quinta-feira, 29 de outubro de 2009

Os grandes atores de teatro do Ensino Médio

No Ensino Médio, além das atividades do período escolar, também há outras formas de aproveitar a vida no colégio, com eventos esportivos e treinos, ação comunitária e cursos livres de artes, prática musical e teatro.

Nas aulas de teatro o aluno pode se expressar por meio de jogos, cenas e improvisações, usando sua criatividade e procurando fazer as coisas com naturalidade. A idéia
é unir o que é original e simples no aluno jovem a aspectos fundamentais da experiência teatral. Ele pode se expressar de maneira livre, mostrando ao grupo suas experiências.

As aulas de teatro do Ensino Médio são dadas pelo professor Vicente Latorre, que trabalha no Colégio Santa Cruz e nos concedeu uma entrevista na qual falou sobre o curso. É um curso livre, para as pessoas se divertirem, mas também é para trabalhar. Tem a proposta de aproximar os alunos que chegam do Ensino Fundamental para o Ensino Médio e alguns que já estão no Ensino Médio e resolvem fazer teatro.

Vicente chama as aulas de encontros, porque as pessoas falam sobre a arte do teatro e, como a arte do teatro fala de pessoas e das suas questões, é um encontro no qual falam de si mesmos. O curso de teatro do Ensino Médio funciona assim: alunos e professor se encontram todas as segundas-feiras, das 16h30 às 19h00, no primeiro semestre. No segundo semestre, as aulas ganham mais meia hora, pois o mês de novembro se aproxima e é quando acontece a apresentação do que foi trabalhado durante o semestre. Não há a preocupação de apresentar uma peça, É um estudo teatral sobre o que os alunos querem falar.

Os alunos têm um envolvimento muito próximo com a escrita do texto que vai ser dito na peça, quando o texto não está pronto. Adoram as improvisações, pois é o momento em que sua criatividade pode ser exercitada. Vicente nos disse: “O ator é o atleta da imaginação, assim como o nadador é o atleta da água”. No teatro tudo pode acontecer. Então todos podem viajar na sua imaginação e fazer o público viajar junto.

O segredo fundamental para tornar a peça mais interessante para o público é todo o elenco participar junto. Os atores que não estão em cena têm que estar tão envolvidos quanto os outros. O que acontece fora da cena influencia diretamente o momento no palco.
O prof. Vicente gosta de estimular, provocar os alunos para se verem em cena e para a vida. Gosta de provocar neles uma reflexão crítica sobre a vida através do teatro. Ele dá aulas no Santa Cruz desde 2000 e vem descobrindo esse prazer em provocar os alunos, em ajudá-los a perceber o entorno, em transformá-los em espectadores, pois diz que não dá para fazer teatro sem assistir teatro.

Carolina Orfaly, Isabel Weffort e Victoria Gil – 4ª A.

Ator da minissérie Anarquistas Graças a Deus conversa com alunos do colégio


Fizemos uma entrevista com Homero Kossac, junto com os alunos da 4ª série C, onde seu neto, João Paulo, estuda. Ele foi um dos atores da minissérie “Anarquistas Graças a Deus”, produzida pela Rede Globo em 1984.

Ele nos contou que achou muito interessante fazer esse trabalho, pois se identificou muito com a história de Zélia, uma vez que seus pais também eram imigrantes, mas eram árabes.

Homero interpretou o vizinho da família Gattai, o que foi bom para ele, porque como vem de uma família árabe, encontrou muita facilidade para fazer esse papel. A parte mais marcante de seus interpretação para ele foi a dança árabe, para a qual ficaram dois meses ensaiando e acabou não indo ao ar.

Também contou que algumas partes da minissérie foram modificadas em relação ao livro, como por exemplo, o início. Nos primeiros capítulos Zélia não aparece e o livro começa com ela já nascida.

Ficou muito orgulhoso com o fato de seu neto e os colegas estarem lendo o livro que inspirou a minissérie, e gostou muito, porque é um livro histórico e na sua época não se liam livros tão bons assim na escola.

