No Colégio Santa Cruz existe um teatro que foi inaugurado em 2002, quando o colégio completou 50 anos. Tem capacidade de 500 a 900 pessoas por espetáculo. No andar superior, há uma área destinada a receber convidados onde é possível comer ou beber.
Esse teatro é especial, porque suas partes frontais e laterais são móveis, alterando o formato do palco, que pode ser: palco italiano, onde os espectadores ficam apenas de frente e normalmente fica mais distante da platéia; palco elizabetano que tem várias formas possíveis de organizar: circular, retangular, misto ou em formato de ferradura; arena completa onde há uma área circular situada no meio da platéia, nesse caso o público se senta em uma arquibancada ao redor do palco onde os atores e o público mantem uma relação mais próxima; arena semi completa, que é um semicírculo no meio da platéia e passarela que é um caminho no meio do público.
Conversamos com Alessandro Aoyama, técnico de som do teatro, que trabalha no colégio há 4 anos, mas já com 20 anos de experiência que nos contou que a mudança de palco é feita por vários funcionários que removem e tiram cadeiras da plateia, quando há necessidade de maior ou menor espaço para o palco.
Também soubemos que no palco do teatro do Santa Cruz, já passaram vários artistas famosos como: Paulo Autran, falecido em 12 de outubro de 2007 com 85 anos; Marco Nanini, ator da “Grande Família”, programa da Rede Globo; Daniele Winits, atriz e Wolf Maia, ator e diretor, que trabalhou e dirigiu em 2011 a novela “Fina Estampa”, da Rede Globo. A Família Lima também gravou um CD nos palcos do Santa há pouco tempo. Japa disse ter gostado muito dos espetáculos “Barbatuques” e “Eu sou o samba”.



