quarta-feira, 16 de setembro de 2009

Adultos do Supletivo também têm Roda de Leitura!

Você sabia que uma atividade importante do Ensino Fundamental do curso Supletivo são as Rodas de Leitura? É um momento no qual, além de poderem contar sobre os livros que leram aos colegas e fazer indicações, os alunos podem ler outros livros, sozinhos ou com a ajuda das professoras.

As rodas são realizadas na biblioteca central do colégio, mas os livros vêm da sala de leitura do 4º ano e da 4ª série do EF1. Os alunos emprestam os livros e os levam para ler em casa.

Entrevistamos Tsuyaco Motomats, mais conhecida com Tsuya, funcionária da biblioteca da escola. Ela é formada em Pedagogia e a entrevistamos porque ela também ajuda a professora a encaminhar a roda de leitura do Supletivo.

Para a escolha dos livros, a professora comunica Tsuya sobre o que eles irão trabalhar. Como a biblioteca do EF1 fica fechada à noite, (horário de aulas do Supletivo), Tsuya já separa os livros antes e os leva para a biblioteca central, onde acontecem as rodas de leitura do Supletivo. Após Tsuya fazer essa seleção e a professora ver quais livros foram escolhidos, ela os organiza em mesas da biblioteca como se fosse uma exposição, para os alunos escolherem qual irão emprestar para ler em casa.

A roda de leitura
acontece do seguinte modo: primeiro a professora lê um livro com uma história curta para os alunos, depois quem quiser conta sobre o livro que leu em casa e a partir daí comentam sobre acontecimentos parecidos que viveram em suas vidas. Surgem conversas muito interessantes. No final, cada um escolhe um livro para ler em casa e é realizado o empréstimo. São intercaladas duas atividades: em uma semana acontece a roda de leitura e na outra a leitura silenciosa.

Nós achamos interessante haver a roda de leitura no Supletivo, pois dá chance aos adultos que não aprenderam a ler em suas infâncias e não têm quase tempo de ler em suas casas, de ler durante pelo menos meia hora por semana.

Veja, no vídeo, alunos contando sobre os livros que leram. Entre eles, A Bolsa Amarela!

Carolina Teixeira, Giorgia Cordovil, Isabella Maffei – 4ª E.

O que Darwin pensava? Venha saber na biblioteca central do Santa!

“Não há um único fato que não possa ser visto de uma maneira diferente”. Essa foi uma das frases do famoso inglês, Charles Darwin, um naturalista nascido em 1809, em Shrewsbury, na Inglaterra, que marcou seu nome pela descoberta de várias espécies de animais.

Agora, em 2009, quando se comemoram não apenas os 200 anos de sua morte, mas também os 150 anos de suas descobertas sobre os seres vivos e suas evoluções, a biblioteca do colégio mostra o trabalho de Darwin exposto em cartazes, revistas e livros sobre sua história.

Na exposição, aprende-se que Darwin ficou conhecido principalmente pela ideia da seleção natural, que diz que os seres vivos sofrem mudanças genéticas e podem passá-las para seus futuros parentes, ainda descobriu também que os Tentilhões de Galápagos, uma espécie de pássaros, se modificavam ao se procriar assim nunca mantendo a espécie igual. A mariposa Biston é uma bela espécie que Darwin descobriu que se camuflavam em troncos com líquen, mas no século XIX por culpa da fuligem das fábricas se alterou para uma cor escura.

Curiosidades sobre Darwin:

• A senhora Emma Darwin (que, na verdade, era a Bia Savoldi, professora de Leituras da 4ª série) fez uma visita à biblioteca e mostrou a todos os alunos da 4ª série o conhecimento que Darwin trouxe ao mundo, com suas descobertas. Agora ela pode estar esperando por você lá, para lhe contar e mostrar a história de seu marido, Charles Robert Darwin.

• Seu pai queria que ele fosse pastor.

• Darwin teve 11 filhos com Emma.