Para ele, essa experiência foi muito gratificante, porque se trata de uma história real e histórica.

ATENÇÃO LEITORES!!! Não percam o vídeo da entrevista aqui!

Fernando Fayet, Isabel Souza e Thais Silva – 4ª A.

Conheça o que os alunos do 4º ano já sabem sobre Desenvolvimento Sustentável?

Os alunos do 4º ano fizeram um estudo de Ciências com a profª Erika Griese, de Laboratório, para construir a maquete de um condomínio localizado em uma reserva, desmatando a menor área possível.

Erika nos contou que foram discutidas com os alunos as seguintes questões: uso consciente de energia, impactos ambientais e o desmatamento como causador do desequilíbrio na cadeia alimentar. A proposta de construção da maquete foi muito interessante: a professora disse aos alunos que eles haviam sido contratados para planejar a construção de um condomínio residencial em uma área de reserva florestal, pela qual passava um rio, cedida pelo governo, e na qual havia um espaço em volta para a criação do condomínio.

Os alunos nos disseram em uma entrevista que planejaram desmatar o menos possível para manter as plantas, e foram melhorando o projeto das maquetes através da leitura de textos e conversas na classe. Eles também propuseram que as casas tivessem placas solares, pois assim haveria uma economia no consumo de energia, já que elas ajudam a aquecer a água.

Foi também discutida a questão dos resíduos que as pessoas iriam produzir, e pensaram em como reduzir o impacto deles no ambiente. Então, foi proposta a criação de uma estação de tratamento de esgoto no condomínio, para que ele fosse tratado ali mesmo e despejada no rio a água já limpa.

No final do trabalho, foi realizada uma exposição das maquetes para os pais. Para quem não viu ainda, aproveite agora e assista ao vídeo da entrevista!

Augusto Nassar, Marcos Twiaschor e Paulo Bourroul - 4ª A

BASTIDORES DO COLÉGIO: A GRÁFICA!



Você sabe onde é e como funciona?

Você já se perguntou o que é uma gráfica? Se sim e não soube responder, é melhor ler esta reportagem para descobrir!

Em primeiro lugar, a pré-gráfica!

Conversamos primeiro com os três funcionários da pré-gráfica. Eles são muito dedicados ao trabalho que fazem e trabalham no prédio do Ensino Médio. Nancy, Marcos e Edilma nos explicaram como funciona a pré-gráfica. Primeiramente, eles recebem um material manuscrito, que digitam no computador. Eles nos contaram que, às vezes, o material já vem digitado, mas apenas como rascunho, então, transforma-no em texto digitado e passado a limpo, colocando o cabeçalho do colégio e dando formato às fichas. O resultado é um material didático mais fácil, com um padrão de diagramação uniforme.

Contaram que atendem a todos os segmentos do colégio, desde a Educação Infantil até o Curso Supletivo, e que as tarefas são divididas entre todos que trabalham lá: Nancy é a encarregada de edição, Marcos é o assistente de edição, e Edilma é a auxiliar de edição. Nancy, Edilma e Marcos são muito bons no trabalho que fazem, e cada um trabalha há muito tempo no colégio. O trabalho não fica só para eles: eles contam com a ajuda de scanner, computadores e impressora.

E a gráfica, o que faz e onde ela fica?

Visitamos em seguida a gráfica do colégio e fizemos muitas perguntas para o Fred e o Silvino, que trabalham lá. A gráfica é onde são feitas todas as apostilas, todos os textos, as fichas e as provas. Ela é fundamental para o colégio, mas não são todas as pessoas que têm as características necessárias para trabalhar em uma gráfica: você precisa ter bom humor e bom senso, pois tem algumas vezes é necessário ficar muito tempo trabalhando para copiar todas as provas e trabalhos pedidos por todos os cursos do colégio, desde a Educação Infantil até o Ensino Fundamental.

Ela se localiza em uma sala na qual se entra pelo palco do Ginásio de Esportes. Às vezes algumas crianças vão lá, mas a sala é protegida e Fred e Silvino não recebem visitas de alunos. Eles trabalham no colégio há três e cinco anos, respectivamente, e adoram seu trabalho.

