expressar a resposta que encontraram no trabalho deles.

A SEGUIR VEJA COMO É UMA AULA DO CURSO.

Fonte: http://www.cei.santacruz.g12.br/~expressao/

Caio Ricciardi, Gabriel Braga e Gustavo Caracuel – 4ª B.

Teatro, a arte da expressão!

Descubra como é o curso de teatro do colégio.

Para muitos do EF1 a seleção para as aulas de esporte que os alunos do EF2 podem fazer à tarde é a coisa mais empolgante, mas existe o Curso de Teatro, que é pouco conhecido até a 4ª série, mas é muito bacana também. Ele é dado na 5ª e 7ª séries pela professora Fabiana, e na 6ª e 8ª séries com o Caco, professor de História da 5ª série há nove anos.

No final do ano, na 6ª e 8ª séries é montada uma peça de encerramento do grupo, e o roteiro é feito e escrito pelos alunos-atores. E para quem não quer atuar, há espaço para participar do roteiro ou trilha sonora. Os esquetes são feitos pelos alunos em suas casas, e depois vão ganhando detalhes pelos outros alunos, até ficarem totalmente definidos.


O objetivo do curso não é formar atores, e sim fazer com que os alunos expressem o que pensam, o que sentem, como estão naquele dia e principalmente incentivar a criatividade. Segundo Caco, a maior dificuldade que normalmente alunos dessa idade enfrentam, é o tom de voz muito baixo, a falta de projeção no palco e o medo de atuar.

Os benefícios em ter aulas de teatro nessa idade são, nas palavras de Caco, “a possibilidade de pensar mais sobre você, sobre o seu jeito de ser, como processa o seu pensamento, o que você é num grupo, como pode colaborar para um objetivo comum, aprender a discutir um tema, a experiência de formar um grupo, mostrar como pensa e compreender melhor o universo das artes através do teatro. São coisas que ficam para a vida toda”.

Nossa equipe teve a oportunidade de assistir algumas aulas dos grupos da 6ª e 8ª séries, e lá vimos como é escolhido o nome da peça, como são os ensaios e como são os esquetes. Achamos muito interessante porque essas atividades incentivaram a pensar sobre temas fortes que mostram como devemos aproveitar cada segundo do dia — na 8ª série “O tempo” e na 6ª série “Relacionamentos”.
No ano que vem, não perca esta oportunidade. Tente entrar no curso de teatro, você não irá se arrepender!

ÁLBUM DE FOTOS - 6ª SÉRIE

ÁLBUM DE FOTOS - 8ª SÉRIE


ASSISTA A TRECHOS DA PEÇA DA 6ª SÉRIE

ASSISTA A TRECHOS DA PEÇA DA 8ª SÉRIE

João Godoy, Joaquim Barros e José Ricardo Coelho – 4 ª B.

segunda-feira, 27 de outubro de 2008

OS EX-ALUNOS TAMBÉM TÊM FESTA DOS ESPORTES


Ela se chama Festa dos Ex-portes!

Vocês sabiam que os ex-alunos do Santa também têm Festa dos Esportes? Ela acontece desde o ano passado e os pais que quiserem podem trazer seus filhos, pois tem barraquinhas de comida. As pessoas que participam têm de 20 a 50 anos de idade e todos estudaram no Santa Cruz. Os times são formados por faixa etária e os jogos também.

Uma das pessoas que entrevistamos pertence a um time chamado Pênalti que, desde o ano passado, tem esse nome. Mesmo as pessoas que não gostavam muito de esportes antigamente, têm a oportunidade de jogar e reencontrar os amigos.

Antigamente a escola tinha um time de basquete e um de handball que foi bicampeão paulista num campeonato entre escolas. O colégio tinha o melhor time de futebol da época, ganhava do São Luis, do Santo Américo e de outros colégios. Hoje em dia têm muitos ex-alunos que nunca mais voltaram à escola e com essa festa todos relembraram do tempo em que estudaram aqui.

Os ex-alunos do Santa gostaram muito da iniciativa da Festa dos Ex-portes e gostariam de vir de novo no ano que vem, como disse a ex-aluna Paula Sthefano, 29. “Eu fico muito feliz porque para mim é uma coisa muito especial. Quando eu tinha mais ou menos dez anos, eu ficava o ano inteiro esperando esse dia, então para mim é uma emoção muito grande”. Outro dos entrevistados, Gabriel Aidar, o presidente da Associação dos Ex-alunos do Santa disse: “Eu acho ótimo nós estarmos organizando a festa. É um lugar para reencontrar ex-alunos. Este ano estão escritos 118 times com aproximadamente dez ex-alunos em cada, o que significa mais de mil atletas jogando”.

Alguns entrevistados falaram que a Festa dos Ex-portes deveria ser mais bem divulgada, pois muitas pessoas nem ficaram sabendo do evento, mesmo sendo ex-alunos.

VEJA O ÁLBUM DE FOTOS

Ana Beatriz Santos, Fernanda Santos e Gabriela Gonçalves- 4ªB.

Adultos também aprendem: estágio do Ensino Médio no Supletivo

Os alunos do 2º ano do Ensino Médio, Luis Felipe Saraiva e Gabriela Toledo pertencem ao grupo que faz o estágio participativo no Curso Supletivo, uma vez por semana, à noite, durante um semestre. Eles escolheram fazer este estágio entre outras opções. Sua tarefa, durante as aulas de Língua Portuguesa do Supletivo, é ajudar os alunos a mexer no computador e aprender a escrita das palavras.

Gabriela escolheu fazer seu estágio na Fase 1, que é a série correspondente à alfabetização. Luis Felipe escolheu a Fase 3, na qual os alunos já sabem escrever e aprendem ortografia e produção de texto.

Assistimos duas aulas dessas séries do Curso Supletivo no CEI, e nelas os alunos da Fase 1 escreveram as etapas de como se prepara a farinha de mandioca e criaram um título para o texto. Já os alunos da Fase 3, fizeram, no computador, uma atividade muito interessante de encaixar os Estados em seus devidos lugares no mapa do Brasil.

As professoras destas fases do Supletivo são Beta, Helena e Luciana. Conversamos com Helena e ela disse que quando os alunos vão fazer as atividades propostas eles usam o computador e procuram as letras, escrevem frases, títulos, etc. Os alunos do Ensino Médio ajudam muito em toda essa parte da informática: como faz para mudar de linha, dar espaço, o uso do Word. Helena também falou que por outro lado, os estagiários podem observar como os adultos pensam e aprendem, e quais são as hipóteses sobre a escrita que desenvolvem. Os alunos do Ensino Médio gostam muito de ver como os alunos adultos pensam e como se organizam.

Helena explicou que “uma coisa é quando você aprende, outra coisa é quando você faz uma reflexão sobre como aprendeu. Então os alunos do Ensino Médio vêem isso no outro. São dois aspectos: a questão do adulto e da metacognição. Então, depois da aula, eu tenho uma conversa com os alunos do E.M. sobre o que perceberam, o que foi interessante. Os dois lados têm uma ganho real!”
ASSISTA A ESTA REPORTAGEM EM VÍDEO

Isabel Etchenique, Isabel Ramos e Maria Juliasz - 4ª B.