segunda-feira, 27 de outubro de 2008

A GRANDE COZINHA DO COLÉGIO: TRABALHANDO SEM PARAR!

Você sabia que no Santa Cruz há uma cozinha com muito movimento o dia todo? Leia a reportagem abaixo e saberá tudo o que acontece e se faz lá dentro.

Entrevistamos o Prof. Flavio Bertola Facca, Vice-Diretor Geral, para saber a história da cozinha do colégio desde que foi criada. Ele nos contou que havia várias cozinhas no colégio, mas, como cada cozinha tinha uma especialidade, ocorreu um desequilíbrio e foi preciso transformá-las em uma só.

A atual cozinha está localizada no prédio do Ginásio dos Esportes, ela tem quatro funcionários que dividem as tarefas: um é responsável pelo lanche dos recreios dos professores, outra é responsável pelo café que vai para todas as salas de professores e de funcionários, outra auxilia na limpeza e da lavagem de panelas, vasilhas, etc. e a quarta pessoa faz o lanche, quase uma refeição, nos dias em que há reunião dos professores de cada curso, que são quase todos os da semana. Toda segunda-feira são feitas as compras, cada vez por uma das três funcionárias.

Entrevistamos também os funcionários da cozinha. Fátima trabalha há sete meses no colégio, Aparecida de Souza (Diva) está no colégio há treze anos, Edival (Didi) trabalha no colégio há onze anos e Lúcia há dois anos e oito meses. Todos são auxiliares de copa. Seu dia-a dia é bem corrido, sossegam um pouco apenas na hora do almoço. Lá na cozinha, o cardápio é montado de acordo com a opinião de todos com pratos que combinam entre si.

Há outras pessoas que utilizam a cozinha para diversas coisas, como a Solange (enfermaria) que pega água quente. Também há uma pessoa da Educação Infantil encarregada de buscar ingredientes para as aulas de culinária do alunos.

Na cozinha não são preparadas refeições para os funcionários. Para eles há a cantina e um lanche bem reforçado para cada setor. Os funcionários da cozinha, como outros do colégio, trazem o almoço de casa.





Dora Azevedo, Helena Freire e Raul Reis – 4ª B.

quarta-feira, 1 de outubro de 2008

QUIZZ- OS NÚMEROS DO SANTA



Preparamos um QUIZZ especial !!!

Muitos números estão presentes na nossa escola. Será que você conhece realmente o colégio ou para descobrir as respostas corretas será necessário chutar?
Gabriel Ligeiro, Igor Sym e Marcelo Milko - 4ª A.

Perfil dos alunos do Colégio Santa Cruz

Fizemos uma pesquisa sobre o perfil dos alunos do colégio, e obtivemos informações muito interessantes. Leia abaixo.

Nome mais comum: Pedro! A escola possui 108.
Total de meninos: 1.246
Total de meninas: 1.245 VEJA, QUASE EMPATARAM!
Total de alunos: 2.491
Professores: 238
Funcionários: 198
Aluno mais jovem: Luka, do Pré1, nasceu dia 30/12/2003.
Gêmeos: 72
Trigêmeos: 18
Alunos que estudam desde primeira série: 1.756
Vagas para automóveis: 214

Os nomes menos comuns do colégio são: Babette, Igor, Heloy, Ítalo, Noelle, Olga, Plínio, Yolanda, Iggy e Yvon. Fizemos entrevistas com Yolanda (2º ano do EM), Igor (4ª série do EF1), Iggy e Babette (3º ano do EF) e eles nos contaram que....


“Meus pais me deram esse nome porque é o nome da minha avó. A origem dele é francesa.”
(Babette, 2º ano do EF1, 8 anos).
“ A origem do meu nome é uma homenagem ao cantor Iggy Pop”
(Iggy, 2º ano do EF1, 8 anos).