E o Xerox, pertence à gráfica?

Sim, ele é o “braço” da gráfica que atende as pessoas! Quem trabalha lá é o Sidney. Ele é funcionário da gráfica há alguns anos e nos contou que para trabalhar lá é preciso ter muita dedicação, paciência e carinho. No Xerox, está desde o início do ano atendendo as crianças, adolescentes e adultos do colégio. Perguntamos se as crianças da Educação Infantil também freqüentam a Xerox e ele respondeu que às vezes, para tirar cópias de desenhos.

Para ele, o que é mais gratificante em seu trabalho é atender as pessoas e ter contato com elas. Também nos disse que a Xerox é muito importante, pois as pessoas que perdem fichas, cadernos e apostilas podem tirar cópias para realizar seu trabalho.

Matou a curiosidade? Agora que você já sabe de onde saem prontas nossas provas e fichas, assista ao vídeo!

Isabella Figueiredo, Letícia Tonietto e Rafaela Pascotto – 4ª A.

sexta-feira, 9 de outubro de 2009

Teste seus conhecimentos sobre o Santa Cruz


Este quiz é para os alunos e pais conhecerem mais o Santa e sua história, e também se divertirem. Ele foi feito para testar os conhecimentos, principalmente dos alunos, no mês de seu aniversário.


Fonte: Revista dos 50 anos do Colégio Santa Cruz.

Felipe Buchpiguel, Pedro Mauro e Tomás Sawaya – 4ª A.

As graves doenças do Brasil. Aprenda sobre elas com a 5ª série!


Você sabia que os alunos da 5ª série fizeram uma pesquisa chamada “Doenças transmissíveis do Brasil”?

Quando estavam estudando a gripe H1N1 nas aulas de Ciências, no mês de junho, a professora Cristiane Motta falou também das epidemias e endemias brasileiras. Então, os alunos se interessaram e foi criado o projeto de estudo sobre nove doenças, realizado em agosto e setembro, em parceria com a biblioteca para, a partir de um tema trabalhado em sala de aula, desenvolver procedimentos de pesquisa científica e formar o aluno pesquisador.

A professora nos disse que essas são importantes doenças que já foram grandes epidemias ou endemias e agora estão mais controladas, ou ainda são muito preocupantes no Brasil: febre amarela, dengue, cólera, doença de Chagas, gripe H1N1, malária, paralisia infantil (poliomelite), hepatite A e leptospirose. Cada doença foi estudada por um ou mais grupos de cada classe onde foram organizados doze grupos para estudar qual era o vírus, que características ele tem e como se transmite. Cada trio ou dupla pesquisou uma doença com mais profundidade.

Segundo a professora Maria Flora Guimarães, responsável pelas etapas de pesquisa na biblioteca, “trabalhar com um método de pesquisa supõe fazer uma pesquisa por etapas, e a cada etapa o aluno terá tarefas e objetivos diferentes.” Realmente, tudo o que foi pesquisado lá foi discutido e registrado pelos alunos para, depois, ser criado no CEI um folheto divulgando todas as informações sobre a doença, no sentido de informar as pessoas a como evitar contrair essa doença.

Os grupos receberam material variado e selecionado pelas professoras de Ciências e de biblioteca, respeitando a idade dos alunos. Cada grupo leu informações de seis a oito documentos diferentes. Em 1º lugar, o aluno, individualmente, fez o fichamento e registro das informações em seu caderno. Em seguida, o grupo reuniu as informações em uma ficha que serviu de roteiro de pesquisa.

Com base nesse roteiro, foi criada pelo grupo uma cartilha de saúde (espécie de folheto) sobre a doença estudada. Os alunos, na composição da cartilha, criaram seu formato, sua diagramação e o texto. Vejam algumas cartilhas e o álbum de fotos na coluna ao lado!

Fábio Jukemura, Laura Caramelli e Sofia Stachinni – 4ª A.