segunda-feira, 29 de junho de 2009

Hundertwasser e Antoní Gaudí são a nova inspiração do Pré 2

No último dia 27 de maio, fizemos uma visita ao prédio da Educação Infantil do colégio para conhecer melhor um estudo realizado pelo Pré 2, na área de Artes, sobre os arquitetos Antoní Gaudí e Hundertwasser. O projeto de reforma do edifício foi feito por J.C. Serroni e inspirado na obra dos dois artistas.

Fomos assistir uma aula de Artes da Sala Laranja do Pré 2, e descobrimos que a verdadeira inspiração das crianças são as cores e a arquitetura de uma parte de sua infância, a escola. Nesse projeto, as crianças aprendem que as formas orgânicas (da natureza) são inspiradoras desses artistas e criam muitos desenhos usando esse recurso. Os desenhos iniciais sobre o portão da entrada, inspirado novamente em Gaudí, fotos sobre os mosaicos e um dos produtos que as crianças mais gostam é a torre de argila com pedrinhas coloridas, pedras brancas ou azulejos pequenos.
Conversamos com as crianças e descobrimos que, com esse estudo, aprenderam a ter um outro ponto de vista em relação ao prédio. Por exemplo, um exercício feito em aula foi o de fechar os olhos, abrir de novo, passear pela educação infantil e perceber coisas que ainda não haviam notado. Descobriram que os objetos de seu cotidiano eram como as maravilhosas obras de arte dos artistas citados e perceberam também que a escola em que estudam tem cores vivas como um arco-íris.

Assista ao vídeo!

Ana Luiza Galvão, Camilla Motta e Catharina Magliano - 4ª D.

TODO MUNDO ESTUDA O CENTRO?

Cada curso do colégio faz isso de um jeito diferente!

Você sabia que acontece um Estudo do Meio sobre o centro da cidade de São Paulo nos quatro cursos do colégio? Quando soubemos disso, decidimos fazer uma reportagem para saber o que cada série estuda sobre o mesmo local! Descobrimos que os enfoques são diferentes e cada um deles tem um aspecto muito interessante!

Entrevistamos professores e alunos do 3º ano do EF1, da 8ª série do EF2, do 1º ano do E.M. e do Supletivo. Clique no quadro abaixo para saber o que foi realizado nos estudos das diferentes séries.




Agora, clique no link abaixo e ouça as entrevistas com as impressões dos alunos sobre o estudo!
3º ano
8ª série
Supletivo

Fontes: www.flanelapaulistana.com ; www.commons.wikimedia.org ; www.baixaki.com.br ;www.arrakeen.ch ;www.flickr.com

Bruno Ikeda, Pedro Alves e Renato Godoy – 4ª D.

Alunos do Ensino Médio dão aulas para o Supletivo

Você sabia que aqui no Colégio Santa Cruz existe um curso de Inclusão Digital, no qual os alunos são do Supletivo e os professores são alunos do Ensino Médio?

Pois é, o curso de Inclusão Digital acontece todas as segundas-feiras, das 17h50 às 18h50, e é oferecido em todos os semestres, com aproximadamente 22 alunos do Supletivo e 10 alunos voluntários do Ensino Médio.

Conversamos com os alunos-professores do Ensino Médio para saber qual é a sua opinião sobre o curso. Emanuel Silva, do 2º ano do Ensino Médio, disse: “Eu acho o curso muito bom porque é um trabalho que nós desenvolvemos com pessoas já adultas, que não tiveram oportunidade de aprender a mexer no computador quando tinham a nossa idade. É muito legal e bom ver como eles aprendem rapidamente.” Quando perguntamos o que mais aprenderam dando aulas, Sofia Matulis do 2º ano do Ensino Médio falou: “A ter paciência. Quando você tem que ensinar várias vezes a mesma coisa, a gente tem que repetir, repetir, e manter a calma.”

Realmente, os alunos do E.M. aprendem a ter mais paciência, a tentar entender a dúvida de seus alunos do Supletivo e quando as pessoas têm oportunidade de aprender, isso acontece muito rápido. Segundo Ana, professora-aluna do 2º ano Ensino Médio, “é um curso muito legal, que proporciona muitas coisas novas tanto para as pessoas que assistem às aulas, como para as que dão aula também”. De acordo com os três entrevistados, é bom dar essas aulas e todos querem continuar ensinando até o final do ano.