“ Eu tenho esse nome porque é o nome do meu avô. Ele tem origem libanesa.”
(Nabhi, 2º ano do EF1, 8 anos).
“ Eu tenho esse nome porque os meus pais acham bonito, a origem dele é russa.”
(Igor, 4ª série do EF1, 10 anos).
“Eu tenho esse nome porque é o nome de uma música que meus pais gostam,o significado dele é flor de violeta”
(Yolanda, 2º ano do E.M., 18 anos)

Maria Helena Eid, Mariana Pedote, Marina Rittcher – 4ª A.

O SANTA FORA DO SANTA

Fizemos uma pesquisa para saber como o Colégio Santa Cruz aparece fora dos muros da escola. A idéia era descobrir qual a imagem do Santa mundo afora. Vimos que o colégio aparece de várias maneiras: em vídeos na Internet, reportagens em revistas e até em grandes jornais.

Em uma reportagem feita pelo jornal Folha de S. Paulo, de 4/4/2008, sobre as dez escolas que tiveram melhor desempenho no ENEM, o Santa Cruz aparece em 4º lugar. Nessa reportagem, a filosofia, o espaço e o ensino do colégio foram as principais qualidades destacadas.

Na revista Vida Simples, em uma edição de 2008, a diretora da Educação Infantil e do Ensino Fundamental 1 do Santa Cruz, Cristine Conforti, faz um comentário sobre o modo de ensinar de hoje. Segundo ela, a escola deve ensinar o aluno a pensar e a desenvolver o senso crítico.

Você sabia que um famoso cantor da MPB estudou aqui? Ele não é nada mais nada menos que Chico Buarque. Uma entrevista sobre o cantor e compositor que fala sobre isso saiu na Folha de São Paulo de 13/1/2005. Na reportagem há uma foto em que Chico aparece brincando na sala de aula com seu professor que, na época, era um padre.

Também em 2005, o Santa Cruz apareceu em uma matéria da Folha de São Paulo sobre as escolas que mais aprovam alunos no vestibular. Nessa matéria, aparecem os ex-alunos que são peritos em sua profissão como: o cineasta Fernando Meireles, o presidente do Itaú Paulo Setúbal, falecido em 2008, e o economista Luis Carlos Mendonça de Barros.

Há 25 anos, em 10/10/1983, a Revista Veja publicou uma reportagem de capa chamada Os supercolégios, na qual o Santa Cruz aparece em destaque. Nessa época, o diretor da escola era o padre Charbonneau. Os objetivos do colégio que o padre mencionou na reportagem são os mesmos até hoje: fazer com que os alunos desenvolvam sua curiosidade natural em relação aos fenômenos do mundo, questionando, investigando e propondo soluções para eles.

O Santa também aparece na Internet, no site Youtube, com alguns vídeos interessantes: a Festa dos Esportes, a abertura da Festa dos Ex-portes de 2007 e depoimentos de ex- alunos. Veja os vídeos abaixo.










Se você quiser ler mais reportagens sobre o Santa, procure a pasta Santa Cruz na hemeroteca da Biblioteca Central do colégio.

Fontes: Folha de S. Paulo, http://www.youtube.com/, Revista Veja e Revista Vida Simples.

Eduardo Schutt, Gabriel Ruas e Pedro Henrique Carani - 4ª A.

Como é o JUDÔ no Santa.


Você sabia que o colégio oferece aulas de judô? Nossa equipe foi assistir a uma aula e entrevistou os professores Camila e Marcos.

Marcos começou a trabalhar no colégio em 1996, mas é professor de judô há mais tempo. Escolheu esta profissão, pois praticava judô desde pequeno, em Valinhos, com Milton Trajano da Silva, da Academia de Valinhos. Prestou vestibular para a faculdade de Esporte porque, como a modalidade que já praticava era judô, foi natural seguir por esse caminho. Já Camila disse que sempre gostou muito de trabalhar com crianças e, como havia feito judô durante toda sua vida com o professor Catalano, escolheu ser professora de judô. Camila trabalha no Santa desde 2005.

Aqui na escola as aulas acontecem para alunos do 1º ano a 4ª série.