Fontes: www.girafamania.com , www.webpess.com

Camila Godoy, Eduarda Rodriguez e Heloísa Novo - 4ª E.

Conheça o minifórum de debates do Ensino Médio!

Saiba como é organizado no colégio O professor de Geografia do 3º ano do Ensino Médio, João Bentes Coroa, organiza um minifórum de discussão e debate em cada classe, para que os alunos possam expressar suas ideias e, ao saírem do colégio, saibam falar em público. Os temas discutidos entre eles foram: (Está surgindo uma) Nova Guerra Fria?, A atual crise (econômica) mundial e A Questão Amazônica. O professor teve essa ideia, pois como os alunos já participavam do Fórum FAAP, seria interessante fazer um menor fórum e interno.

Alfredo Setubal, do 3º ano, disse que esse foi sem dúvida o primeiro debate de que participou com o qual realmente se envolveu. Depois do trabalho de pesquisa, ele e seus colegas de grupo queriam defender seu ponto de vista (queriam "ganhar"). Então, surgiram duas "facções" e um sentimento de competitividade não exagerado que os estimulou a argumentar com mais fervor. Também disse que outro ponto positivo foi o fato terem aprendido algo extremamente interessante e contemporâneo de uma maneira inovadora e dinâmica.

Como nos disse o aluno Guilherme Barbosa de Lucia Trindade, também do 3º ano, "os temas discutidos são bastante atuais, portanto a melhor maneira de recolher argumentos para o debate foi acompanhar o que saía diariamente na imprensa sobre o assunto. Além disso, para compreender a atual conjuntura, foi importante pesquisar a história do tema discutido".

Sobre a Guerra Fria, segundo o professor João Bentes, "o que se discutiu é se os atuais fatos e conflitos que envolvem E.U.A. e Rússia podem caracterizar ou não uma nova Guerra Fria". Sobre a atual Crise Mundial, foi discutido por que ela começou e soluções para resolvê-la. Em relação à Questão Amazônica, o debate girou em torno dela ser geopolítica ou ambiental.

Nesses debates as salas são divididas em dois grupos. Cada grupo defende seu ponto de vista sobre o assunto e alguns alunos compõem a mesa mediadora e organizadora do debate. Cada grupo deve escrever e apresentar um "documento de posição", que será defendido oralmente durante até dez minutos. Após a defesa, terá mais cinco minutos, no máximo, para esclarecimento de dúvidas.

A mesa mediadora tem também como tarefa manter as regras durante o debate. Se algum aluno não as cumprir, poderá até ser expulso. Os temas são escolhidos de acordo com os atuais problemas do mundo. O aluno Guilherme Correia nos contou que participou da mesa mediadora e se preparou para isso pesquisando no material do professor João Bentes e também na internet. Já as regras do debate foram discutidas na sala de aula com o professor e os colegas da classe.

Fontes:
www.galizacig.com , olhovivo-e-peligeiro.blogspot.com, engfeevale.wordpress.com

Guilherme Pedote, Lucas Russo e Teodoro Ferreira – 4ª E.

Casos inéditos sobre colégio de antigamente


Fizemos uma entrevista com o Padre José Amaral de Almeida Prado, que atualmente é o porta-voz dos assuntos entre o colégio e a Congregação de Santa Cruz. Ex- professor de Religião, Latim e Português do antigo Ensino Fundamental 2, também foi Diretor do Curso Ginasial entre 1963 e 1968. Está há 55 anos no colégio, desde ordenação.

Ele nos contou várias curiosidades e fatos inéditos sobre o colégio, pois acompanhou toda a sua história aqui. Entre outras coisas, disse que, antigamente, por regra nos colégios de padres estudavam os meninos, e nos de freiras estudavam as meninas. Ele observou que os meninos eram muito bagunceiros e, com a entrada das meninas, melhoraram.

Perguntamos a ele como era viver na casa que hoje em dia é a Educação Infantil, e ele falou que, naquela época tinham dez padres e a vida deles era muito comunitária e alegre. Viviam muito bem entre eles e o colégio não tinha muitos alunos como hoje em dia, por isso era mais silencioso.