Entrevistamos também Vera, Sonia, Vânia, Maria, Milton, José Paulo e Francisco, alunos do Supletivo que freqüentam o curso, para saber a opinião deles. Eles nos contaram que aprenderam a escrever textos no Word, formatar, copiar, fazer apresentações em slides, pesquisas na Internet, a usar seu próprio e-mail, e ligar e desligar o computador corretamente. Disseram também que os alunos que não tinham computador em casa não evoluíram tanto quanto os que tinham. A maioria gostaria de continuar freqüentando o curso por pelo menos mais dois semestres e estão muito felizes com a oportunidade de poder participar dele.

Gabriela Von Uhlendorff, Laís Rodrigues e Cecília Rogano – 4ªD.

segunda-feira, 15 de junho de 2009

O que ainda pode ser feito com o lixo do colégio?


Dando continuidade à reportagem de nossa 1ª edição do Jornal do Santa “Você sabe o que é feito com o lixo na escola?”, entrevistamos o prof. Flávio Berthola Facca, Vice-diretor Geral do colégio, para saber se há mais alguma coisa a ser realizada pelo colégio e pelos alunos para ajudar na limpeza do Campus.

Sobre as nove toneladas de lixo recolhidas por mês no colégio, Facca nos contou que
esse lixo é separado pelos funcionários em: metal, papel limpo, plástico, vidro e lixo orgânico. O que é reciclável não é levado aos postos de coleta, mas existem pessoas e empresas que o compram diretamente do colégio. Com o dinheiro arrecadado com esse lixo, são comprados presentes para os funcionários do colégio, que são sorteados no almoço de fim de ano deles.

O Santa Cruz possui duas caçambas onde são depositadas as folhas e galhos que caem das árvores. Havia um projeto de compostagem, para transformar isso em adubo, mas a Eletropaulo, que é dona do terreno onde seria feito esse processo, não autorizou por causa do cheiro forte da compostagem, que poderia incomodar os moradores vizinhos.
Não há quantidade suficiente de plástico e papel das embalagens descartadas para ser utilizada nas aulas de Artes, de acordo com Facca.

Segundo ele, os alunos muitas vezes não respeitam as indicações em cada um dos recipientes de coleta e misturam os tipos de lixo, por isso os funcionários têm que separá-los corretamente! Se os funcionários ficassem um dia sem varrer o pátio e sem limpar as classes, daria para se ver a quantidade de lixo que fica jogada nos pátios, nos bancos e nas quadras depois dos recreios. Então, os alunos perceberiam seu descuido e a partir daí poderia ser feita uma campanha: “Jogue o lixo no lixo”.

Veja por quanto o colégio vende o lixo:
• Cobre (fios de telefone e eletricidade, e alguns objetos) – R$ 8,50 o quilo.
• Latinhas de alumínio – R$ 1,50 o quilo (63 latas).
• Plástico (copos, isopor) – R$ 0,10 o quilo.
• Papel triturado (branco, jornal, revistas) – R$ 0,02 o quilo. O papel é tão barato porque há muito para vender.

Gustavo Peano, Pedro Coutinho e Tiago Bonchristiano - 4ªD

FÓRUM FAAP: Prêmios inéditos para os alunos do Santa!

Alunos do 3º ano do Ensino Médio representam delegações de outros países e escrevem no Washington Post

Entrevistamos alguns alunos do 3º ano do Ensino Médio que participaram do Fórum FAAP, durante quatro dias (1º, 2 e 3 de maio). Lia Rolnik de Almeida, Lia Braga Pessoa e Otávio Azevedo representaram a delegação da Hungria durante o evento. Eles ganharam o prêmio de melhores representantes. Marcelo Soares dos Santos, o quarto entrevistado, participou com Giulia Carvalho Afiune do Comitê de Jornalismo, escrevendo artigos para o Washington Post. Uma entrevista deles com Rubens Ricupero foi considerado também o melhor artigo do Fórum Faap 2009.

O fórum é organizado pela FAAP e envolve alunos do Ensino Médio. Cada delegado deve defender os interesses políticos e econômicos de seu país durante os dias de debate. Esse é um exercício importante para se debater as questões atuais. Ao final dos três dias de discussão é eleita a melhor delegação em cerimônia de encerramento na própria FAAP.