Os professores contaram que quem criou o judô foi Jigoro Kano, em 1882, em Edo (antiga Tóquio), no Japão. Ele criou a Academia Kodokan, que significa “Academia do Caminho Fraterno.” Outra curiosidade sobre o judô são as faixas. A ordem aqui no Colégio Santa Cruz segue esta seqüência: inicia-se na faixa branca, depois do 1º semestre o aluno vai para a faixa bordô, em seguida, após mais um semestre (as promoções são sempre semestrais), vai para a cinza, azul, azul e amarela, que é uma faixa intermediária, amarela, amarela e laranja, laranja. Então ele fica um ano na laranja. Depois vai para a verde, roxa e finalmente para a marrom.

Após todo esse percurso, o aluno tem que fazer um treinamento especial na Federação Paulista de Judô, aprendendo técnicas de katá, aperfeiçoando-se, e todos os golpes que compõem o gokiô, que é um conjunto de 40 golpes. Também aprende seqüências de golpes e então passa para a última faixa, a preta.

Perguntamos se o judô é uma arte marcial: eles disseram que o judô vigorava na época das guerras mundiais, quando as pessoas treinavam para ir para a guerra. Segundo o prof. Marcos o judô “era uma arte para a guerra. Depois disso, esse conceito ficou de lado e foi adotado em várias modalidades o sufixo “DO”: Karatê-do, Tae-kwon-do e diversas outras lutas que se desenvolveram junto com o judô. Foi um movimento em prol da desmarginalização do judô e de outras lutas. Hoje o judô é visto como uma modalidade esportiva que compõe o rol das “DO”, que significa ‘caminho’.

O judô, para Marcos e Camila “é uma forma de conduzir a vida, uma conduta humana, pessoal, baseada em muitos princípios, inclusive religiosos, além da tradição oriental, que valoriza a hierarquia, o respeito, a disciplina, o autocontrole.” Pratique judô você também!

Fancisco Neves e João Luis Abreu – 4ª A.

Compreendendo e representando o espaço

Alunos do 2º ano do Ensino Médio fazem atividades com cubos de madeira

Como localizar um ponto no espaço? Para que os alunos de Matemática, do 2º ano do Ensino Médio, consigam visualizar e desenhar imagens tridimensionais realizam exercícios de montagem dessas imagens com cubos de madeira. Depois é feita sua representação no papel.

Segundo o professor Roberto Moisés, o objetivo desta atividade é apresentar aos alunos, uma forma de representarem coordenadas de pontos no espaço. Para ele “é comum representar coordenadas no plano. Neste caso precisamos de duas dimensões: a altura e o comprimento. Para representarem um ponto no espaço, é acrescentado o eixo “z”, perpendicular ao sistema de eixos “x” e “y”, passando pela origem (0,0). Esse novo eixo indicará a profundidade e as coordenadas dos pontos agora terão três elementos (profundidade, comprimento, altura). A dificuldade, no caso, está em representar no plano algo que seja espacial. Para isso usamos a estratégia de perspectiva”.

Para que o aluno visualize melhor essas coordenadas, o professor Roberto propõe uma atividade com cubinhos de madeira, parecidos com as unidades do “material dourado”. A partir da representação dos pontos no espaço com o uso dos cubinhos, os alunos irão representá-los nos sistemas de eixos tridimensional. Ele acredita que com essa atividade os alunos possam transferir a imagem real para a imagem simbólica.

Depois de conseguirem desenhar os pontos no sistema de eixo em três dimensões, ele irá propor a eles algo um pouco mais difícil: desenhar retas, planos e figuras em 3D, com o apoio de softwares. O interessante é que esses desenhos vêm acompanhados de equações, de fórmulas. Veja só: números e fórmulas serão interpretados como formas geométricas e vice-versa.

Este é um dos encantos da matemática: representar e imaginar simbolicamente o real!

Assista o vídeo de uma aula no 2º ano do Ensino Médio.

Camila Rigonatti, Marina Oliveira e Natália Ruiz - 4ª A.