Ele acha que o colégio deve estar como sempre esteve, atento às mudanças que possam ocorrer. Ele nos pediu para dizer aos alunos que tenham uma posição de colaboração com os professores e educadores, sempre!

Não deixe de ver a entrevista, você vai adorar !!

Anna Paula Pignalosa e João Francisco Neto - 4ª E.

sexta-feira, 28 de agosto de 2009

Formas, cores e muita arte!

Entrevistamos a professora de Matemática, Paola Burgatt Meneguesso, da 5ª série, para saber sobre um projeto realizado na área de Geometria, no qual o principal objetivo foi trabalhar retas paralelas, perpendiculares e a construção desses elementos geométricos com instrumentos de desenho, no caso a régua e o esquadro.
O tema do projeto surgiu juntamente com a professora Cássia, de Língua Francesa, que tinha a intenção de trabalhar com o vocabulário das cores primárias (leitura e escrita). Apesar de as professoras das duas matérias utilizarem o mesmo artista como modelo, não foi um trabalho interdisciplinar. O artista escolhido foi Piet Mondrian, cuja obra vinha ao encontro dos objetivos de Matemática e de Francês, e por seu estilo ser interessante para alunos de 5ª série

Foi um projeto curto, em apenas três aulas o trabalho do artista foi apresentado, a utilização dos instrumentos foi ensinada e os alunos produziram o seu próprio desenho. As etapas foram as seguintes:
. Aprender a construção dos desenhos com os instrumentos;
. Criar um desenho baseado nas obras de Mondrian;
. Corrigir os desenhos, utilizando os instrumentos, e passar a limpo.

Paola teve um ótimo resultado com esse trabalho, ficou até surpresa com os desenhos de seus alunos! Mesmo sendo muito difícil usar os instrumentos, houve por parte deles um envolvimento maior do que o esperado.
APRECIE OS DESENHOS DOS ALUNOS NA COLUNA AO LADO!

Guilherme Leite, Frederico Branco e Pedro Silva - 4ª E.

Alunos do Pré 2 produzem seus próprios jogos de tabuleiro


Fomos ao Pré 2 entrevistar os alunos e as professoras da sala Violeta. O assunto era “Jogos de trilha feitos pelos alunos”, que, além de divertidos, ensinam Matemática — subtração e adição dos números de 1 a 50.

O objetivo do jogo é chegar até o final do percurso, usando apenas dois dados. Eles são lançados, os valores somados e, em seguida, o jogador anda pelas casas do tabuleiro de acordo com o total obtido. A maior dificuldade dos alunos, citada pelas professoras, foi somar os números para poder andar com seu botão, que também foi feito por eles.

Esse trabalho acontece em várias etapas: pesquisa do material que irão precisar para a preparação do tabuleiro, lista dos temas, projeto do percurso traçado no tabuleiro e numeração das casas. Quando aconteceu a colagem das casas no tabuleiro apareceram mais desafios, já que os números são todos recortados e misturados em um saquinho.

Nesse processo, as crianças aprendem melhor a escrita dos números, tem a chance de observar características e aprender a seqüência numérica. Observamos que, de vez em quando, os alunos contam os “pontinhos” dos dados de forma equivocada e obtêm outro resultado. Também às vezes, um aluno esquece de seguir a regra da “casa” a que chegou e avança um pouco mais. Porém, observamos que se divertem muito e adoram essa atividade. A parte mais divertida fica por conta dos desenhos que enfeitam o tabuleiro e dos desafios que as próprias crianças criam, como ficar uma rodada sem jogar, voltar algumas casas, pular outras, etc. Quando chegam a casas cuja instrução determina que têm que voltar para trás, os alunos acabam aprendendo subtrair, e de uma maneira bem gostosa!

Não perca o vídeo dos alunos!

Dana Gelbaum, Laura Spadoni e Mariana Macedo – 4ª E.