O Fórum FAAP é um encontro no qual comparecem vários colégios que representam um país ou mais, durante quatro dias. O Colégio Santa Cruz em 2009 representou a Hungria, Holanda e Uganda. Na delegação da Hungria, Lia e Lia foram para as simulações no Comitê do Conselho da União Européia e Otávio para as simulações no Comitê sobre Mudanças Ambientais. Havia também os comitês de imprensa, que são os responsáveis por escrever artigos cobrindo o que foi discutido no dia. Marcelo e Júlia, do colégio, representaram o jornal Washington Post e assistiram as discussões do FMI no comitê que discutia a crise econômica. Todos os dias eles escreviam um artigo em inglês.

Lia nos contou que a Hungria é um país sobre o qual não temos muitas informações, então tinham que pesquisar ao máximo e defender, algumas vezes, um ponto mesmo que não concordassem. Otávio teve que "reescrever" o Protocolo de Kioto com as pessoas de seu comitê, cada um representando um país diferente. A dupla de meninas usou as informações que tinha e colocaram algumas opiniões contra a UE dentro do comitê da União Européia, mas fora dele, mostravam-se de acordo, já que a Hungria faz parte da UE. Otávio teve que defender os interesses da Hungria e, ao mesmo tempo, apoiar os países que fazem parte da União Européia.
Marcelo nos disse: “Você não para, tem que ao mesmo tempo ouvir as discussões, fazer as entrevistas, escrever os artigos. Era interessante porque a gente discutia e pensava em como iria escrever para valorizar este ou aquele país.”
São mais de 80 países. Cada comitê, dependendo do assunto, tinha um número de países diferente. Por exemplo, no Comitê do Conselho Europeu havia apenas 27 países, no do Protocolo de Kioto eram 39, variava conforme o comitê. A ideia do evento é reproduzir exatamente o que acontece na ONU, onde cada comitê tem um número de países diferente.

O mais importante e o mais interessante em participar deste tipo de evento é que o aluno aprende a falar em público, além de defender seu ponto de vista. Essa experiência proporciona um outro jeito de aprender, que é falando, diferente da escola onde você se senta e ouve o professor. Além disso, aprende-se mais sobre a ONU. Você sabia que para falar nos comitês deve-se levantar a mão e pode-se pedir uma moção quando se pretende mudar a forma de debate? Cada comitê possui uma mesa diretora que comanda o debate e você tem uma série de termos obrigatórios a usar.

Lilian Roizman, Luísa Jank, Luisa Amino - 4ªD

SÉRIE BASTIDORES DO COLÉGIO: Os marceneiros Edson, Márcio, Luis e Jorge

Você sabia que existe uma marcenaria no colégio? Nós fizemos uma entrevista com os marceneiros do Santa para contar um pouco mais sobre ela para você. Os nomes dos marceneiros são: Jorge, Márcio, Luis e Edson.Todos eles são marceneiros, com exceção de Edson, que é ajudante de marceneiro.

Descobrimos que a marcenaria presta um enorme serviço para a escola não apenas produzindo móveis, mas também fazendo a manutenção destes. E ainda produzem materiais para as peças de teatro, como já foi feito este ano para uma peça do Ensino Médio. Lá são utilizados materiais como: madeira maciça certificada, placas de madeira compensada e MDF (fibra de média densidade, de composição bastante homogênea, usada principalmente para confecção de móveis e em projetos de decoração), colas e vernizes. Além disso, eles usam furadeiras elétricas manuais e fixas, plainas, serra de fita e serra circular, lixadeiras, tupia e deempenadeira.

Os profissionais falaram também, que para ser um bom marceneiro, deve-se ter muita atenção, dedicação, capricho no que faz e principalmente gostar, porque senão não se consegue trabalhar direito na marcenaria. Também nos disseram que trabalham oito horas por dia e o tempo todo têm que usar o material de proteção para os olhos, ouvidos, mãos e até para as próprias máquinas.
Se você quiser visitar a marcenaria, atravesse o paredão, vire à esquerda e ande até o final. Lá você encontrará o galpão!

Henrique Matulis, Marcello Dahruj e Michelle Chiang - 4ªD